O Prognóstico Negativo da Doença Arterial Periférica


Veja como na falta de tratamento adequado o prognóstico da doença arterial periférica pode ser bastante negativo.

Para pessoas como o paciente David Dow, cuja dor na perna se mantinha mesmo ao andar distâncias curtas, as chances são ainda piores: estimativas mostram que metade morrerá em até cinco anos. "Com certeza, é um despertar," diz o paciente David Dow, que tem de parar de fumar e mudar seus hábitos alimentares. "Você sabe sobre o velho ditado "onde há fumaça, há fogo", tenho certeza que eu tenho não apenas os problemas vasculares nas minhas pernas inferiores, mas tenho certeza também de que eu os tenho em outras partes do meu corpo." David Dow não está sozinho, diz Stanley, que operou milhares de pacientes com severa doença arterial periférica em suas décadas como professor de cirurgia vascular na U-M Medical School. Quase 30 milhões de pessoas nos Estados Unidos tem alguma forma de doença arterial periférica, embora a grande maioria sejam casos "silenciosos" que não causam sintomas. Entre pessoas com mais de 70 anos, quase uma pessoa em cada cinco tem a doença arterial periférica. A doença arterial periférica tem como um dos fatores que contribuem para o seu surgimento a diabetes, que por sua vez é uma doença que pode ser tratada com medicamentos como o Victoza.


A grande maioria dos casos de doença arterial periférica está longe de atingir o padrão grave da amputação. Mas as pessoas que não recebem ajuda para os sintomas quando eles começam, acabam tendo sintomas que vão tornando-se muito pior ao longo do tempo. Assim, Stanley recomenda que quem tem desconforto em sua perna ou pernas, especialmente se é uma nova dor que dura mais de uma semana, deve conversar com um médico. Ela ou ele pode realizar um exame de Doppler, um teste de ultrassom indolor, não invasivo, que detecta a pressão do sangue nas extremidades do corpo.
 
Henrique Torres