A Doença Celíaca e a Doença Refratária


Entenda qual e a relação entre a doença celíaca e a doença refratária.

A doença celíaca e a doença refratária


Uma pequena minoria dos pacientes sofre de doença refratária, o que significa que eles não melhoram com uma dieta livre de glúten. Isso pode ser porque a doença está presente há tanto tempo que os intestinos não são mais capazes de curar a dieta por si só, ou porque o paciente não está aderindo à dieta, ou porque o paciente está consumindo alimentos que são inadvertidamente contaminados com glúten. Se as causas alternativas foram eliminadas, esteroides ou imunossupressores (como a azatioprina) podem ser considerados neste cenário. A doença celíaca é uma doença ligada com outras doenças autoimunes, como a diabetes, que pode ser controlada por medicamentos como o Victoza.

 
O Regulamento da etiqueta sem glúten varia muito por país. Nos Estados Unidos, a FDA, em 2007, emitiu regulamentos que limitam o uso de "isento de glúten" em produtos alimentares para os que têm menos do que 20 ppm de glúten. A corrente internacional Codex Alimentarius permite 20 ppm de glúten nos chamados "sem glúten" alimentos. Produtos sem glúten são geralmente mais caros e mais difíceis de encontrar do que os comuns alimentos que contenham glúten. Uma vez que produtos pré-fabricados, muitas vezes contêm traços de glúten, alguns celíacos podem achar que é necessário cozinhar do zero.
 

Mesmo quando em uma dieta, a saúde e qualidade de vida (QV) podem ser menores em pessoas com doença celíaca. Estudos realizados nos Estados Unidos descobriram que a qualidade de vida se torna comparável à da população em geral, após permanecer na dieta, enquanto os estudos na Europa descobriram que a qualidade de vida permanece baixa, embora as pesquisas não sejam exatamente as mesmas. Alguns sintomas digestivos persistentes ou dermatite herpetiforme, úlceras na boca, osteoporose e fraturas são resultantes. Sintomas sugestivos de síndrome do intestino irritável podem estar presentes, e há um aumento da taxa de ansiedade, fadiga, dispepsia e dor músculo esquelética.
Henrique Torres