Cálculo renal pode ser prevenido


Ingerir água frequentemente e adotar dieta saudável afasta o problema.

 O cálculo renal ou “pedra no rim” é um problema que atinge cerca de 5% das mulheres e 12% dos homens em algum momento da vida, segundo dados da Pró-Renal Brasil. Fatores como idade e maus hábitos cotidianos aumentam a probabilidade de desenvolver este problema que, na maioria dos casos, provoca dores intensas.
 
As pedras, chamadas também de cristais, nos rins, são formadas a partir do acúmulo de sais e  substâncias contidas na urina, como o cálcio, fosfatos e oxalatos. Esses cristais usualmente são expelidos do organismo seguindo o fluxo natural da urina, porém, em alguns casos, aderem ao tecido renal ou localizam-se em áreas de onde não conseguem ser removidos naturalmente. Em situações como essas, são utilizados medicamentos específicos que diminuem a concentração das substâncias na urina. O consumo de água deve ser redobrado para ajudar na dissolução desses cristais.
 
Na realidade, a ingestão de líquidos em abundância durante o dia – principalmente água – é um hábito essencial não apenas para manter o corpo hidratado mas também para estimular a produção de urina e evitar o acúmulo de impurezas. Muitas pessoas têm dificuldade em beber dois litros de água por dia. Deve-se atentar para o fato de que mudanças na dieta podem ser feitas a fim de suprir a necessidade natural de líquidos, como a inclusão de frutas e chás nos intervalos entre as refeições.
 
Devido à localização dos rins – atrás dos órgãos abdominais e logo abaixo das costelas – é comum o paciente confundir, em um primeiro momento, a dor do cálculo renal com problemas de coluna. No entanto, conforme as dores vão se intensificando das costas para a cintura, e irradiando para a virilha, surge  suspeita de formação de pedra nos rins. Exames clínicos e de imagem são realizados para confirmar o quadro. A partir daí, o médico urologista pode indicar o tratamento mais adequado.
 
Por: AgComunicado