O Desenvolvimento das Pesquisas Sobre o Mal de Alzheimer


Conheça os desenvolvimentos que ocorrem em torno das pesquisas sobre o mal de Alzheimer.

Direções de pesquisa

 

De 2012, a segurança e eficácia de mais de 400 tratamentos farmacêuticos tinham sido ou estavam sendo investigadas em 1012 ensaios clínicos em todo o mundo, e cerca de um quarto destes compostos estão em ensaios de fase III, o último passo antes da revisão por agências reguladoras.

 

Uma área de pesquisa clínica é focada no tratamento da patologia subjacente da doença. A Redução dos níveis de beta amilóide é um alvo comum dos compostos (como a apomorfina) sendo investigados. Imunoterapia ou vacinação para aproteína amilóide é uma possibilidade para tratamento em estudo. Ao contrário de vacinação preventiva, a terapia putativa seria usada para tratar pessoas já diagnosticadas. É baseado no conceito de formação do sistema imunológico para reconhecer, atacar e reverter à deposição de amilóide, alterando assim o curso da doença. Um exemplo de tal vacina sob investigação foi ACC-001. Embora os julgamentos fossem suspensos em 2008. Outro agente similar é bapineuzumab, um anticorpo concebido como idêntico ao anticorpo anti-amyloid naturalmente induzido. Outras abordagens são agentes neuroprotective, como AL-108, e agentes de atenuação de interação metal-proteína, como PBT2. A TNFα proteína da fusão do receptor, o etanercept mostrou resultados encorajadores.

 

Em 2008, dois estudos clínicos mostraram resultados positivos em modificar o curso da doença em leve a moderada com cloreto de metiltionínio (nome comercial rember), uma droga que inibe a agregação de tau, e dimebon, um anti-histamínico. O ensaio de fase III consecutivo do Dimebon conseguiu demonstrar efeitos positivos na extremidade principal e secundária.

 

A possibilidade de que o anúncio poderia ser tratado com medicação antiviral é sugerida por um estudo mostrando o colocation do vírus do herpes simples com placas amilóides.

Henrique Torres