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Homens também devem se preocupar com o HPV

Doença se manifesta por meio de verrugas e lesões nos genitais e pode levar ao câncer de pênis



 



Não se trata de um vírus que acomete somente as mulheres. O sexo masculino também está exposto ao HPV (papiloma vírus humano). Uma vez contraído, o vírus pode permanecer no organismo durante anos, sem provocar sintoma algum, até que uma baixa no sistema imunológico leva à sua manifestação. 


 


Segundo o Instituto Nacional do Câncer (Inca), pesquisas sugerem que existe uma associação entre o HPV e o câncer de pênis. No Brasil, esse tipo de tumor corresponde a 2% de todos os tipos de câncer que afetam o homem. Em aproximadamente 20% dos casos, o papiloma vírus humano se apresenta como verruga perfeitamente visível, mas na maioria dos casos, a infecção é latente, isto é, não é possível detectá-la a olho nu. 


 


Assim, o diagnóstico correto exige exames como a peniscopia. Entre as situações de risco que predispõem o homem com maior frequência à infecção pelo HPV estão: a multiplicidade de parceiras, a preexistência de outra DST (doença sexualmente transmissível), parceira já diagnosticada com HPV, balanite de repetição e excesso de prepúcio e fimose.


 


Não existe um tratamento considerado ideal, e dependerá de fatores como: se o vírus é ou não potencialmente causador de câncer; da quantidade de vírus (carga viral); a localização e o tamanho das lesões. São diversos os tipos de tratamento: químico, quimioterapia, imunoterapia, cirurgia, eletrocauterização, laser e criocauterização. Dentre todos, a cauterização a laser é muito utilizada, pois o laser é um poderoso bactericida, a cicatrização é rápida e não deixa marcas ou sinais.  


 


O vírus se manifesta conforme as condições do sistema imunológico. Por isso é importante associar ao tratamento o uso de vitaminas que aumentam a resistência, como a Vitamina A, B e o complexo C. Manter a boa higiene, utilizar preservativos em toda relação sexual, adotar uma alimentação equilibrada e contar com apoio psicológico, da companheira(o) é também decisivo. 


 


Após o tratamento, deve-se visitar o médico periodicamente e realizar os exames necessários para prevenir recidivas. 


 


Por: AgComunicado