Os Medicamentos para Pessoas com Déficit de Atenção


Saiba o que são o Déficit de Atenção e a Hiperatidade e conheça seus potenciais efeitos sobre a saúde.

Medicação para pacientes com déficit de atenção e hiperatividade

 

Medicamentos estimulantes são o tratamento médico de escolha. Há um número de estimulantes não medicamentos, tais como atomoxetina, que podem ser utilizados como alternativas. Não existem estudos de eficácia comparativa entre vários medicamentos, e há é uma falta de evidências sobre os seus efeitos sobre o desempenho acadêmico e comportamentos sociais.

 

Embora estimulantes e atomoxetina são geralmente seguras, há efeitos colaterais e contra-indicações à sua utilização. Os medicamentos não são recomendados para crianças pré-escolares, como seu efeito em longo prazo em tais jovens são desconhecidas. Há poucos dados sobre os benefícios de longo prazo ou efeitos adversos de estimulantes para o déficit de atenção e hiperatividade. Qualquer medicamento utilizado para o déficit de atenção e hiperatividade pode demonstrar reações, como psicose e mania, embora psicose induzida por metilfenidato seja incomum.

 

O acompanhamento regular dos indivíduos que recebem terapia de longo prazo para tratamento possível da psicose emergente tem sido recomendado. As pessoas com déficit de atenção e hiperatividade têm um risco maior de abuso de substâncias e medicamentos estimulantes reduzem esse risco. Medicamentos estimulantes, no entanto, tem o potencial para abuso e dependência. Orientações sobre quando usar medicamentos variam internacionalmente, com Nacional do Reino Unido, por exemplo, recomendando o uso somente em casos graves, enquanto a maioria das diretrizes dos Estados Unidos recomendam medicamentos em quase todos os casos.

 

Métodos de tratamento muitas vezes envolvem uma combinação de modificação de comportamento, estilo de vida muda, aconselhamento e medicação. Um estudo de 2005 constatou que a gestão médica e tratamento comportamental é a estratégia de gestão mais eficaz do déficit de atenção e hiperatividade, seguido por medicação sozinha, e depois do tratamento comportamental.

Henrique Torres