Absorventes íntimos: como escolher o mais adequado


Se até a década de 1960 eles não existiam, hoje há uma enorme quantidade de marcas e modelos

Se conviver com os incômodos das menstruação não é fácil em pleno século XXI, imagine como era quando ainda não existiam os absorventes íntimos. Foi somente em meados da década de 1960 que eles foram lançados ao mercado, para alívio do sexo feminino.

Mas...como faziam então as mulheres durante o ciclo menstrual? Usavam-se as chamadas  “toalhas higiênicas”, fabricadas em algodão, que ajudavam a reter o fluxo menstrual. Depois de usadas, eram lavadas e novamente usadas no próximo ciclo. Não eram nada práticas, e, ao contrário do que pregava o nome, nem um pouco higiênicas, pois a
reutilização levava ao acúmulo de bactérias.

Hoje, as mulheres têm a sua disposição uma infinidade de marcas e modelos de absorventes higiênicos industrializados, tanto para uso interno como externo. O difícil é escolher qual o absorvente mais adequado. Algumas dicas podem ajudar:

• Procure sempre por marcas de fabricantes idôneos, que tenham compromisso com a qualidade;
• Há para todos os gostos, com ou sem abas, ou com produtos que ajudam a combater o mau odor da menstruação e atenuam o contato com o fluxo, como o aloe vera e a camomila;
• Mulheres com pele e mucosa mais sensíveis, e uma maior tendência a apresentar alergias e irritações, devem evitar absorventes perfumados, pois podem desencadear crises alérgicas com mais facilidade;
• Preste atenção sobre o tipo de cobertura do absorvente externo: o ideal é que seja de algodão, para facilitar a absorção e não deixar a região "abafada" e úmida, o que é ideal para o surgimento de fungos e bactérias;
• Sobre o tamanho certo do absorvente interno: é preciso levar em conta a quantidade de fluxo menstrual. Se for intenso, o tamanho precisar ser “super”.

Por: AgComunicado