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Hiperemese gravídica: problema que acomete algumas mulheres grávidas

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Apesar de não ser uma complicação tão comum entre as gestantes, a hiperemese gravídica não é exatamente rara. O problema ganhou novamente notoriedade na mídia após a duquesa Kate Middleton, grávida de três meses, ter sido internada recentemente com sintomas excessivos de náuseas e vômitos devido à gravidez.



Em geral, estes sintomas são naturais no princípio da gestação, entre a 5ª e 16ª semana, mas quando nota-se uma grande frequência de vômitos, a mulher precisa ser examinada e talvez hospitalizada, por conta do risco sério de desidratação. Ela deverá ficar de licença médica do trabalho por algum tempo. Como é comum confundir os enjoos normais da gravidez com a hiperemese, alguns sinais devem ser avaliados, tais como:



• Náuseas fortes e frequentes que não melhoram com o uso de medicamentos prescritos pelo médico;

• Vômitos excessivos ao longo do dia;

• Perda de peso;

• Dia a dia conturbado devido aos sintomas.



Mesmo que a perda de peso não seja evidenciada, se os vômitos e enjoos estiverem insuportáveis, é fundamental consultar um médico. Às vezes, ouvir mais de uma opinião médica é válida, porque existe a tendência de considerar o quadro de hiperemese apenas como uma náusea comum da gravidez. Quanto mais cedo o problema for detectado pelo médico, menores são os riscos de evoluir para uma hiperemese mais grave.



Quando o enjoos são seguidos de outros sintomas, como febre e dor, alguma outra causa pode ser investigada, desde uma infecção urinária até problemas de tiroide ou diabetes. Para isso, o obstetra solicita exames laboratoriais e de imagem para verificar se há algum fator extra.



Alguns  fatores de risco são gravidez múltipla ou já ter apresentado o problema em outra gestação. 

A saúde do bebê é monitorada de perto mas é bom saber que a hiperemese gravídica não causa maiores problemas para o pequenino.



Por: AgComunicado