Medicamento para emagrecer não costuma causar dependência


Confira os esclarecimentos de um especialista

Segundo o endocrinologista e especialista Alfredo Halpern:

O metabolismo geral de um indivíduo se dá pela soma do metabolismo basal, que varia de indivíduo para indivíduo, e do metabolismo da prática física e do metabolismo que responde pela queima do que é consumido. As proteínas são consumidas com mais facilidade que gorduras e carboidratos.

O metabolismo dos exercícios físicos pode ser aumentados e eles também auxiliam no aumento da musculatura e da massa magra.

Ao engordar, a pessoa ganha metade do peso em gorduras e os outros 50% em massa magra.

 O hormônio do crescimento, anabolizantes e a testosterona podem aumentar o percentual de músculos, mas causam danos a saúde e podem até levar à óbito.

Emagrecer e engordar pode causar deformações no o corpo e criar as temidas estrias, que são um rompimento das fibras que ficam embaixo da pele, e é por isso essa variação precisa ser evitada.

Os anticoncepcionais podem levar ao ganho de peso para algumas mulheres e geralmente trocar a marca da pílula não adianta, pois trata-se de uma tendência individual. Estas mulheres têm mais risco de ganho de peso durante a gestação.

A tão propalada ração humana e os shakes dietéticos de fato podem ajudar a emagrecer. É importante estar atento ao fato de que tais  produtos têm menos nutrientes e menos calorias que uma refeição normal. É necessário prestar atenção à procedência e substituir refeições pelos shakes apenas algumas poucas vezes durante a semana.
A parte emocional, conta muito; ansiedade, depressão e quadros de estresse também influenciam nos resultados de ganho ou perda de peso.

Em resumo, os remédios para emagrecer em geral não causam dependência, e a exceção é o caso dos anfetamínicos. Os pacientes com históricos de dependência por álcool ou drogas definitivamente não devem tomar tais medicamentos.

Fonte: G1