Calmantes: quando e como usá-los?


Até pouco tempo, pessoas consideradas “muito nervosas” eram as que recebiam a indicação médica de usar calmantes ou sedativos.

 
Até pouco tempo, pessoas consideradas “muito nervosas” eram as que recebiam a indicação médica de usar calmantes ou sedativos. Um destes calmantes pode ser o Calman. O Calman é indicado para distúrbios do sono, ansiedade, distúrbios neurovegetativos, hipertensão leve, insônias e irritabilidade. Não há relatos que revelam as contraindicações do Calman.
 
 
O Calman possui três plantas medicinais são: passiflora, salix alba e crataegus. Passiflora – é conhecida pelo maracujá silvestre, com substância ativa. Pois a passiflora age no Sistema Nervoso Central (SNC) e Sistema Nervoso Parassimpático. Crataegus – é conhecido do espinheiro, atua em várias partes do nosso organismo. O Cartaegus age no Sistema Nervoso Simpático. Salix – conhecido como o salgueiro branco. Sua ação é analgésica, anti-inflamatória e antipirética.
 
 
Hoje não é mais assim. Certas classes de medicamentos são indicados para tratar determinados tipos de epilepsia (que causam convulsões), outros são indicados para quem não sofre com o estresse e a pressão diária imposta pela vida moderna. Só o médico pode prescrevê-los.
 
 
O sedativo, calmante ou sedante, refere-se ao medicamento que tem a capacidade de diminuir a atividade do cérebro, agindo sobre o sistema nervoso central, causando desde sonolência até inconsciência. Diminuem o nervosismo, a ansiedade e provocam sono, é verdade, mas é preciso cuidado para não dirigir, operar máquinas ou andar sozinho pela rua quando se está sob o efeito destes medicamentos (benzodiazepínicos, barbitúricos).  Outras substâncias naturais têm efeitos similares, como os brometos e plantas (valeriana e maracujá). 
 
 
Em geral, os calmantes são apresentados na forma de comprimidos, cápsulas ou xaropes, ingeridos por via oral. Alguns são usados via injeção intramuscular ou intravenosa, mas estas formas somente são para uso hospitalar. Usar calmantes e sedativos por um longo período pode provocar dependência. No entanto, caberá somente ao médico responsável reduzir a quantidade até o final do tratamento. Caso contrário, é alta a chance de vir a ter sintomas de abstinência, como delírios, agressividade e insônia severa.
 
 
Mulheres grávidas não devem tomar nenhum tipo de calmante ou sedativo, pois o risco de danos à saúde do bebê é grande. Entre alguns cuidados básicos no consumo destes medicamentos, sejam naturais ou alopatas, estão: jamais aceitar remédios indicados por amigos, familiares ou vizinhos, assim como nunca dar para alguém um calmante que foi receitado para você. Consultar e seguir corretamente as instruções do médico é sempre o melhor caminho.
 
Henrique Torres