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REBATEN LA 80MG C/30

Fabricante: Sigma Farma

Código do Produto: SKUP8296

De R$ 27,59 Por R$ 25,84

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DESCRIÇÃO DO PRODUTO

 

Rebaten Indicações de Rebaten

Rebaten é indicado no tratamento da hipertensão. Pode ser usado como droga única ou em associação a outros agentes anti-hipertensivos, especialmente diurético tiazídico. Rebaten não está indicado nas emergências hipertensivas. Angina pectoris devido à aterosclerose coronariana: tratamento prolongado de pacientes com angina pectoris. Enxaqueca: profilaxia da enxaqueca comum. A eficácia de Rebaten no tratamento da crise de enxaqueca já instalada não está estabelecida, não sendo indicado para tal uso. Estenose subaórtica hipertrófica: é útil no tratamento da estenose subaórtica hipertrófica, especialmente no tratamento de angina de esforço, angina de estresse, palpitações e síncope. Rebaten (cloridrato de Rebaten - propranolol) também aumenta a tolerância ao exercício físico. A eficácia do cloridrato de Rebaten - propranolol nesta doença, parece ser conseqüente ao bloqueio de receptores beta-adrenérgicos, reduzindo o elevado gradiente de pressão de saída de fluxo que encontra-se exacerbado em conseqüência ao estímulo contínuo de receptores beta-adrenérgicos. A melhora clínica pode ser temporária.

Efeitos Colaterais de Rebaten

Muitos dos efeitos adversos são transitórios e de leve intensidade e, raramente, exigem a interrupção do tratamento. Cardiovulares: bradicardia; insuficiência cardíaca congestiva; intensificação do bloqueio atrioventricular; hipotensão; parestesia das mãos; púrpura trombocitopênica; insuficiência arterial geralmente do tipo Raynaud. Sistema nervoso central: sensação de vazio na cabeça; depressão mental manifestada pinsônia, lassidão, fraqueza, fadiga, depressão mental reversível progredindo para catatonia; distúrbios visuais; alucinações; sonhos vívidos, uma síndrome aguda reversível caracterizada pdesorientação no tempo e no espaço, perda temporária da memória, labilidade emocional, leves distúrbios sensoriais e desempenho psicomotprejudicado. Para formulações de liberação imediata, fadiga, letargia e sonhos vívidos parecem ser dose-dependentes. Gastrintestinais: náusea; vômito; depigástrica; cólica abdominal; diarréia; constipação; trombose arterial mesentérica; colite isquêmica. Alérgicas: faringite e agranulocitose; rash eritematoso; febre associada à de inflamação da garganta; laringoespasmo; dificuldade respiratória. Respiratória: broncospasmo. Hematológicas: agranulocitose; púrpura não trombocitopênica; púrpura trombocitopênica. Auto-imunes: em casos extremamente raros, lúpus eritematoso sistêmico (LES) foi relatado. Outras: em raras situações foram relatadas alopecia, reações semelhantesdo lúpus eritematoso sistêmico, erupções psoriasiformes, olhos secos, impotência mulina e doença de Peyronie.

Como Usar (Posologia) de Rebaten

Rebaten contém cloridrato de Rebaten - propranolol sob a forma de cápsulas de liberação prolongada para administração em uma única dose diária. Deve-se tomar cuidado em assegurar a eficácia terapêutica desejada naqueles pacientes que faziam uso de Rebaten - propranolol comprimidos e estão mudando para Rebaten. A relação 1 mg para 1 mg não deve ser considerada quando da substituição de Rebaten - propranolol comprimidos para Rebaten. Rebaten apresenta características farmacocinéticas diferentes, produzindo níveis séricos mais baixos. Pode haver necessidade de uma reavaliação da posologia de forma a garantir a eficácia terapêutica, especialmente próxima do final do período de 24 horas. Hipertensão: a dose deve ser individualizada. A dose inicial usual é de 80 mg de Rebaten 1 vez ao dia, quer usado isoladamente ou associado a um diurético. A dose pode ser aumentada gradualmente até que se atinja o controle adequado da pressão arterial. A manutenção usual é de 120 mg a 160 mg, 1 vez ao dia. Em alguns casos, podem ser necessárias doses superiores a 640 mg pdia. O tempo necessário para obtenção de resposta completa à hipertensão para uma determinada dose administrada é variável, podendo estender-se de poucos dias a várias semanas. Angina pectoris: a dose deve ser individualizada. Iniciando-se com 80 mg de Rebaten uma vez ao dia, a dose deve ser gradualmente aumentada em intervalos de 3 a 7 dias, até que uma resposta satisfatória seja obtida. Embora os pacientes possam responder individualmente a qualquer dose, a média da dose satisfatória parece estar em torno de 160 mg, 1 vez ao dia. Em angina pectoris, a segurança com doses superiores a 320 mg pdia não está estabelecida. Em caso de interrupção do tratamento, devem-se reduzirdoses gradualmente, durante várias semanas. Enxaqueca: a dose deve ser individualizada. A dose oral recomendada é de 80 mg de Rebaten 1 vez ao dia, aumentando gradualmente até atingir a dose eficaz para a profilaxia da enxaqueca. A dose usualmente eficaz é geralmente conseguida com 160 mg a 240 mg, 1 vez ao dia. Caso não seja obtida resposta satisfatória dentro de 4 a 6 semanas após atingida a dose máxima, o tratamento deve ser interrompido. A interrupção da droga deve ser feita gradualmente, durante algumas semanas. Estenose subaórtica hipertrófica: a dose recomendada é de 80 mg a 160 mg de Rebaten 1 vez ao dia. Superdosagem: Rebaten não é significantemente dialisável. Caso ocorra superdosagem ou resposta exagerada, devem-se empregarseguintes medidas: geral: caso a ingestão tenha sido recente, esvaziar o conteúdo gástrico, prevenindo a aspiração pulmonar. Bradicardia: deve-se administrar atropina (0,25 mg a 1,0 mg). Caso não haja resposta ao bloqueio vagal, administrar isoproterenol cautelosamente. Insuficiência cardíaca: digitalização e diuréticos. Hipotensão: vasopressores como norepinefrina ou epinefrina (evidências indicam a epinefrina como droga de escolha). Broncospasmo: deve-se administrar um agonista beta-2 e/ou um derivado da teofilina.

Contra-Indicações de Rebaten

Rebaten é contra indicado no caso de choque cardiogênico, bradicardia sinusal, bloqueio atrioventricular maique primeiro grau, asma brônquica, insuficiência cardíaca congestiva, a menos que a insuficiência seja secundária a uma taquiarritmia tratável com Rebaten.

Precauções de Rebaten

Gerais: Rebaten deve ser usado com cautela em pacientes com insuficiência hepática ou renal. O bloqueio de receptores beta-adrenérgicos pode causar redução da pressão intra-ocular. Os pacientes devem ser avisados que Rebaten pode interferir em teste de triagem de glaucoma. A interrupção da droga pode reconduzir ao aumento da pressão intra-ocular. Insuficiência cardíaca: a estimulação simpática pode ser um componente vital auxiliando a função circulatória em pacientes com insuficiência cardíaca congestiva, e sua inibição pelo bloqueio beta-adrenérgico pode precipitar uma insuficiência cardíaca mais intensa. Embora os bloqueadores beta-adrenérgicos devam ser evitados na insuficiência cardíaca congestiva, se necessário, podem ser usados com um acompanhamento cuidadoso em pacientes com história de insuficiência cardíaca bem compensada, que estejam recebendo digitálicos e diuréticos. Os bloqueadores beta-adrenérgicos não anulam a ação inotrópica dos digitálicos na musculatura cardíaca. O uso contínuo de bloqueadores beta-adrenérgicos em pacientes sem antecedentes de insuficiência cardíaca pode, em alguns casos, conduzir à insuficiência cardíaca. Portanto, ao primeiro sinal ou sintoma de insuficiência cardíaca, o paciente deve ser digitalizado e/ou tratado com diuréticos e a resposta rigorosamente observada, ou o uso deve ser interrompido (gradualmente, se possível). Angina pectoris: há relatos de exacerbação de angina e, em alguns casos, infarto do miocárdio, após interrupção abrupta do tratamento com Rebaten. Portanto, quando a ontinuação de Rebaten é desejada, a dosagem deve ser gradualmente reduzida durante, pelo menos, algumas semanas e, o paciente deve ser alertado sobre possíveis conseqüências da interrupção ou o término do tratamento sem o conhecimento médico. Se o tratamento com Rebaten finterrompido e ocorrer exacerbação da angina, aconselha-se reiniciar o tratamentos com Rebaten e tomar outras medidas apropriadas para o tratamento da angina pectoris instável. Uma vez que a doença coronariana pode ser de difícil reconhecimento em pacientes ateroscleróticos que estejam recebendo Rebaten para outras indicações, aconselha-se seguirrecomendações acima. Broncospasmo não alérgico (bronquite crônica, enfisema): de modo geral, pacientes com doença broncoespástica não devem receber bloqueadores beta-adrenérgicos. Se necessário, Rebaten deve ser administrado com cautela, uma vez que pode bloquear a broncodilatação produzida pela ação de catecolaminas endógenas e exógenas sobre receptores beta. Grandes cirurgias: a necessidade ou desejo de interrupção do tratamento com bloqueadores beta-adrenérgicos antes de grandes cirurgias é controversa. Deve-se salientar, entretanto, que a diminuição da resposta cardíaca aos reflexos estimulantes adrenérgicos pode aumentar os riscos da anestesia geral e dos procedimentos cirúrgicos. Rebaten, como outros bloqueadores beta-adrenérgicos, é um inibidcompetitivo de agonistas de receptores beta-adrenérgicos e seus efeitos podem ser revertidos pela administração de alguns agentes, como dobutamina ou isoproterenol. Entretanto, alguns pacientes podem estar sujeitos à hipotensão severa prolongada. A dificuldade em iniciar e manter o batimento cardíaco também tem sido relatada com bloqueadores beta-adrenérgicos. Diabetes e hipoglicemia: os betabloqueadores, quando necessário, devem ser utilizados com cautela em pacientes diabéticos. Os bloqueadores beta-adrenérgicos podem marar a taquicardia conseqüente à hipoglicemia, mas outras manifestações, tais como, vertigem e transpiração podem não ser significantemente afetadas. Após a hipoglicemia induzida pela insulina Rebaten pode retardar a recuperação dos níveis normais de glicose sangüínea. Tireotoxicose: o bloqueio beta-adrenérgico pode marar alguns sinais clínicos de hipertireoidismo. Portanto, a interrupção abrupta de Rebaten pode ser seguida de exacerbação de sintomas de hipertireoidismo, incluindo crise tireotóxica. Rebaten pode alterar testes de função da tireóide, aumentando T4 e T3 reverso, e diminuindo T3. Síndrome de Wolff-Parkinson-White: observou-se em diversos pacientes com esta síndrome que, após o uso de Rebaten, a taquicardia foi substituída puma bradicardia intensa, necessitando de marca-passo de demanda. Em um caso, este fato ocorreu após uma dose inicial de 5 mg de Rebaten - propranolol. Testes laboratoriais: elevação dos níveis séricos de uréia em pacientes com doença cardíaca severa, elevação sérica de transaminases, fosfatase alcalina e desidrogenase lática. Uso durante a gravidez: não há estudos adequados e bem controlados em mulheres grávidas. Portanto, a segurança do uso de Rebaten durante a gravidez não está estabelecida. Rebaten não deve ser usado durante a gravidez, a menos que os benefícios esperados para a paciente superem os riscos potenciais para o feto, segundo critério médico. Uso durante a lactação: Rebaten é excretado no leite materno. Portanto, deve ser utilizado com cautela em mulheres que estão amamentando. Uso em pediatria: a segurança e eficácia de Rebaten em crianças não estão estabelecidas. - Interações medicamentosas: pacientes recebendo drogas depletoras de catecolaminas, tais como, reserpina, devem ser rigorosamente observados caso recebam Rebaten. A ação bloqueadora adicional de catecolaminas pode provocar uma redução excessiva da atividade nervosa simpática, a qual pode resultar em hipotensão, bradicardia acentuada, vertigem, crises de síncope, ou hipotensão ortostática. Deve-se ter cautela quando da administração de drogas bloqueadoras de canais de cálcio em pacientes que estejam recebendo betabloqueadores, especialmente verapamil intravenoso, pois ambasdrogas podem deprimir a contratilidade miocárdica ou a condução atrioventricular. O gel de hidróxido de alumínio reduz consideravelmente a absorção intestinal de Rebaten. O álcool etílico reduz a velocidade de absorção de Rebaten. A fenitoína, fenobarbital e rifampicina aceleram o clearance de Rebaten. A clorpromazina quando usada concomitantemente com Rebaten resulta em aumento do nível plasmático de ambasdrogas. A antipirina e a lidocaína têm o clearance reduzido quando usadas concomitantemente com Rebaten. A administração concomitante de tiroxina e Rebaten pode resultar em concentração de T3 mendo que a esperada. A cimetidina diminui o metabolismo hepático de Rebaten, retardando sua eliminação e aumentando os níveis sangüíneos da droga. O clearance da teofilina é reduzido quando usada concomitantemente com Rebaten. Moderação do efeito anti-hipertensivo dos agentes betabloqueadores foi relatado com o uso de drogas antiinflamatórias não hormonais. A ocorrência de hipotensão e parada cardíaca já foi relatada com o uso de Rebaten - propranolol e haloperidol.

Apresentação de Rebaten

Rebaten é apresentado em cartucho com 30 cápsulas de 80 mg e 160 mg.

Composição de Rebaten

Cada cápsula contém: cloridrato de Rebaten - propranolol 80 mg ou 160 mg; excipientes: açúcar, amido de milho, ácido esteárico, povidone, eudragit, dibutilftalato e talco.

Laboratório de Rebaten

Wyeth - Indústria Farmacêutica Ltda.

 

COMENTÁRIOS DOS NOSSOS CLIENTES

7 Comentários

usuário

Top

22 de Mar

Cynthia

(Aracaju )

usuário

Recomendo as SARE ... facilitou muito minha vida... em todos os aspectos.. prazo de entrega, atendimento, facilidade de compra, disponibilidade do produto, entre outros.

22 de Mar

JULIANA PEREIRA DE LIMA ANDRADE

(Botucatu )

usuário

Meu produto veio pelo sedex, e demorou quase 4 dias para chegar, e o prazo informado foi de 2 dias

21 de Mar

Daniela

(Rio Verde )

usuário

PARABÉNS. ÓTIMO ATENDIMENTO, PRODUTO BEM EMBALADO, COM ISSO ME SINTO SEGURO EM COMPRAR, FIDELIZOU O CLIENTE. GRATO

21 de Mar

jose

(Porto Velho )

usuário

muito satisfeito

21 de Mar

Manoel

(Guarapari )

usuário

Tudo certo.

21 de Mar

Antonio

(São Luís )

usuário

Foi ótima muito obrigada

21 de Mar

Andrea

(Americana )

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