Veja como se livrar da retenção de líquidos!


Descubra quais são os motivos da retenção de líquido e o que fazer para combatê-la!

 
Descubra quais são os motivos da retenção de líquido e o que fazer para combatê-la! 
 
 
Sabe quando parece que você ganhou uns quilinhos desde o momento em que você colocou a roupa até a hora em que você a tira? Isso pode ser um sintoma da retenção de líquidos no seu corpo. Ela causa desconforto, inchaços e faz uma pessoa ganhar até dois quilos em um só dia. 
 
 
Segundo uma médica ortomolecular, biologicamente, a retenção de líquido é um excesso de líquido nos tecidos periféricos e que pode facilmente ser percebido comprimindo áreas como as que ficam nos tornozelos – se ficarem marcadas pela compressão é porque você está retendo líquido. “A retenção está ligada aos eletrólitos [sódio, potássio, cloro] e aos hormônios. Eles ficam acumulados no subcutâneo, gerando dor local pela compressão”. 
 
 
Como esse mal surge no organismo? De acordo com uma ginecologista a retenção de líquido pode acontecer em períodos de alterações hormonais – como a TPM, a gravidez e a menstruação. A falta de exercícios e o uso de medicamentos como corticóides, por exemplo, podem agravar a situação. 
 
 
A alimentação com pouca proteína e muito sal também favorece a retenção. Falta de exercícios, pílulas anticoncepcionais de alta dosagem, roupas apertadas que dificultam a circulação e o estresse, que altera os hormônios, também podem causar o problema. E também há o fator genético. “Algumas mulheres tendem a reter mais líquidos do que outras, por características não somente genéticas, mas comportamentais”, diz a ginecologista. 
 
 
Então, se a genética não auxilia, é preciso cuidar da alimentação: deve-se reduzir o sal da dieta. Quando a quantidade de sódio na alimentação é muita, o excesso persistente pode causar não só hipertensão arterial (em pessoas suscetíveis), mas também retenção de líquidos (edemas).
 
 
Para evitar a retenção de líquidos, uma nutricionista sugere consumir frutas diuréticas como abacaxi, melão, limão, maracujá e morango. Ingerir fontes de magnésio (folhas verdes escuras, cereais integrais), potássio (banana, laranja, ameixa, tomate, semente de girassol, Goji Berry), vitamina B6 (cereais integrais, castanhas), cálcio (gergelim, vegetais verdes escuros, tofu, feijões) também ajuda. 
 
 
Embora possa parecer contraditório, não se deve esquecer de beber muita água. 2 litros por dia, no mínimo – o objetivo é estimular a função renal e a eliminação de toxinas. A drenagem linfática e o consumo de chás diuréticos também podem ajudar. De acordo com uma terapeuta, a drenagem linfática manual potencializa e aumenta o fluxo de eliminação das toxinas. 
 
 
A massagem é feita estimulando os principais gânglios, como na região das axilas, do pescoço e virilhas. “A pressão deve seguir o sentido fisiológico da drenagem, ou seja, dos membros em direção ao tronco, seguindo o caminho do sistema linfático, por onde os líquidos em excesso do corpo são conduzidos para serem eliminados”, explica a especialista. 
 
Henrique Torres