Flutuação terapêutica é nova modalidade de relaxamento


Sessões em um tanque de água salgada prometem aliviar o estresse.

Agora os brasileiros já podem experimentar um modelo de terapia comum nos Estados Unidos e na Europa: a flutuação em água salgada. Desenvolvido para proporcionar bem-estar físico e mental, a prática é executada em um tanque de água e busca uma espécie de privação dos sentidos. O ambiente não apresenta ruídos, é escuro e uma alta concentração de sal faz com que o corpo afunde e a flutuação ocorra.
 
O relaxamento com a flutuação é intenso, e acontece devido à composição de 25cm de água mais 350kg de sal tipo Epson (que contém menos iodo). Busca simular a água do Mar Morto – no Oriente Médio, famoso pela alta concentração salina. A temperatura da água é parecida com a do corpo humano, entre 35,4 e 35,6 graus. Especialistas dizem que essa nova modalidade faz o organismo liberar endorfina, um neurotransmissor conhecido como “o hormônio do prazer”. Os efeitos seriam o alívio de dores, aumento de disposição, da resistência e melhora do humor. 
 
Há duas possibilidades de flutuação: ativa e passiva. A primeira engloba exercícios que utilizam a mente. Na forma passiva, a busca é por uma quietude interior e relaxamento.
 
Pacientes com dores musculares crônicas, após serem regularmente tratados em uma piscina de flutuação, podem apresentar redução nas dores e melhora na qualidade do sono. Crianças também podem realizar sessões da terapia, e se beneficiariam pelo aumento da concentração e redução da ansiedade e da hiperatividade.
 
As sessões da flutuação terapêutica costumam ser semanais e duram cerca de uma hora. Para garantir a segurança, devem ser conduzidas por profissionais treinados durante todo o tempo em que a pessoa estiver na cabine. É um tratamento alternativo, que pode se aliar aos tratamentos convencionais como medicamentos prescritos pelo médico.
 
Por: AgComunicado