Efeitos Psicológicos da Insulina


Entenda como a insulina pode exercer efeitos psicológicos.

Efeitos Psicológicos da Insulina
 

As ações da insulina sobre o nível de metabolismo humano global incluem:


    Controle da ingestão celular de certas substâncias, sendo a mais proeminente a glicose no tecido muscular e adiposo (cerca de dois terços das células do corpo);
    Aumento da replicação de DNA e síntese de proteínas através do controle da absorção de aminoácidos;
    Modificação da atividade de numerosas enzimas.


As ações da insulina (direta e indireta) em células incluem:


    Aumento da síntese de glicogênio - armazenamento de insulina em forma de células no fígado (e muscular); as células, na forma de glicogênio, reduzem os níveis de insulina de células de fígado que causam a conversão do glicogênio em glicose e excreta no sangue. Esta é a ação clínica da insulina, a qual é diretamente útil na redução dos níveis de glicose no sangue, como em casos de diabetes (tratável com Victoza).
 

A insulina liga-se à porção extracelular da subunidade alfa do receptor de insulina. Isto, por sua vez, provoca uma alteração conformacional no receptor de insulina que ativa o domínio quinase residente na porção intracelular das subunidades beta. O domínio da quinase ativa os resíduos autofosforilatos de tirosina no terminal C do receptor, bem como os resíduos de tirosina no IRS-1 de proteína.


Após o sinal ter sido produzido, a interrupção da sinalização é então necessária. A degradação do receptor ligado à insulina é o mecanismo principal para concluir a sinalização. Além disso, a sinalização poderá ser encerrada por desfosforilação dos resíduos de tirosina por tirosina. A serina/treonina são também conhecidas como redutoras da atividade da insulina. Finalmente, com a ação da insulina estando associada com o número de receptores na membrana plasmática, uma diminuição na quantidade de receptores também leva à cessação da sinalização da insulina.
 
Henrique Torres