Labirintite, como tratar?


Uma doença que atinge milhares de pessoas, a labirintite é causada por um distúrbio no ouvido, que provoca uma desordem no equilíbrio do corpo humano.

 
A labirintite é um problema que atinge milhares de pessoas, em geral, após os 40 ou 50 anos. Decorrente de alterações metabólicas e vestibulares, o termo labirintite é uma definição para as doenças do labirinto, isto é, uma estrutura interna do ouvido, constituída pela cóclea (responsável pela audição) e pelo vestíbulo (responsável pelo equilíbrio). 
 
Geralmente, a labirintite pode originar-se de diversos problemas, que podem ser: altos níveis de colesterol e triglicérides (que podem ser tratados com o medicamento Sinvastatina), diabetes ou doenças virais bacterianas. Os fatores de risco para a labirintite estão entre, hipoglicemia, hipertensão, consumo excessivo de álcool, café e medicamentos como antibióticos, anti-inflamatórios, estresse e ansiedade. 
 
O envelhecimento do sistema vestibular, que é o conjunto de órgãos do ouvido, responsáveis pelo equilíbrio, ocorre geralmente em pacientes idosas. Essa alteração no vestíbulo resulta da insuficiência circulatória na região ou de traumas no ouvido interno. 
 
Os sintomas que caracterizam a labirintite podem ser: tonturas, vertigem, náuseas, sudorese, vômitos, alterações gastrointestinais, perda de audição ou audição diminuída. As crises podem durar de minutos a horas ou dias.
 
Para distinguir a doença, é necessário realizar uma avaliação com um especialista, que avaliará  se a doença labiríntica é decorrente de alterações muscoesqueléticas, oftalmológicas ou do sistema nervoso central. Especialistas recomendam que o exame otoneurológico completo, é fundamental para estabelecer o diagnóstico da labirintite. 
 
O tratamento é realizado por medicamentos e cuidados especiais, recomendados de acordo com a magnitude da doença de cada paciente. Os mais indicados são os medicamentos que atuam como vasodilatadores, pois facilitam a circulação sanguínea. Assim como, medicamentos que suprem a tontura, agindo sobre o sistema nervoso central, como os: labirinto-supressores, anticonvulsinantes e antidepressivos.
 
As mudanças no estilo de vida são essenciais para prevenir as crises de labirintite, especialistas recomendam o corte em bebidas alcoólicas e cigarro, controle dos níveis de colesterol e triglicérides (que pode ser realizado com o medicamento Sinvastatina), respeitar as dietas recomendadas pelos médicos, seguindo a risca a regra de comer de três em três horas, ingerir bastante liquido e por fim, praticar exercícios físicos regulares.