Alergia à proteína do leite pode acontecer em bebês de até um ano de idade


Basta substituir o alimento para notar que os sintomas – cólica, vômitos e diarreia,, entre outros – desaparecem

O leite de vaca pode representar perigo para algumas crianças que, antes de completarem um ano de vida, demonstram serem alérgicas à proteína do leite. Cólica, dor no abdômen, prisão de ventre, vômitos, diarreia, presença de sangue na fezes, perda de peso e até vermelhidão na pele indicam a presença da APLV (Alergia à Proteína do Leite de Vaca).

Mão se trata de Intolerância à Lactose , que é a dificuldade de digerir e absorver a lactose, o açúcar do leite.

A APLV é mais comum entre as crianças, e mais rara em adultos. O leite precisa ser totalmente excluído da dieta da criança, e o mesmo acontece com os seus derivados. O mesmo se aplica aos produtos industrializados, como biscoitos, pães e massas que começam a ser introduzidos na alimentação da criança e devem ser abolidos.

O leite de soja passa a ser o substituto ideal. Juntamente com outros tipos de leite – como de cabra, ovelha e búfala – , ele supre as necessidades de cálcio do bebê.  Já o aleitamento materno deve ser mantido, pois além de sua enorme riqueza em nutrientes, é vital para estabelecer o vinculo entre a mãe e a criança. No entanto, cabe às mães terem o cuidado de também seguir uma dieta sem leite de vaca, pois a proteína causadora da alergia do bebê acaba sendo transmitida para o leite materno e ingerida pelo bebê durante a amamentação.

Uma vez que o leite é retirado, os sintomas provocados pela APLV melhoram gradativamente.  Segundo os pediatras, esta alergia desaparece em 90% dos casos a partir dos três anos de idade.

Ao adquirir um produto fabricado, é bom ficar atento ao rótulo, que nem sempre explicita a palavra “leite”. Às vezes surge na forma de palavras como: caseína, caseinatos, hidrolisados, lactoalbumina, soro de leite, creme de leite e proteínas do leite.

Por: AgComunicado