A Liberação da Insulina


Veja como se dá a liberação da insulina no corpo humano.

A Liberação da Insulina
 
 
A liberação de insulina é fortemente inibida pelo hormônio do estresse norepinefrina (noradrenalina), a qual leva a um aumento dos níveis sanguíneos de glicose durante o estresse. Afigura-se que a liberação de catecolaminas pelo sistema nervoso simpático tem influências contraditórias sobre a liberação de insulina pelas células beta, porque a liberação de insulina é inibida por α2-adrenérgicos e estimulada por β2-adrenérgicos. O efeito líquido da norepinefrina de nervos simpáticos e adrenalina das glândulas supra-renais na liberação de insulina é a inibição devido à dominância dos receptores α-adrenérgicos.


Quando o nível de glicose cai para o valor normal fisiológico, a liberação de insulina a partir de células-β diminui ou se interrompe. Se os níveis de glicose no sangue caem em nível inferior a este, especialmente para níveis perigosamente baixos, a liberação de hormônios hiperglicemiantes aumenta (mais proeminente glucagon de ilhotas de células de Langerhans alfa) em conjunto com as forças de liberação de glicose no sangue em alojamentos celulares, principalmente alojamentos de células hepáticas de glicogênio. Através do aumento da glicose no sangue, os hormônios hiperglicemiantes previnem ou corrigem a vida em risco por causa da hipoglicemia.


Evidência da liberação de insulina diminuída na primeira fase pode ser vista no teste de tolerância à glicose, demonstrada por um grau substancialmente elevado de glicose no sangue aos 30 minutos, uma queda marcada por 60 minutos, e uma subida constante de volta para os níveis de linha de base ao longo dos seguintes pontos de tempo de hora em hora. A falta de liberação da insulina causa a diabetes, que pode ser tratada com medicamentos como o Victoza.
 
Henrique Torres