Aumenta o número de casos de sinusite no inverno


Gripes, resfriados, ar seco e temperatura mais baixa colaboram para que os casos tripliquem nesta estação do ano

Existem três de tipos de sinusite: a viral, a bacteriana e a fúngica – esta última é a mais rara. Aproximadamente 85% dos casos estão diretamente relacionados às gripes e resfriados.

O tipo mais frequente de sinusite é a viral, e os sintomas são muito semelhantes aos de um resfriado. Muitas vezes ela passa despercebida. A congestão nasal e a coriza, sintomas comuns em resfriados, dão uma sensação de desconforto e dor de cabeça, sobretudo pela manhã. Porém, estes sintomas desaparecem com o final da gripe. Caso esses sintomas persistam por mais de dez dias, é sinal de que a inflamação se tornou uma infecção provocada por bactérias. Esse é o tipo de sinusite que mais leva os indivíduos a procurarem um médico e que precisa ser tratada com medicamentos e com algumas mudanças de hábitos.

Especialistas afirmam que a infecção causada por bactérias não é a mais preocupante. A sinusite aparece por que o nariz deixou de funcionar bem e de se proteger contra doenças.

O maior problema da sinusite é a secreção parada. O ar seco, a poluição ou uma crise de rinite podem provocar um inchaço na mucosa ou a secreção pode secar, concentrando o muco nos seios da face.

Para evitar os problemas causados pelo ar seco, a dica é manter o nariz úmido pingando soro fisiológico e tomando mais água. Também é necessário manter o nariz sempre limpo. Porém, o uso constante de descongestionantes em gotas com vasoconstritor não é indicado, salvo casos específicos por apenas alguns dias, sempre com a prescrição de um médico otorrinolaringologista.

Caso não seja tratada corretamente, a crise de sinusite pode se tornar crônica, causando complicações, como inflamações no ouvido e até mesmo meningite.
      
Por: AgComunicado