Pintas no corpo exigem atenção constante


Saber quando elas se tornam um risco à saúde é a chave na prevenção do câncer de pele

Notou alguma pinta ou manchinha nova no corpo, ou alteração nas já existentes? Procure um dermatologista. Observar a pele com regularidade ajuda a prevenir o câncer de pele. Com isso, quaisquer sinais que precisem ser removidos são identificados na melhor hora. No caso de um câncer de pele, principalmente, a identificação precoce é a chave. 
 
Nascemos com algumas pintas e outras vão aparecendo com o tempo. Sua quantidade depende da herança genética e cor da pele, além dos cuidados com a exposição solar. Nota-se que pessoas mais claras costumam apresentar mais pintas e devem redobrar a proteção solar. A pele negra contém altos níveis de melanina, responsável pela coloração e proteção natural da pele, e por isso está menos vulnerável aos efeitos da radiação solar. Porém, também precisa de cuidados. A tendência de aparecimento de manchas na pele negra é maior em relação às peles mais claras. Em todos os casos, o uso de protetor solar é indispensável.
 
Para saber quando as pintas apresentam riscos à saúde, a dica básica é observar se elas sofrem mudanças com o tempo relativas a crescimento, assimetria (quando deixas de ser redondinhas, tomando um aspecto irregular), se há mudança de cor ou mistura de tons (marrom com preto e vermelho, por exemplo), coceira ou sangramento. 
 
A avaliação do dermatologista é imprescindível. Se o médico achar necessário, uma pinta pode ser removida no próprio consultório, em um procedimento rápido e simples, e o material é encaminhado para análise no laboratório. 
 
Além da constante utilização do protetor solar com fator de proteção acima de 30 em todas as áreas expostas à luz, vale evitar exposição ao sol principalmente entre as 10h e 15h. Na praia e na piscina, todos deveriam usar um boné, viseira ou chapéu e reaplicar o protetor depois de cada banho.
 
Por: AgComunicado