Adoçante: Quais são os recomendados e quais são os prejudiciais à saúde?


Saiba a diferença entre os adoçantes naturais e os adoçantes artificiais

Que o consumo do açúcar refinado faz muito mal à saúde, a maioria das pessoas já está ciente. Evitar alimentos ricos em açúcar como é o caso dos refrigerantes, biscoitos recheados, guloseimas e até mesmo o consumo do açúcar propriamente dito para adoçar na dieta diária é fundamental.
 

E quando se faz necessário adoçar, a utilização de alternativas mais saudáveis é recomendada. Mas, quando se fala em adoçantes, há uma série de controvérsias, há vários tipos existentes e alguns já foram apontados segundo estudos científicos, como prejudiciais à saúde e como possíveis desencadeantes de doenças cancerígenas. Quais são os tipos de adoçantes existentes?

Vamos começar pelos naturais que muitas pessoas desconhecem

Stévia: É originário de uma planta da genealogia dos crisântemos. Trata-se de um adoçante seguro na dieta e de utilização milenar. 

Frutose: Este tipo de adoçante é proveniente das frutas e mel, é muito mais doce do que o açúcar refinado, o que quer dizer que pode ser consumido em pequeníssimas doses.

Xylitol: Esse tipo de adoçante é tão doce quanto o açúcar refinado, mas com uma diferença importante: possui metade das calorias. O uso moderado é indicado na dieta.

Taumatina: Esse é um adoçante poderoso. É parecido com a Stévia e o consumo deve ser equilibrado.

Dentre os adoçantes artificiais se destacam:

Sacarina: Esse adoçante começou a ser utilizado em 1879, estudos e testes em ratos já apontaram a ligação desse adoçante com o câncer de bexiga.

Aspartame: Esse é um dos tipos mais consumidos. Mas se utilizado em excesso pode trazer problemas para a cognição cerebral resultando em perda de memória, segundo estudos científicos.

Sucralose: Esse adoçante foi criado a partir do açúcar, dentre os adoçantes artificiais é um dos mais indicados.

Ciclamato: Esse tipo de adoçante pode ser encontrado em refrigerantes que levam a inscrição “zero”. Está associado segundo estudos científicos ao desenvolvimento de doenças cancerígenas.


Acesulfame-k: Esse adoçante costuma ser combinado a outros tipos de adoçantes. Também não é um dos mais indicados na dieta.

O consumo exagerado de adoçantes pode comprometer a percepção de sabor adocicado em alimentos naturais. O ideal é utilizar o adoçante apenas quando se fizer indispensável.

Alguns hábitos devem ser mudados e há alimentos que naturalmente dispensam a utilização de qualquer recurso para adoçar, um exemplo é o suco natural de fruta, − quando a fruta já é doce.


Muito cuidado no consumo de barras de cereais, a maioria é repleta de açúcar ou de adoçante, prefira sempre as versões tradicionais.

 

Daiana Barasa