A polêmica das bebidas energéticas


Saiba como consumi-las corretamente

Bebida refrescante e estimulante, o “energético” serve de combustível para baladeiros e workaholics que visam reduzir a sensação de cansaço e a sonolência. Mistura componentes capazes de estimular o corpo, fazendo-o aguentar mais horas em ritmo acelerado. Atrai pessoas que precisam de uma energia extra após uma noite inteira de agitação, ou para simplesmente ficarem “mais ligadas”. Alguns atletas também costumam utilizar tal bebida para atingirem melhores resultados durante os treinos e não sentirem cansaço ao longo das atividades.

Porém, cuidado. Se você é fã desse tipo de bebida, deve saber dosar a quantidade para não sofrer com efeitos deletérios, como aumento da frequência cardíaca, tremores, insônia e diurese excessiva.

Existem diferentes opções de energéticos no mercado, com ingredientes como a cafeína, taurina, guaraná, acerola, cranberry, açaí e vitaminas do complexo B. Todas prometem melhorar a agilidade mental e o desempenho físico. As reações decorrem principalmente da cafeína. Por isso, quem sofre de insônia, taquicardia ou ansiedade não reage  bem aos efeitos da bebida e seu consumo é contraindicado.

Outro alerta é com relação ao consumo dos energéticos misturados às bebidas alcoólicas. Nas embalagens é notável o aviso contra essa mistura, porém é comum encontrá-la em bares e baladas, inclusive no cardápio. A cafeína potencializa os malefícios do álcool no cérebro, podendo até causar envelhecimento precoce e predispor a enfermidades como Alzheimer e Parkinson. Para cuidar da saúde, não ficar embriagado e prevenir a desidratação gerada pelas bebidas alcoólicas, o correto é intercalar um drink alcoólico com água, nunca com energético.

Vale ressaltar que o consumo de energéticos devem ser limitados aos adultos, com moderação e em determinadas ocasiões. Também não convém consumir energéticos quando se está utilizando certos medicamentos. Em caso de dúvida, fale com seu médico.

Por: AgComunicado