Os Tratamentos da Bulimia


Veja aqui quais são os tipos de tratamentos disponíveis para cuidar de pacientes com bulimia.

Tratamento da Bulimia


O tratamento da síndrome da bulimia é muito crítico, e, assim, os provedores de tratamento devem ter experiência em distúrbios alimentares e de saúde na adolescência. Existem dois tipos principais de tratamento dado para aqueles que sofrem com a bulimia nervosa. Tratamentos psicofarmacológicos e psicossociais.


Psicoterapia da Bulimia


Existe vários tratamentos psicossociais para a bulimia nervosa, que se caracteriza pela autopurgação como tentativa de emagrecer. Terapia cognitivo-comportamental (TCC), que envolve profissionais de ensino para desafiar os pensamentos automáticos e participar de experimentos comportamentais (por exemplo, em sessões sobre alimentação) tem demonstrado eficácia com e sem medicação antidepressiva concorrente. A pesquisa sugere que a terapia cognitivo-comportamental (TCC) é o tratamento mais eficaz de psicoterapia para bulimia nervosa. Uma exceção foi o estudo que sugere que a psicoterapia interpessoal (TIP) pode ser tão eficaz como a TCC, embora mais lenta para atingir os seus efeitos.  Usou-se o CBT e o registro dos pacientes de quanta comida comem e dos períodos de vômito com a finalidade de identificar e evitar flutuações emocionais que ocorrem em episódios de bulimia em uma base regular (Gelder, Mayou e Geddes, 2005). Barker (2003) afirma que a pesquisa percebeu que de 40 a 60% dos pacientes que realizaram terapia cognitivo-comportamental toraram-se livres de sintomas. Ele afirma, para que o tratamento funcione, que todos os partidos devem trabalhar juntos para discutir, registrar e desenvolver estratégias de enfrentamento. Barker (2003) afirma que fazendo as pessoas conscientes de suas ações, eles vão pensar em alternativas. Os pacientes submetidos à TCC que exibem primeiras mudanças de comportamento são mais susceptíveis de alcançar os melhores resultados de tratamento a longo prazo. Os pesquisadores também relataram alguns resultados positivos para a psicoterapia interpessoal e para a terapia comportamental dialética.
 
Henrique Torres