A Terapia de Incretina para Diabetes


Os pacientes com o tipo 2 da diabetes que estão realizando a terapia de Incretina têm um maior risco de desenvolver anormalidades no seu pâncreas!

Os pacientes com o tipo 2 da diabetes que estão realizando a terapia de Incretina têm um maior risco de desenvolver anormalidades no seu pâncreas comparado com a as pessoas em outros tipos de terapias de diabetes, segundo pesquisadores do centro de pesquisa do Larry L. Hillblom Ilhéu na UCLA e o Centro de Diabetes da Universidade da Flórida informaram no jornal “Diabetes”.
 
 
Os cientistas explicaram que pacientes em terapia de Incretina eram mais propensos a ter rápida multiplicação de células pancreáticas que podem estar associados a um risco maior de tumores neuroendócrinos. Ao analisar os órgãos de doadores falecidos, que tinham diabetes tipo 2, os pesquisadores descobriram que aqueles que tinham sido tratados com terapia de Incretina tinham cerca de 40% mais massa em suas pancreases celular. A terapia de Incretina aproveita a ação do hormônio intestinal GLP-1 (glucagon-like peptide 1), para reduzir os níveis de açúcar no sangue.
 
 
Há vários relatos sobre quais são os efeitos de terapias de Incretina no pâncreas em estudos com animais e com resultados conflitantes. Os autores deste estudo dizem que o estudo deles é o primeiro a identificar alterações no pâncreas humano. O Líder do estudo, o Dr. Mark Atkinson, é professor de patologia e Pediatria da Universidade da Flórida, e também faz parte da Rede de Doadores de Órgão com Diabetes (nPOD), um consórcio de pesquisa patrocinado pela Fundação de Pesquisa de Diabetes Juvenil que recebe pancreases de doadores de órgãos falecidos (com a permissão de seus parentes próximos). O objetivo é obter uma melhor compreensão da diabetes investigando os tecidos das pessoas com diabetes.
 
 
Diabetes é uma doença que pode ser tratada com o medicamento Victoza.
 
Henrique Torres