A Falta de Diagnóstico da Diabetes na Imigração


Saiba qual a relação da diabetes com os imigrantes.

Um estudo da RAND foi feito através da análise de informações para pessoas com idades entre 30 a 60 anos do sistema nacional de saúde e pesquisa de análise de nutrição realizado entre os períodos de 1988 a 1994 e 1999 a 2008. A pesquisa controla um grande grupo de pessoas nacionalmente, a avaliação do estado de saúde é feita através de exames físicos completos e exames laboratoriais, além de serem solicitados aos participantes respostas sobre sua saúde.
 

O estudo confirmou o que foi mostrado por outros estudos — relatos de imigrantes mexicanos nos Estados Unidos há menos de cinco anos tendo muito melhor saúde na chegada do que suas contrapartes de americanos nativos. Imigrantes, que estavam nos Estados Unidos há quatro anos ou menos eram aproximadamente duas vezes mais propensos a ter diabetes em comparação com aqueles que tinham estado no país por 15 anos ou mais. No total, 59 por cento dos imigrantes mexicanos recentes que tinham diabetes foram diagnosticados, e 33% desses imigrantes mexicanos tinham hipertensão arterial.


"A falta de conhecimento sobre a doença é claramente um problema grave entre os recentes imigrantes mexicanos”, disse Barcellos, um economista de RAND. "Nossos resultados ressaltam a importância da triagem de imigrantes recentes com estas doenças para evitar diagnóstico tardio e custos potenciais de tratamento atrasado." O estudo percebeu que a prevalência de diabetes foi maior entre os mexicanos-americanos e imigrantes mexicanos do que entre os nativos americanos que não eram de ascendência mexicana, indicando que os mexicanos geralmente têm um maior risco para a diabetes (que pode ser controlada com Victoza).
 
Henrique Torres