Lipoaspiração só pode ser feita após criteriosa avaliação médica


Seguir hábitos de vida saudáveis é fundamental para um bom resultado pós-cirúrgico.

 As técnicas de lipoaspiração evoluíram nos últimos anos. Porém, esta solução aparentemente prática não é a única maneira de eliminar os quilinhos extras e conquistar a aparência desejada. Antes de qualquer atitude mais radical, é válido procurar opiniões médicas para decidir se esta é a solução ou se vale repensar e mudar os hábitos cotidianos.
 
A lipoaspiração, em alguns casos definida como lipoescultura, é uma cirurgia plástica utilizada para remodelar áreas específicas do corpo, a fim de remover o excesso de gordura localizada sob a pele. Esse acúmulo é particular do organismo de cada pessoa e tem a ver com genética e estilo de vida (qualidade da alimentação, estresse, nível de atividade física e condições físicas e médicas particulares). Alguns têm mais facilidade para manter-se magros, enquanto outros lutam contra a balança. 
 
O procedimento invasivo da lipoaspiração é indicado para pessoas com algum tipo de dificuldade de eliminar as gorduras localizadas, mesmo após a adesão a uma dieta saudável e exercícios regulares. Nas últimas décadas, recorrer à cirurgia virou uma espécie de moda. Como qualquer cirurgia, ela envolve riscos e só pode ser feita por cirurgiões habilitados. Importante ressaltar que apenas a realização da lipoescultura não é garantia de controle do acúmulo de gordura corporal. As técnicas de lipoaspiração retiram apenas a gordura subcutânea e não removem a gordura visceral, que fica dentro dos órgãos. Além disso, ela não serve para perda de peso ou retirada de grandes volumes de gordura.
 
A atitude mais sensata é buscar uma avaliação médica bem criteriosa. Há casos em que a lipoaspiração não é indicada. O paciente deve ser orientado a seguir hábitos saudáveis, inclusive após a cirurgia, de forma a evitar o retorno da gordura removida.
 
Por: AgComunicado