Que tal substituir o refrigerante por bebidas mais saudáveis?


Abundância de substâncias artificiais e ausência de nutrientes são as principais características do “refri”

Beber um refrigerante é uma delícia, não dá para negar. Porém, essa bebida gaseificada, repleta de açúcar ou adoçantes artificiais, deve ser consumida com a máxima moderação. Não é uma bebida que ofereça qualquer aspecto funcional ao organismo ou que traga algum benefício que não o do prazer de sua ingestão.
 
A lista de mitos e verdades sobre a inclusão desta bebida na dieta é enorme. Ainda pairam algumas dúvidas sobre seus reais malefícios à saúde. Uma coisa é certa: como não oferece nenhum nutriente e é repleta de sódio, corantes, aromatizantes, conservantes, acidulantes, umectantes e estabilizantes, entre outras substâncias artificiais, para se hidratar é melhor priorizar no dia a dia a água com ou sem gás (dá para aromatizar com limão, tangerina), sucos naturais sem açúcar e água de coco. E deixar os refrigerantes para situações especiais. 
 
De acordo com dados do Ministério da Saúde divulgados em abril deste ano, 29,8% dos brasileiros consomem refrigerante pelo menos cinco vezes por semana. Índices como este apontam que a bebida chega a ultrapassar o consumo de frutas e hortaliças.
 
De fato, as substâncias artificiais contidas nos refrigerantes não agregam nenhum benefício à saúde do organismo. Há pessoas que matam a sede com o refrigerante e nem percebem que passaram o dia todo ingerindo esta bebida, e nenhum copo d'água!
  
Consumido com frequência, o refrigerante pode causar gastrite, flatulência e aumento dos níveis de colesterol ruim. Além disso, a quantidade de ácido fosfórico contida na bebida interfere na absorção de cálcio pelo organismo, o que levaria à osteoporose e poderia atrapalhar o desenvolvimento ósseo das crianças.
 
O problema não está no consumo do refrigerante, mas sim na quantidade. 
 
Por: AgComunicado