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Anastrazol câncer de mama

O cancro de mama é a primeira causa de morte por câncer em mulheres brasileiras, e a segunda em mulheres norte-americanas...


 


 Anastrazol câncer de mama 


 


O câncer de mama é a primeira causa de morte por câncer em mulheres brasileiras, e a segunda em mulheres norte-americanas. Sem o diagnóstico precoce e o tratamento adequado, a doença pode evoluir para outras partes do corpo, interferindo nas chances de cura. 


 


Recentemente foram realizados alguns estudos sobre uma nova classe de medicamentos para o tratamento do câncer de mama pós- menopausa e os resultados foram muito satisfatórios. Os inibidores da Aromatase estão ganhando espaço nos tratamentos hormonioterápicos e a substância ativa Anastrazol, ganhou muito destaque em estudos comparativos com outros medicamentos da mesma classe. Atualmente, o medicamento Anastrazol tem sido o principal medicamento receitado por médicos oncologistas para o tratamento do câncer de mama pós-menopausa. 


 


Anastrazol como funciona?


 


O Anastrozol funciona pela inibição da atividade da enzima aromatase, que é responsável pela conversão do hormônio estrogênios após a menopausa. O Hormônio estrogênio pode estimular o crescimento e proliferação de tumores da mama, auxiliando no desenvolvimento da doença. Dessa forma, Anastrazol é bom para diminuir os níveis de estrogênio no organismo, evitando a progressão do câncer de mama e conferindo uma melhor sobrevida ao paciente, longe da doença. 


 


É importante ressaltar que Anastrazol manipulado é indicado para o tratamento de câncer de mama, somente após a menopausa. Em outros casos, o médico deve avaliar o risco-benefício da administração de Anastrazol. Além disso, o uso de Anastrazol pode interferir na densidade óssea, podendo causar osteoporose, por isso, durante o tratamento, é importante o acompanhamento da densidade óssea e dos níveis hormonais. 


 


Hormonioterapia Anastrazol:


 


Devido à presença de receptores hormonais em mais da metade dos tumores da mama, os tratamentos que interferem com a ação do estrogênio sobre as células tumorais são de eficácia comprovada. Esse tipo de terapia possui a vantagem de apresentar poucos efeitos colaterais, além de evitar a progressão da doença. 


 


Os receptores hormonais encontrados nos tumores são o de estrógeno (RE) e de progesterona (RP), e sua presença é detectada por meio da técnica Imunohistoquímica, na qual são localizados antígenos no tecido biológico.


 


Dessa forma, todo tumor de mama deve ser avaliado quanto à presença ou ausência destes receptores, para que possa ser avaliada a utilização da hormonioterapia como tratamento adjuvante em qualquer fase da doença.