História da Hipertensão


Veja como se deu, no decorrer das décadas, o avanço da medicina no tratamento da pressão alta!

História da Hipertensão
 
 
O entendimento moderno do sistema cardiovascular começou com o trabalho do médico William Harvey (1578–1657), que descreveu a circulação do sangue em seu livro "De motu cordis". O clérigo Inglês Stephen Hales fez a primeira medição publicada da pressão arterial em 1733. As descrições da hipertensão como uma doença veio entre outros, de Thomas Young em 1808 e especialmente de Richard Bright em 1836. O primeiro relatório da pressão de sangue elevada em uma pessoa sem evidência de doença renal foi feito por Frederico Akbar Mahomed (1849–1884). No entanto a hipertensão como uma entidade clínica surgiu em 1896 com a invenção do esfigmomanômetro de braçadeira, feito por Scipione Riva-Rocci, em 1896. Isto permitiu a medição da pressão arterial nas clínicas. 
 
 
Nos séculos XIX e XX, um eficaz tratamento farmacológico para a hipertensão arterial tornou-se possível, e três modalidades de tratamento foram usadas, todos com inúmeros efeitos colaterais: restrição de sódio estrita (por exemplo, o arroz), simpatectomia (ablação cirúrgica de partes do sistema nervoso simpático) e terapia de pirogênio (injeção de substâncias que causou uma febre, reduzindo indiretamente a pressão arterial). O primeiro químico para hipertensão, tiocianato de sódio, utilizou-se em 1900, mas tinha muitos efeitos colaterais e tornou-se impopular. Vários outros agentes foram desenvolvidos após a Segunda Guerra Mundial, o mais popular e razoavelmente eficaz foram cloreto de tetrametilamónio e seus derivados: hexametônio, hidralazina e reserpina. Um grande avanço foi alcançado com a descoberta dos agentes disponíveis por via oral. O primeiro foi o chlorothiazide, o primeiro diurético tiazídico e desenvolvido a partir da antibiótica sulfanilamida, que se tornou disponível em 1958.
 
 
O medicamento Ablok é indicado por muitos médicos para o tratamento de Hipertensão Arterial.
 
Henrique Torres