Culinária japonesa traz variados benefícios à saúde


Peixes crus, algas, arroz, gengibre e muito mais

Tem quem se recuse a experimentá-la por achar peixe cru, alga, raiz forte e molho shoyu uma combinação por demais exótica. No entanto, depois de se permitirem o primeiro contato, a maioria das pessoas se tornam fãs. Estamos falando da culinária japonesa comum no Brasil, que inclui sushis (peixe cru com arroz), sashimis (fatias de peixe cru), missoshiru (sopa de tofu) e sunomonos (salada agridoce de pepino com vinagre de arroz), entre vários outros pratos saudáveis.
 
No Brasil, a culinária japonesa passou a ser a preferência de muitas pessoas. Nas últimas décadas, houve um aumento expressivo no número de restaurantes especializados. Os sushimen (que preparam os sushis) passam por treinamentos específicos que os habilitam nesta arte gastronômica. Para acompanhar os pratos, pode-se pedir o tradicional saquê, uma bebida alcoólica fermentada a partir do arroz.
 
Quem está de dieta costuma optar pelos pratos leves, saborosos e nutritivos da culinária japonesa, em sua maioria pobres em gorduras saturadas e ricos em ômega 3. A ingestão regular do salmão ajuda a prevenir doenças cardiovasculares e os cogumelos, como o shitake, reforçam o sistema imunológico.
 
Confira os benefícios de alguns ingredientes presentes na culinária japonesa oferecida no Brasil:
 
• Pepino: composto 95% de água, garante a hidratação do organismo, age como um diurético natural e ajuda a eliminar o inchaço;
 
•  Gergelim: regula os níveis de colesterol, contém fibras insolúveis que afastam a prisão de ventre e que ajuda a controlar as taxas de glicemia;
 
• Gengibre: desintoxicante, favorece a digestão e possui propriedades anti-inflamatórias e bactericidas;
 
• Tofu: por ser derivado da soja, contém as mesmas propriedades da leguminosa e seu consumo é associado a menor incidência de câncer, doenças cardiovasculares e osteoporose.
 
Para garantir a alimentação saudável, vale evitar pratos fritos como o tempura (vegetais ou mariscos  empanados) e excesso de molho de soja, rico em glutamato monossódico. Uma dica é usá-lo com parcimônia, além de optar pela versão light do molho, com menor teor de sódio.  
 
Por: AgComunicado