O Diagnóstico do Cálculo Renal


O diagnóstico de pedras nos rins é feito com base nas informações obtidas a partir da história do paciente, de exame físico, de exame de urina e de estudos radiográficos.

O Diagnóstico do Cálculo Renal
 
 
O diagnóstico de pedras nos rins é feito com base nas informações obtidas a partir da história do paciente, de exame físico, de exame de urina e de estudos radiográficos. Exame de ultrassom e exames de sangue também pode ajudar no diagnóstico.
 
 
Quando uma pedra não causa nenhum sintoma, a conduta expectante é uma opção válida. Para as pedras sintomáticas, o controle da dor é, geralmente, a primeira medida, uso de medicamentos como antiinflamatórios (como 800 mg de ibuprofeno, 3 vezes por dia) ou opióides. Casos mais graves podem exigir intervenção cirúrgica. Por exemplo, algumas pedras podem ser quebradas em fragmentos menores usando litotripsia extracorporal por ondas de choque extracorpóreas. Alguns casos exigem mais formas invasivas de cirurgia. Exemplos destes são procedimentos como litotripsia a laser ou técnicas percutâneas. Às vezes, um tubo pode ser colocado no ureter para contornar a obstrução e aliviar os sintomas, bem como para evitar estenose ureteral após a remoção de pedra ureteroscópicos.
 
 
A dor de pedras que obstruem o ureter ou pelve renal é insuportável, a dor é intermitente que irradia desde o flanco para a virilha ou a área genital e a parte interna da coxa. Este tipo particular de dor, conhecida como cólica renal, muitas vezes é descrito como uma das mais fortes sensações de dor conhecidas. Cólica renal causada por cálculos renais é comumente acompanhada de urgência urinária, inquietação, hematúria, transpiração, náusea e vômitos. Normalmente vem em ondas, com duração de 20 a 60 minutos, causada por contrações peristálticas do ureter quando ele tenta expelir a pedra.
 
Henrique Torres