Vitamina E ajuda no tratamento de doenças em recém-nascidos e adultos


Este importante nutriente fortalece as defesas do organismo, protege os nervos e o coração

A importância da vitamina E para a saúde foi reforçada em 1968, quando foi reconhecida como um nutriente essencial para os seres humanos pelo Comitê de Alimentação e Nutrição do Conselho Nacional Americano.

Hoje já se sabe muito sobre a capacidade antioxidante desta vitamina, no sentido de
combater os radicais livres, que são os principais “aceleradores” do processo do envelhecimento. Soma-se a isso o seu efeito anticancerígeno, principalmente contra o câncer de pele e de mama.

Podemos encontrá-la em alimentos como óleos vegetais (girassol, palma, milho, soja e oliva), nozes, semente de girassol, kiwi e germe de trigo. Grãos integrais, peixe, leite de cabra e vegetais verdes folhosos também são ricos em vitamina E. E ainda a tecnologia alimentar enriquece margarinas e outros alimentos com esta vitamina.

A falta desta vitamina acomete pessoas que não conseguem absorver a gordura ingerida, como bebês prematuros e adultos com desordens no metabolismo das gorduras. Estas pessoas precisarão, provavelmente, de suplementos de vitamina E, encontrados em forma de cápsulas de gelatina mole, comprimidos mastigáveis ou efervescentes ou ainda em  ampolas.

Enquanto o consumo de alimentos ricos em ferro reduz a disponibilidade de vitamina E no organismo, a presença de outros antioxidantes, como a vitamina C e o betacaroteno, fortalecem a sua ação antioxidante e protetora.

Entre as principais funções deste nutriente estão: proteger os nervos, músculos e sistema cardiovascular; fortalecer o sistema imunológico e otimizar a absorção da vitamina A pelo organismo. Vem sendo utilizada com sucesso na terapia de diversas doenças que comprometem a sobrevivência de bebês prematuros, como anemia hemolítica, hemorragia intraventricular e fibroplasia retrolenticular.

A deficiência no organismo da vitamina E pode levar ao desenvolvimento de um tipo raro de doença neuromuscular progressiva, tanto em crianças como adultos. Entre os sintomas estão a perda de coordenação motora, equilíbrio e, em casos graves, da capacidade de andar. Já em excesso, a vitamina E, por ser um anticoagulante, acaba por elevar o risco de sangramentos.

Por: AgComunicado