Será que é lombalgia?


Simples “mau jeito” ou dor permanente diferenciam o problema.

 Conhecida como “dor nas costas” ou “dor lombar”, a lombalgia pode ter diversas causas, e não é considerada grave por si só. As causas variam de simples a complexas. O desencadeamento se dá por conta de fatores de risco os mais variados, que podem concorrer para seu agravamento: hérnia de disco, má postura ao deitar-se, sentar-se ou em pé, obesidade; lesão ou trauma sofrido na região; sedentarismo; trabalhos repetitivos; sobrecarga ao levantar objetos pesados, estresse e gravidez. 
 
A lombalgia pode ser aguda ou crônica. Dores agudas acontecem por algum trauma específico ou um “mau jeito” sentido após um esforço físico, que causa dor de intensidade variada no momento da ocorrência e que é aliviada com o passar do tempo. Dores crônicas são as que persistem com o passar do tempo. 
 
Rever as condições posturais é o melhor caminho para prevenir dores lombares. Ajustar o tamanho do travesseiro – nem muito alto, nem muito baixo – para que o pescoço fique alinhado, fazer exercícios físicos orientados, corrigir a postura ao sentar-se e  evitar carregar peso estão entre os cuidados para prevenir o aparecimento ou ressurgimento das dores. Sessões de fisioterapia e RPG (reeducação postural global) são os principais métodos para tratar o problema de lombalgia crônica. O fortalecimento dos músculos lombares é importante. 
 
O exame clínico, na maioria dos casos, já é o suficiente para diagnosticar o quadro de lombalgia. Leva em conta as características dos sintomas e a rotina da pessoa. Exames como raio-X tomografia e ressonância magnética auxiliam a análise. O médico ortopedista pode prescrever medicamentos analgésicos e antiinflamatórios para aliviar as dores. Existem doenças que podem estar associadas à lombalgia e a consulta médica é fundamental para um tratamento adequado. 
 
Por: AgComunicado