Deficiência de vitamina D: um problema crescente nos EUA e no Reino Unido!


Médicos do Reino Unido dizem ter visto um número crescente de pacientes com graves deficiências de vitamina D.

 
 
Médicos do Reino Unido dizem ter visto um número crescente de pacientes com graves deficiências de vitamina D. O Dr. Benjamin Jacobs, da Royal National Orthopaedic Hospital (RNOH), em Middlesex, na Inglaterra, disse em uma entrevista que isso "indica que, em muitas partes do país, o maioria das crianças têm um baixo nível de vitamina D".
 
 
A deficiência de vitamina D é comum em todas as faixas etárias nos EUA - a Endocrine Society publicou suas diretrizes de prática clínica sobre a vitamina D no Journal of Clinical Endocrinology & Metabolism  em Julho de 2011. Os autores explicaram que a deficiência de vitamina D não é um problema apenas nos EUA, mas em todo o mundo.
 
 
O Dr. Michael F. Holick, médico da Boston University School of Medicine disse: "A deficiência de vitamina D é muito comum em todas as faixas etárias e é importante que os médicos e profissionais de saúde tenham as melhores recomendações baseadas nas evidências para avaliar, tratar e prevenir a deficiência de vitamina D em pacientes com maior risco”. 
 
 
Uma nova diretriz de prática clínica foi desenvolvida por especialistas na área que cuidadosamente revisaram a literatura atual e apresentaram as mais recentes e mais abrangentes recomendações disponíveis na prevenção e tratamento de deficiência de vitamina D.
 
 
A deficiência de vitamina D causa raquitismo, osteomalácia e osteoporose! Caldê é um medicamento indicado no tratamento de processos nos quais esteja indicado um aporte de cáIcio, tais como prevenção da osteoporose, tireotoxicose, hipoparatireoidismo, osteomalacia e raquitismo.
 
 
O Dr. Michael F. Holick disse que "nossa hipótese é que restaurar o nível normal de vitamina D não só corrige o desequilíbrio de quantidades de osso mineralizado e não mineralizado, mas também inicia alterações simultâneas na estrutura óssea que afeta tanto os mecanismos de fratura intrínsecos e extrínsecos".
 
 
A equipe descobriu que pessoas que possuem deficiencia de vitamina D tem mineralização menos global devido a um declínio de osso mineralizado, sob as novas superfícies não mineralizadas, o osso apresenta as características estruturais de ossos mais quebradiços e mais velhos. 
 
 
Os autores dizem que os pacientes de risco devem ter seus níveis de vitamina D monitorados e mantidos em níveis saudáveis, a fim de proteger a integridade estrutural dos ossos e "evitar defeitos de mineralização e as questões do envelhecimento que podem levar a um risco de fraturas".
Henrique Torres