As Causas e a Genética do Déficit de Atenção


Saiba o que são o Déficit de Atenção e a Hiperatidade e conheça seus potenciais efeitos sobre a saúde.

Déficit de atenção e hiperatividade em adultos

 

Os pesquisadores descobriram que 60 por cento das crianças diagnosticadas com déficit de atenção e hiperatividade continuam a ter sintomas na idade adulta. Muitos adultos, entretanto, permanecem sem tratamento. Adultos não tratados com déficit de atenção e hiperatividade geralmente têm estilos de vida caóticos, são desorganizados e podem contar com medicamentos não prescritos e álcool para sobreviver.

 

Um diagnóstico de déficit de atenção e hiperatividade pode oferecer uma visão adulta em seus comportamentos e permitem que os pacientes se tornem mais conscientes e procurar ajuda com enfrentamento e estratégias de tratamento. Reconhecido como ocorre em adultos, em 1978, ela não é abordada separadamente do déficit de atenção e hiperatividade na infância.

 

Causas de déficit de atenção e hiperatividade

 

As causas específicas de déficit de atenção e hiperatividade não são conhecidas. Existem, no entanto, certo número de fatores que podem contribuir. Eles incluem genética, dieta e os ambientes sociais e físicos.

 

Os sintomas de déficit de atenção e hiperatividade podem persistir na vida adulta por até metade das crianças diagnosticadas com déficit de atenção e hiperatividade. Essa taxa é difícil de estimar, já que não existem critérios oficiais de diagnóstico para o déficit de atenção e hiperatividade em adultos.

 

Genética do déficit de atenção e hiperatividade

 

Os estudos de gêmeos indicam que a doença é altamente hereditária e que a genética é um fator em cerca de 75 por cento de todos os casos. Hiperatividade também parece ser principalmente uma condição genética. No entanto, outras causas foram identificadas.

 

Os investigadores acreditam que a grande maioria dos casos de déficit de atenção e hiperatividade surge a partir de uma combinação de vários genes, muitos dos quais afetam os transportadores de dopamina.

Henrique Torres