Dieta sem glúten


Conheça os efeitos dessa dieta que promete emagrecimento rápido e saudável.

 
O glúten é uma proteína sem valor nutricional e sem calorias. Está presente no trigo, na aveia, no centeio, no malte, na cevada e em todos os produtos que necessitam desses ingredientes em seu preparo, como pães, bolos, pizzas e bebidas fermentadas, como a cerveja. E a dieta consiste em diminuir sua ingestão.
 
Os alimentos sem glúten, podem ser encontrados nos produtos feitos a base de farinha de arroz, mandioca, milho, fécula de batata e todos os industrializados que na maioria, indicam a presença ou não da substância, na embalagem.
 
Segundo especialistas, a adoção dessa dieta apresenta resultados imediatos, em apenas duas semanas já é possível notar uma redução de peso e inchaço. Sem contar que a maioria dos alimentos que contêm glúten são mais calóricos e sem eles, emagrecer é mais fácil.
 
Frutas, verduras, legumes e raízes, como batata-doce e mandioca, são alimentos que garantem energia sem o glúten. Uma opção interessante também é a quinoa, um cereal rico em aminoácidos, vitaminas e fibras que proporcionam nutrientes ao organismo e são fáceis de encontrar no supermercado. 
 
As explicações para os ótimos efeitos dessa dieta, têm duas vertentes: a primeira porque ao riscar do cardápio alimentos que contêm glúten, automaticamente as pessoas deixam de comer pães, bolos, massas brancas e não ingerem tantas calorias. Já a segunda vertente está relacionada à intolerância ao glúten, que ocorre em pessoas portadoras da doença celíaca.
 
Ocorre uma reação do sistema imunológico e um anticorpo contra o glúten, é criado. Essa doença pode deflagrar em desnutrição, fadiga, diarreia crônica e ocasionar lesões na parece intestinal, resultando em deficiências na absorção de nutrientes. 
 
Ainda que a dieta sem glúten garanta uma perda de peso eficaz, a restrição ao nutriente é vista também como uma maneira de proporcionar saúde ao organismo. Pois diversos estudos revelam que o consumo do glúten, agrava processos inflamatórios e ainda está vinculado a depressão, dores de cabeça e déficit de atenção.
 
Mas substituir totalmente o glúten não agrada a todos os médicos. Muitos acreditam que a restrição total é desnecessária e que o mais indicado é manter um equilíbrio na dieta, de acordo com as necessidades de cada organismo.