Intervenções Psicológicas Contra o Mal de Alzheimer


Saiba que tipo de intervenções são feitas no tratamento do mal de alzheimer.

Intervenção psicossocial

 

Intervenções psicossociais são usadas como adjuvante ao tratamento farmacêutico e pode ser classificada dentro de comportamento, emoção, cognição ou estimulação-abordagens orientada. Pesquisas sobre a eficácia são indisponíveis e raramente específicas para doença de Alzheimer, concentrando a demência em geral.

 

Intervenções comportamentais tentam identificar e reduzir os antecedentes e as consequências de comportamentos problemáticos. Esta abordagem não tem mostrado sucesso na melhoria do funcionamento geral, mas pode ajudar a reduzir alguns comportamentos do problema específico, como a incontinência. Há uma falta de dados de alta qualidade sobre a eficácia destas técnicas em outros problemas de comportamento.

 

Terapia de reminiscência, terapia de validação, psicoterapia de apoio, integração sensorial, também chamado de snoezelen e simulado terapia de presença são indicados.

 

A Psicoterapia de apoio tem recebido pouco ou nenhum estudo científico formal, mas alguns clínicos acham útil em ajudar pessoas levemente prejudicadas a ajustar a sua doença. Terapia do reminiscence (RT) envolve a discussão de experiências passadas, individualmente ou em grupo, muitas vezes com o auxílio de fotografias, utensílios domésticos, música e gravações de som ou outros itens familiares do passado. Embora existam poucos estudos de qualidade sobre a eficácia do RT, pode ser benéfico para a cognição e humor.

 

A terapia simulada da presença (SPT) é baseada em teorias de apego e envolve a tocar uma gravação com vozes dos parentes mais próximos da pessoa com doença de Alzheimer. Não há evidência parcial indicando que o SPT pode reduzir comportamentos desafiadores.

 

Finalmente, a terapia de validação é baseada na aceitação da realidade e verdade pessoal de outra experiência, enquanto a integração sensorial é baseada em exercícios que visam a estimular os sentidos. Há pouca evidência para apoiar a utilidade destas terapias.

Henrique Torres