Como é que os relatórios toxicológicos ajudam a determinar a causa da morte?


Veja como determinar a causa da morte por meio destes testes e porque eles demoram tanto!

Por que os resultados dos testes de toxicologia forense demoram tanto?
 
 
Conseguir um resultado de teste de toxicologia forense completo e preciso pode ser um processo demorado por uma variedade de razões, de acordo com o Colégio Americano de Patologistas e especialistas.
 
 
Pode haver uma grande quantidade de amostras a serem ensaiadas, o que significa mais tempo de ensaio. E como uma investigação prossegue, informações sobre a possibilidade de uma outra droga que está sendo envolvido podem vir à tona, então pode ser necessário mais testes.
 
 
Quando a primeira rodada de testes positivos devem ser confirmadas pelo método mais sofisticados, este pode requerer o envio das espécimes para os laboratórios mais especializados. E que contribui para a demora.
 
 
Quatro a seis semanas é bastante normal para os testes de toxicologia forense. Além do tempo necessário para a análise minuciosa e confirmação, pode haver um atraso de testes que precisam ser feitos em um laboratório particular. Cada um deve ser tratado a fundo, se eles são uma celebridade ou não.
 
 
Como é que os relatórios toxicológicos ajudam a determinar a causa da morte?
 
 
Peritos olham para ver se a concentração de fármacos ou venenos estão no intervalo tóxico ou letal. Eles levam em conta outras informações, tais como sintomas antes de sua morte. Por exemplo, uma especialista se lembra de um homem que desmaiou e quando foi acordado pela polícia era tão beligerante que precisou de vários policiais para dominá-lo. Então, ele morreu de repente.
 
 
O relatório toxicológico mostrou a presença de cocaína a um nível suficiente para causar a morte. E o comportamento beligerante era outra pista. Mas nem todos os relatório de toxicologia são tão claros. E a televisão realmente apresenta uma visão distorcida dos testes de toxicologia forense, os especialistas concordam. No final do crime nos programas de TV não dizem qual é a causa indeterminada da morte. Mas e na vida real? Dois a cinco por cento das mortes são indeterminadas.
 
 
Henrique Torres