Você sabe reconhecer os sinais de um infarto?


Fique atento para dor nas costas, suor excessivo e respiração ofegante

Em geral, quem sofre um enfarte sente uma forte dor no peito que se estende para os braços, principalmente o esquerdo, suor excessivo e perda da consciência. Mas nem sempre tais sintomas, considerados clássicos pela literatura médica, são facilmente reconhecidos pelas pessoas.

Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), as doenças cardiovasculares são a principal causa de morte no mundo. No Brasil,  o infarto perde apenas para o acidente vascular cerebral (AVC) como uma das maiores causas de óbitos entre os brasileiros.

A interrupção da circulação sanguínea no músculo cardíaco caracteriza o infarto. Pode acontecer devido ao acúmulo de gordura nas paredes das artérias (coronárias) que irrigam o coração. A formação dessas placas de gordura é motivado por fatores de risco como  obesidade, maus hábitos de alimentação, fumo, pressão arterial alta, altas taxas de colesterol, falta de exercícios, diabetes e predisposição genética.

O infarto é muitas vezes precedido por uma "isquemia", ou seja, quando o fluxo de sangue chega a 30% de sua capacidade. Mesmo nesta situação é comum sentir dor e formigamento nos braços, na região do pescoço e nas costas, que se irradia para o estômago, acompanhado de enjoo.

Os seguintes sintomas indicam a ocorrência de um ataque cardíaco:

• Ocorre uma pressão desconfortável no peito ou na região das costas;
• A dor se espalha pelos ombros, pescoço e braços;
• Podem haver: tontura, suor, náusea, respiração curta e ofegante, falta de ar ou sensação de plenitude gástrica.

Nem todos estes sintomas, porém, ocorrem ao mesmo tempo. Mesmo que haja dúvida se está realmente ocorrendo um enfarte, ou não, procure ajuda com a máxima urgência. Comece chamando o Samu ou o Corpo de Bombeiros. Esta orientação é dada pelo próprio Ministério da Saúde, pois estes profissionais estão capacitados para prestar os primeiro socorros e transportar o paciente até o hospital mais próximo.

O ideal, no entanto, é não esperar passar por uma situação como esta. Mude seus hábitos alimentares, saía da vida sedentária e visite o seu médico regularmente para realizar o acompanhamento médico necessário.

Por: AgComunicado