Como Lidar com a Doença de Parkinson


Saiba como lidar com esta doença degenerativa.

Gestão

 

Não há cura para a doença de Parkinson, mas medicamentos, cirurgia e gerenciamento multidisciplinar podem proporcionar alívio dos sintomas. As principais famílias de medicamentos úteis no tratamento de sintomas são (geralmente combinado com um inibidor da dopa descarboxilase ou inibidor da COMT) de levodopa, agonistas dopaminérgicos e inibidores da MAO-B. O estágio da doença determina qual grupo é mais útil. Dois estágios são geralmente distinguidos: numa fase inicial em que o indivíduo com DOENÇA DE PARKINSON já desenvolveu alguma deficiência para o qual ele precisa de tratamento farmacológico e, em seguida, uma segunda fase na qual um indivíduo desenvolve complicações motoras relacionadas ao uso de levodopa. O tratamento na fase inicial visa um equilíbrio ideal entre controle dos sintomas e efeitos colaterais resultantes da valorização da função dopaminergic. O tratamento inicial da levodopa (ou l-dopa) pode ser atrasado usando outros medicamentos, como inibidores da MAO-B e agonistas da dopamina, na esperança de retardar o aparecimento de dyskinesias. Na segunda fase, o objetivo é reduzir os sintomas, controlar as flutuações da resposta à medicação. Retirada súbita da medicação ou o uso excessivo deve ser gerenciado. Quando os medicamentos não são suficientes para controlar os sintomas, cirurgia e estimulação profunda do cérebro podem ser de uso necessário. Na fase final da doença, os cuidados paliativos são fornecidos para melhorar a qualidade de vida.

 



Levodopa tem sido o tratamento mais utilizado por mais de 30 anos. L-dopa é convertida em dopamina nos neurônios dopaminérgicos. Desde que os sintomas são produzidos por uma falta de dopamina da substantia nigra, a administração de l-dopa diminui temporariamente os sintomas motores.

Henrique Torres