Estudo Revela que Luto Pode Aumentar os Riscos de Ataque do Coração


Veja como foi feito o estudo que relaciona a perda de uma pessoa querida ao ataque cardíaco

Estudo Revela que Luto Pode Aumentar os Riscos de Ataque do Coração
 
 
Pesquisadores usaram um modo de estudo para comparar os pacientes nos últimos seis meses desde o ataque cardíaco. A abordagem eliminou a possível confusão dos pacientes. Os autores também estimaram o risco relativo de um ataque cardíaco, comparando o número de pacientes que tinham alguém perto deles que morreu na semana antes de eles terem o seu ataque do coração, para o número de mortes de pessoas importantes em suas vidas de um a seis meses antes de seu ataque do coração. O estresse psicológico, como o causado pela dor intensa de um luto, pode aumentar a frequência cardíaca, a pressão arterial e a coagulação do sangue, que pode elevar muito as chances de um ataque cardíaco.
 
 
As informações devem ser particularmente úteis para os profissionais de saúde e os familiares dos paci. O processo de luto pode causar a uma pessoa danos como ela ter menos sono, ter um apetite mais baixo e ter níveis mais elevados de cortisol, os quais estão associados a ataques cardíacos. Também é mais fácil para uma pessoa que está em estado de choque emocional devido a uma perda súbita negligenciar as medicações, deixar de comer corretamente, ou comer mais alimentos prejudiciais, utilizar bebida e fumo mais vezes que o abitual e assim por diante. 
 
 
Este é o primeiro estudo desse tipo que se concentra principalmente sobre os efeitos de eventos emocionais em nossas vidas, principalmente os efeitos sobre o coração. Alguns medicamentos ajudam a prevenir a formação de coágulos que causam os ataques cardíacos. Entre eles o Plavix.
 
 
A Dra. Elizabeth Mostofsky, e os coautores do estudo, o Dr. Malcolm Maclure, a Dra. Jane Sherwood, o Dr. Geoffrey Tofler, e o Dr. James Muller, recomendam mais estudos de profundidade sobre estas questões. O relatório não faz qualquer menção da idade dos participantes, mas é possível assumir que é mais provável que estes acontecimentos afetem a saúde dos idosos. 
 
 
 
Henrique Torres