A História das Dores de Cabeça


Saiba aqui como surgiu este mal que é tão comum nos dias de hoje.

História das dores de cabeça

 

O primeiro sistema de classificação gravado que se assemelha aos modernos foi publicado por Thomas Willis, em De cefaléia em 1672. Em 1787 Christian Baur geralmente dividia as dores de cabeça idiopática (dores de cabeça primárias) e sintomáticos (aqueles secundários) em 84 categorias. George Cruikshank produziu uma caricatura em 1819 retratando uma dor de cabeça.

 

 

Embora a maioria dos casos de dores de cabeça em crianças seja considerada benigna, quando eles são acompanhados de outros sintomas, como perda da visão, fraqueza muscular e problemas de fala, uma causa subjacente mais séria pode ser suspeitada: hidrocefalia, meningite, encefalite, abcesso, hemorragia, tumor, coágulos sanguíneos ou trauma na cabeça. Nesses casos, a avaliação da dor de cabeça pode incluir tomografia computadorizada ou ressonância magnética, a fim de procurar possíveis distúrbios estruturais do sistema nervoso central.

 

Algumas medidas podem ajudar a evitar dores de cabeça em crianças. Alguns deles são beber bastante água durante todo o dia; evitando a cafeína; recebendo o suficiente e regular de sono; comer refeições equilibradas nos horários adequados; e redução do estresse e excesso de atividades.

 

Até à data, apenas amitriptilina, fluoxetine, gabapentina, tizanidine, topiramato e toxina botulínica tipo A (BoNTA) foram avaliado como "tratamento profilático da cefaléia crônica diária em estudo randomizados, duplo-cego, placebo-controlado ou ativos comparador ensaios controlados por placebo. Antiepilépticos podem ser usados como tratamento preventivo da cefaléia crônica diária e inclui o valproate. Tratamentos psicológicos geralmente são considerados em comorbidade com pacientes ou naqueles que não respondem à medicação.

 

Henrique Torres