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O Bronzeamento Artificial e o Câncer de Pele

Bronzeamento artificial antes dos 35 anos aumenta o risco de melanoma


O Bronzeamento Artificial e o Câncer de Pele

 

 

Yinka Ebo explica que "a pesquisa já mostrou que usar espreguiçadeiras (camas de bronzeamento artificial) pela primeira vez antes dos 35 anos aumenta o risco de melanoma maligno em oitenta e sete por cento. Fazer um bronzeamento artificial não vai fazer qualquer bem - o melhor cenário é que o bronzeamento artificial vai aumentar sua idade e também danificar sua pele; o pior cenário é um diagnóstico de câncer e, potencialmente, a morte". 

 

 

O poder da radiação ultravioleta (UV) de áreas que foram obrigadas a ter licenças de camas de bronzeamento artificial não foi diferente do que das áreas que não precisam de licenças. A recomendação definida pela Grã-Bretanha e Europa foi feita em 2003 e definiu um limite de radiação UV para camas de bronzeamento. O Melanoma maligno é o tipo mais ameaçador e perigoso de câncer de pele.

 

 

A pesquisa indica que as autoridades locais precisam trabalhar mais para garantir que as recomendações sejam realizadas por salões de bronzeamento. O risco de contrair câncer de pele para quem usa dessas camas de bronzeamento artificial foi também analisado e comparado com o risco do sol do Mediterrâneo sobre o meio-dia no verão, segundo o relatório de Cancer Research UK.

 

 

Nina Goad, da associação britânica de dermatologistas, concluiu: "Normas de segurança de produto estão lá para proteger o público e o governo deve intensificar sua regulação da indústria. A Inglaterra tem uma legislação adequada, abrangendo questões como a segurança dos equipamentos, asaúde e os avisos para os clientes através de inspeções das instalações".