A História da Doença de Alzheimer


Saiba como esta doença se desenvolveu ao longo da história.


História da doença de Alzheimer

 

Os antigos filósofos gregos e romanos e os médicos associados a velhice com o aumento da demência. Até 1901 quando o psiquiatra alemão Alois Alzheimer identificou o primeiro caso do que ficou conhecido como doença de Alzheimer em uma mulher de cinqüenta anos de idade, ele chamou de Auguste D. Ele seguiu o caso dela até que ela morreu em 1906, quando ele relatou pela primeira vez publicamente sobre a doença. Durante os próximos cinco anos, onze casos semelhantes foram relatados na literatura médica, alguns deles já usando o termo doença de Alzheimer. A doença foi descrita pela primeira vez como uma doença distinta por Emil Kraepelin depois da supressão de alguns dos sintomas clínicos (delírios e alucinações) e características patológicas (alterações arterioscleróticas) contidas no relatório original de Auguste D. Ele incluiu a doença de Alzheimer, também denominada demência presenile por Kraepelin, como um subtipo de demência senil na oitava edição do seu livro texto de Psiquiatria, publicado em 15 de julho de 1910.

 

Segundo a Organização mundial de Saúde estima-se que, em 2005, 0.379% de pessoas no mundo tinham demência, e que a prevalência aumentaria a 0.441% em 2015 e a 0.556% em 2030. Outros estudos chegaram a conclusões semelhantes. Outro estudo estima que em 2006, 0,40% da população mundial (intervalo 0.17–0.89%; número absoluto 26,60 milhões, intervalo de 11.4–59.4 milhões de euros) foram atingidos por doença de Alzheimer e que a taxa de prevalência seria o triplo e o número absoluto quadruplicaria até 2050.

Henrique Torres