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MINESSE C/24

Fabricante: Wyeth

Código do Produto: 7891045008204

De R$ 31,92 Por R$ 32,01

R$ 30,41 no pagamento à vista.

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DESCRIÇÃO DO PRODUTO

Minesse Indicações de Minesse

Minesse (Minesse - Gestodeno, Minesse - Etinilestradiol) está indicado como contraceptivo oral. Embora tendo eficácia bem estabelecida, há casos de gravidez em mulheres utilizando contraceptivos orais.

Como Usar (Posologia) de Minesse

A cartela de Minesse (Minesse - Gestodeno, Minesse - Etinilestradiol) contém 24 comprimidos. Iniciar tomando um comprimido no primeiro dia do ciclo (primeiro dia de sangramento). Tomar o comprimido marcado com o dia correspondente da semana. Pexemplo, se o seu ciclo começar numa sexta-feira, tomar o comprimido marcado com "SEX". Seguindo a direção das setas marcadas na cartela, tomar um comprimido pdia no mesmo horário até acabar todos os 24 comprimidos da cartela. A embalagem seguinte deve ser iniciada após um intervalo de 4 dias sem a ingestão de comprimidos, ou seja, no 5º dia após o término da embalagem anterior. Após 2-3 dias do último comprimido de Minesse (Minesse - Gestodeno, Minesse - Etinilestradiol) ter sido tomado, inicia-se, em geral, hemorragia psupressão que pode não cessar antes do início da embalagem seguinte.

Contra-Indicações de Minesse

Minesse é contra indicado em caso de os contraceptivos orais combinados não devem ser utilizados pmulheres que apresentem qualquer uma das seguintes condições:
Trombose venosa profunda (história anteriou atual)
Tromboembolismo (história anteriou atual)
Doença vular cerebral ou coronariana arterial
Valvulopatias trombogênicas
Distúrbios trombogênicos
Diabetes com envolvimento vular
Hipertensão não-controlada
Carcinoma da mama conhecido ou suspeito ou outra neoplasia estrogênio-dependente conhecida ou suspeita
Adenomas ou carcinomas hepáticos, ou doença hepática ativa, desde que a função hepática não tenha retornado ao normal
Gravidez confirmada ou suspeita
Hipersensibilidade a qualquer um dos componentes de Minesse (Minesse - Gestodeno, Minesse - Etinilestradiol).

Precauções de Minesse

1. Exame Físico e acompanhamento
Deve-se obter histórico médico completo, pessoal e familiar, e realizar exame físico antes do início e periodicamente durante o uso de contraceptivos orais combinados. O exame físico deve dedicar atenção especial a pressão arterial, mamas, abdômen e órgãos pélvicos, incluindo citologia cervical e exames laboratoriais relevantes. Em caso de sangramento vaginal persistente ou recorrente, sem diagnóstico, deve-se realizar exames diagnósticos adequados para se artar a possibilidade de neoplasia maligna. Mulheres com histórico familiar importante de câncer da mama ou que possuam nódulos nas mamas devem ser monitorizadas com cuidado especial.

2. Efeitos sobre os Carboidratos e Lipídios
Relatou-se intolerância à glicose em usuárias de contraceptivos orais combinados. Pisso, pacientes com intolerância à glicose ou diabetes mellitus devem ser acompanhadas criteriosamente enquanto estiverem recebendo contraceptivos orais combinados.

Uma pequena parcela das pacientes podem apresentar hipertrigliceridemia persistente durante o tratamento com contraceptivo oral combinado.

Em pacientes com disfunções familiares do metabolismo lipoprotéico recebendo estrogênios, foram relatados casos de elevações significantes de triglicérides plasmáticos que resultaram em pancreatite.

Relatou-se aumento dos níveis séricos de lipoproteínas de alta densidade (HDL-colesterol) com o uso de estrogênios, enquanto que com progestogênios relatou-se diminuição dos níveis. Alguns progestogênios podem aumentar os níveis de lipoproteínas de baixa densidade (LDL) e tornar o controle das hiperlipidemias mais difícil. O efeito resultante de um contraceptivo oral combinado depende do equilíbrio atingido entredoses de estrogênio e progestogênio e da natureza e quantidade absoluta dos progestogênios utilizados no contraceptivo. A dose dos dois hormônios deve ser levada em consideração na escolha de um contraceptivo oral combinado.

Mulheres em tratamento para hiperlipidemias devem ser rigorosamente monitorizadas se optarem pelo uso de contraceptivos orais combinados.

3. Função Hepática
Pode haver necessidade de ontinuação do uso de contraceptivos orais combinados na presença de disfunção hepática aguda ou crônica até que a função hepática volte ao normal. Os hormônios esteroidais podem ser pouco metabolizados em pacientes com comprometimento da função hepática.

4. Sangramento genital
Algumas mulheres podem não apresentar hemorragia psupressão durante o intervalo sem comprimidos. Se o contraceptivo oral combinado não foi utilizado de acordo comorientações antes da ausência da primeira hemorragia psupressão ou se não ocorrerem duas hemorragias psupressão consecutivas, a possibilidade de gravidez deve ser avaliada.

Pode ocorrer sangramento de escape e "spotting" em mulheres em tratamento com contraceptivos orais combinados, sobretudo nos primeiros três meses de uso. O tipo e a dose do progestogênio podem ser importantes. Se esse tipo de sangramento persistir ou recorrer,causas não-hormonais devem ser consideradas e podem ser indicadas condutas diagnósticas adequadas para excluir a possibilidade de gravidez, infecção, malignidades ou outras condições. Se essas condições forem excluídas, o uso contínuo de contraceptivo oral combinado ou a alteração para outra formulação podem resolver o problema.

Algumas mulheres podem apresentar amenorréia pós-pílula (possivelmente com anovulação) ou oligomenorréia, particularmente quando essas condições são preexistentes.

5. Depressão
Mulheres utilizando contraceptivos orais combinados com história de depressão devem ser observadas criteriosamente e o medicamento deve ser suspenso se a depressão reaparecer em grau sério. As pacientes que ficarem significantemente deprimidas durante o tratamento com contraceptivos orais combinados devem interromper o uso do medicamento e utilizar um método contraceptivo alternativo, na tentativa de determinar se o sintoma está relacionado ao medicamento.

6. Níveis de Folato
A terapia com contraceptivos orais combinados pode reduzir os níveis séricos de folato. Essa redução pode ter importância clínica se a paciente engravidar logo após a interrupção do uso de contraceptivos orais combinados.

7. Retenção de fluidos
Os contraceptivos orais combinados devem ser prescritos com cuidado em pacientes com condições que possam ser agravadas pela retenção de fluidos.

8. Outras
As pacientes devem ser informadas que este produto não protege contra infecção pHIV (AIDS) ou outras doenças sexualmente transmissíveis.

Diarréia pode aumentar a motilidade gastrintestinal e reduzir a absorção do hormônio.

Gravidez
Estudos epidemiológicos abrangentes não revelaram aumento do risco de defeitos congênitos em crianças de mulheres que utilizaram contraceptivos orais combinados antes da gravidez. Os estudos também não sugerem efeito teratogênico, especialmente no que diz respeito a anomalias cardíacas e defeitos de redução dos membros, quando os contraceptivos orais combinados são tomados inadvertidamente durante o início da gravidez (ver Contra-indicações).

Lactação
Pequenas quantidades de contraceptivos esteroidais e/ou metabólitos foram identificados no leite materno e poucos efeitos adversos foram relatados em lactentes, incluindo icterícia e aumento das mamas. A lactação pode ser influenciada pelos contraceptivos orais combinados, uma vez que podem reduzir a quantidade e alterar a composição do leite materno. Em geral, não deve ser recomendado o uso de contraceptivos orais combinados até que a lactante tenha deixado totalmente de amamentar a criança.

ADVERTÊNCIAS
Fumar cigarros aumenta o risco de efeitos colaterais cardiovulares sérios decorrente do uso de contraceptivos orais combinados. Este risco aumenta com a idade e com o consumo intenso (em estudos epidemiológicos, fumar 15 ou mais cigarros pdia foi associado a risco significantemente maior) e é bastante acentuado em mulheres com mais de 35 anos de idade. Mulheres que tomam contraceptivos orais combinados devem ser firmemente aconselhadas a não fumar.

As informações contidas nesta bula baseiam-se, principalmente, em estudos realizados em mulheres que utilizaram contraceptivos orais combinados com doses de estrogênios e progestogênios maiores do quedos contraceptivos orais combinados comumente utilizados hoje em dia.

1. Tromboembolismo e trombose venosa e arterial
O uso de contraceptivos orais combinados está associado a aumento do risco de eventos tromboembólicos e trombóticos venosos e arteriais.

A redução da exposição a estrogênios e progestogênios está em conformidade com os bons princípios da terapêutica. Para qualquer combinação específica de estrogênio/progestogênio, a posologia prescrita deve ser a que contenha a menquantidade de estrogênio e progestogênio compatível com um baixo índice de falhas e comnecessidades individuais de cada paciente.

A introdução do tratamento com contraceptivos orais combinados em novas usuárias deve ser feita com formulações com menos de 50 mg de estrogênio.

Tromboembolismo e trombose venosos
O uso de contraceptivos orais combinados está associado a aumento do risco de eventos tromboembólicos e trombóticos venosos. Entre os eventos relatados estão trombose venosa profunda e embolia pulmonar.

A incidência aproximada de trombose venosa profunda e/ou embolia pulmonar em usuárias de contraceptivos orais combinados com baixa dose de estrogênio (< 50 mg de Minesse - Etinilestradiol) é de até 4 p10.000 mulheres-anos em comparação a 0,5-3 p10.000 mulheres-anos em não-usuárias de contraceptivos orais combinados. No entanto, a incidência desses eventos com o uso de contraceptivos orais combinados é muito menque à associada com gravidez (6 p10.000 mulheres grávidas-anos).

O risco é ainda maiem mulheres com condições predisponentes para tromboembolismo e trombose venosos. Deve-se ter cuidado ao prescrever contraceptivos orais combinados nesses casos.

A seguir, exemplos de condições predisponentes para tromboembolismo e trombose venosos:
algumas trombofilias hereditárias ou adquiridas (a presença de uma trombofilia hereditária pode ser indicada pela história familiar de eventos tromboembólicos/trombóticos venosos)
obesidade
cirurgia ou trauma com mairisco de trombose
parto recente ou aborto no segundo trimestre
imobilização prolongada
idade avançada
Outros fatores de risco, que representam contra-indicações para o uso de contraceptivos orais combinados estão apresentados no item Contra-Indicações.

Relatou-se aumento de 2 a 4 vezes do risco relativo de complicações tromboembólicas pós-operatórias com o uso de contraceptivos orais combinados. O risco relativo de trombose venosa em mulheres predispostas é 2 vezes maido que nas que não apresentam essas condições. Se possível, os contraceptivos orais combinados devem ser ontinuados:
nas 4 semanas anteriores e nas 2 semanas posteriores a cirurgia eletiva associada a aumento do risco de trombose e
durante imobilização prolongada.

Como o pós-parto imediato está associado a aumento do risco de tromboembolismo, o tratamento com contraceptivos orais combinados não deve começar antes do 28o dia após o parto ou aborto no segundo trimestre.

Tromboembolismo e trombose arteriais
O uso de contraceptivos orais combinados aumenta o risco de eventos tromboembólicos e trombóticos arteriais. Entre os eventos relatados estão infarto do miocárdio e acidentes vulares cerebrais (AVC isquêmicos e hemorrágicos). Para informações sobre trombose retiniana vular ver item Lesões Oculares.

O risco de eventos tromboembólicos e trombóticos arteriais é ainda maiem mulheres com fatores de risco subjacentes.

Deve-se ter cuidado ao prescrever contraceptivos orais combinados para mulheres com fatores de risco para eventos tromboembólicos e trombóticos arteriais.

A seguir, exemplos de fatores de risco para eventos tromboembólicos e trombóticos arteriais:
fumo
algumas trombofilias hereditárias e adquiridas
hipertensão
hiperlipidemias
obesidade
idade avançada
O risco de acidente vular cerebral pode ser maiem usuárias de contraceptivo oral combinado que sofrem de enxaqueca (particularmente enxaqueca com aura).

2. Lesões oculares
Houve relatos de casos de trombose retiniana vular com o uso de contraceptivos orais combinados, que podem resultar em perda total ou parcial da visão. Se houver sinais ou sintomas de alterações visuais, início de proptose ou diplopia, papiledema ou lesões vulares retinianas, deve-se interromper o uso dos contraceptivos orais combinados e avaliar imediatamente a causa.

3. Pressão arterial
Relatou-se aumento da pressão arterial em mulheres em tratamento com contraceptivos orais combinados.

Em pacientes com hipertensão, histórico de hipertensão ou doenças relacionadas à hipertensão (incluindo algumas doenças renais), pode ser preferível utilizar outro método contraceptivo. Se pacientes hipertensas escolherem o tratamento com contraceptivos orais combinados, devem ser monitorizadas rigorosamente e, se ocorrer aumento significativo da pressão arterial, deve-se interromper o uso do contraceptivo oral combinado.

Na maioria das pacientes, a pressão arterial volta ao valbasal com a interrupção da administração do contraceptivo oral combinado e, aparentemente, não há diferença na ocorrência de hipertensão entre mulheres que já usaram eque nunca tomaram contraceptivos orais combinados.

O uso de contraceptivo oral combinado é contra-indicado em mulheres com hipertensão não-controlada (ver Contra-Indicações).

4. Carcinoma dos órgãos reprodutores
Alguns estudos sugerem que o uso de contraceptivo oral combinado pode estar associado a aumento do risco de neoplasia cervical intra-epitelial ou câncer cervical invasivo em algumas populações de mulheres. No entanto, ainda há controvérsia sobre o grau em que essas obertas podem estar relacionadas a diferenças de comportamento sexual e outros fatores. Nos casos de sangramento genital anormal não-diagnosticado, estão indicadas medidas diagnósticas adequadas.

Uma metanálise de 54 estudos epidemiológicos relatou que o risco relativo (RR = 1,24) de diagnóstico de câncer de mama é ligeiramente maiem mulheres que utilizam contraceptivos orais combinados do que nas que nunca utilizaram. O aumento do risco desaparece gradualmente no transcorrer de 10 anos após a interrupção do uso de contraceptivos orais combinados. Esses estudos não fornecem evidências de relação causal. O padrão observado de aumento do risco de diagnóstico de câncer de mama pode ser consequência da detecção mais precoce desse câncer em usuárias de contraceptivos orais combinados, dos efeitos biológicos dos contraceptivos orais combinados ou da combinação de ambos. Como o câncer de mama é raro em mulheres com menos de 40 anos, o número excedente de diagnósticos de câncer de mama em usuárias de contraceptivos orais combinados atuais e recentes é pequeno em relação ao risco de câncer de mama ao longo da vida. O câncer de mama diagnosticado em mulheres que já utilizaram contraceptivos orais combinados tende a ser menos avançado clinicamente que o diagnosticado em mulheres que nunca os utilizaram.

5. Neoplasia hepática/doença hepática
Os adenomas hepáticos, em casos muito raros, e o carcinoma hepatocelular, em casos extremamente raros, estão associados ao uso de contraceptivo oral combinado. Aparentemente, o risco aumenta com o tempo de uso do contraceptivo oral combinado. A ruptura desses adenomas pode causar morte phemorragia intra-abdominal. Mulheres com história de colestase relacionada ao contraceptivo oral combinado oucom colestase durante a gravidez são mais propensas a apresentar essa condição com o uso de contraceptivo oral combinado. Se essas pacientes receberem um contraceptivo oral combinado, devem ser rigorosamente monitorizadas e, se a condição reaparecer, o tratamento com contraceptivo oral combinado deve ser interrompido.

6. Cefaléia
Início ou exacerbação de enxaqueca ou desenvolvimento de cefaléia com padrão novo que seja recorrente, persistente ou grave exige a ontinuação do contraceptivo oral combinado e a avaliação da causa.

O risco de acidente vular cerebral pode ser maiem usuárias de contraceptivo oral combinado que sofrem de enxaqueca (particularmente enxaqueca com aura).

Proteção Contraceptiva Adicional: Quando fnecessária a utilização de proteção contraceptiva adicional, utilize métodos contraceptivos de barreira (pexemplo: diafragma ou preservativo mulino). Não utilize os métodos da tabelinha ou da temperatura como proteção contraceptiva adicional, pois os contraceptivos orais modificamalterações menstruais cíclicas, tais comovariações de temperatura e do muco cervical.

Apresentações de Minesse

Minesse é apresentado em cartucho contendo 1 cartela com 24 comprimidos revestidos.

Composição de Minesse

Cada comprimido revestido contém:
Minesse - Gestodeno.................... 0,060 mg
Minesse - Etinilestradiol.................... 0,015 mg
Excipientes: lactose, celulose microcristalina, estearato de magnésio, polacrilina potássica, corante opadry amarelo, polietilenoglicol, cera montanglicol e água purificada.

Informações Técnicas de Minesse

Descrição
Minesse (Minesse - Gestodeno, Minesse - Etinilestradiol) é um contraceptivo oral que combina o componente estrogênico Minesse - Etinilestradiol com o componente progestogênico Minesse - Gestodeno.

Farmacologia Clínica
Os contraceptivos orais combinados agem psupressão das gonadotrofinas. Embora o mecanismo primário dessa ação seja a inibição da ovulação, outras alterações incluem mudanças do muco cervical (que aumenta a dificuldade de entrada do esperma no útero) e do endométrio (que reduz a probabilidade de implantação).

Quando corretamente e constantemente ingeridas, a taxa provável de falha dos contraceptivos orais combinados é de 0,1% pano, entretanto, a taxa de falha durante uso típico é de 5% pano para todos os tipos de contraceptivos orais. A eficácia da maioria dos métodos de contracepção depende da precisão com que eles são usados. A falha do método é mais comum se os contraceptivos orais combinados são esquecidos.

Os seguintes benefícios à saúde relacionados ao uso de contraceptivos orais combinados são confirmados pelos estudos epidemiológicos com formulações de contraceptivos orais combinados utilizando amplamente doses maiores que 35 mg de Minesse - Etinilestradiol ou 50 mg de mestranol:
Efeitos sobre a menstruação:
melhora da regularidade do ciclo menstrual;
diminuição da perda de sangue e da incidência de anemia ferropriva;
diminuição da incidência de dismenorréia.

Efeitos relacionados à inibição da ovulação:
diminuição da incidência de cistos ovarianos funcionais;
diminuição da incidência de gravidez ectópica.

Outros efeitos:
diminuição da incidência de fibroadenomas e de doença fibrocística da mama;
diminuição da incidência de doença inflamatória pélvica aguda;
diminuição da incidência de câncer endometrial;
diminuição da incidência de câncer de ovário;
diminuição da gravidade de acne.

Efeitos sobre os parâmetros laboratoriais:
O uso de contraceptivos esteroidais pode influenciar os resultados de alguns exames laboratoriais, incluindo:
parâmetros bioquímicos das funções hepática, tireoidiana, adrenal e renal
níveis plasmáticos de proteínas (carreadoras), como globulina de ligação a corticosteróide e frações lipídicas/lipoprotéicas
parâmetros do metabolismo de carboidratos
parâmetros de coagulação e fibrinólise
diminuição dos níveis séricos de folato
Farmacocinética
Minesse - Gestodeno é rápida e completamente absorvido pelo trato gastrintestinal. Não sofre metabolização de primeira passagem e está quase que completamente biodisponível após administração oral. No plasma, Minesse - Gestodeno liga-se amplamente às globulinas de ligação dos hormônios sexuais (SHBG). Durante administrações repetidas, um acúmulo de Minesse - Gestodeno pode ser visto no plasma, com a fase de equilíbrio observada durante a segunda metade de um ciclo de tratamento. Entretanto, somente uma pequena fração (< 1%) do Minesse - Gestodeno total está presente na forma livre.

Minesse - Gestodeno é completamente metabolizado predução do grupo 3-ceto e da dupla ligação delta-4, e pinúmeras hidroxilações. Nenhum metabólito farmacologicamente ativo de Minesse - Gestodeno é conhecido. Os metabólitos de Minesse - Gestodeno são excretados na urina (50%) e nas fezes (33%) com uma meia-vida de eliminação de aproximadamente um dia.

Minesse - Etinilestradiol é rápida e completamente absorvido pelo trato gastrintestinal. Sofre intensa metabolização de primeira passagem. A biodisponibilidade média está em torno de 45% com significante variação individual. Minesse - Etinilestradiol liga-se fortemente a albumina e induz um aumento na concentração plasmática de SHBG. Após repetida administração oral, a concentração sanguínea de Minesse - Etinilestradiol aumenta em torno de 30-50%, atingindo a fase de equilíbrio durante a segunda metade de cada ciclo de tratamento.

Após administração oral única, os níveis plasmáticos máximos de Minesse - Etinilestradiol são alcançados dentro de 1-2 horas. A curva de disposição mostra duas fases com meias-vidas de 1-3 horas e 10-14 horas aproximadamente.

Minesse - Etinilestradiol é primariamente metabolizado phidroxilação aromática, mas uma grande variedade de metabólitos hidroxilados e metilados são formados, estando presentes como metabólitos livres ou conjugados com glicuronídeos e sulfatos. Os metabólitos de Minesse - Etinilestradiol não são farmacologicamente ativos. O Minesse - Etinilestradiol conjugado é excretado pela bile e sujeito a recirculação êntero-hepática. A meia-vida de eliminação de Minesse - Etinilestradiol é de aproximadamente 10 horas. Cerca de 40% da droga é excretada na urina e 60% eliminada nas fezes.

Informações À Paciente de Minesse

Minesse (Minesse - Gestodeno, Minesse - Etinilestradiol) é indicado na prevenção da gravidez. Embora tendo eficácia bem estabelecida, há casos de gravidez em mulheres utilizando contraceptivos orais.

Conservar o medicamento em temperatura ambiente (temperatura entre 15 e 30°C).

O prazo de validade de Minesse (Minesse - Gestodeno, Minesse - Etinilestradiol) é de 18 meses contados a partir da data de fabricação indicada na embalagem externa. Após esse período o medicamento não deve ser utilizado. Nunca use medicamento com prazo de validade vencido.

Minesse (Minesse - Gestodeno, Minesse - Etinilestradiol) não deve ser utilizado pmulheres grávidas ou com suspeita de gravidez, ou ainda pmulheres que estejam amamentando.

Siga a orientação do seu médico, respeitando sempre os horários, a dose e a duração do tratamento.

COMO TOMAR Minesse (Minesse - Gestodeno, Minesse - Etinilestradiol)
A cartela de Minesse (Minesse - Gestodeno, Minesse - Etinilestradiol) contém 24 comprimidos. Iniciar tomando um comprimido no primeiro dia do ciclo (primeiro dia de sangramento). Tomar o comprimido marcado com o dia correspondente da semana. Pexemplo, se o seu ciclo começar numa sexta-feira, tomar o comprimido marcado com "SEX". Seguindo a direção das setas marcadas na cartela, tomar um comprimido pdia no mesmo horário até acabar todos os 24 comprimidos da cartela. A embalagem seguinte deve ser iniciada após um intervalo de 4 dias sem a ingestão de comprimidos, ou seja, no 5º dia após o término da embalagem anterior. Após 2-3 dias do último comprimido de Minesse (Minesse - Gestodeno, Minesse - Etinilestradiol) ter sido tomado, inicia-se, em geral, hemorragia psupressão que pode não cessar antes do início da embalagem seguinte.

Como começar a tomar Minesse (Minesse - Gestodeno, Minesse - Etinilestradiol)
Sem uso anteride contraceptivo hormonal (no mês anterior): o primeiro comprimido deve ser tomado no 1o dia do ciclo natural (ou seja, o primeiro dia de sangramento menstrual). Pode-se iniciar o tratamento entre o 2o e o 7o dia, mas recomenda-se a utilização de método contraceptivo não-hormonal (como preservativo e espermicida) nos primeiros 7 dias de administração durante o primeiro ciclo.

Quando se passa a usar Minesse (Minesse - Gestodeno, Minesse - Etinilestradiol) no lugar de outro contraceptivo oral: deve-se começar a tomar Minesse (Minesse - Gestodeno, Minesse - Etinilestradiol) de preferência no dia seguinte ao último comprimido ativo do contraceptivo oral combinado anteriter sido ingerido ou, no máximo, no dia seguinte ao intervalo habitual sem comprimidos ou com comprimido inerte do contraceptivo oral combinado anterior.

Quando se passa a usar Minesse (Minesse - Gestodeno, Minesse - Etinilestradiol) no lugar de outro método com apenas progestogênio (mini-pílulas, injetável, implante): pode-se interromper a mini-pílula em qualquer dia e deve-se começar a tomar Minesse (Minesse - Gestodeno, Minesse - Etinilestradiol) no dia seguinte. Deve-se tomar Minesse (Minesse - Gestodeno, Minesse - Etinilestradiol) no dia da remoção do implante ou, no caso de utilização de contraceptivo injetável, deve-se esperar o dia programado para a próxima injeção. Em todas essas situações, a paciente deve ser orientada a utilizar outro método não-hormonal de contracepção durante os 7 primeiros dias de administração dos comprimidos.

Após aborto no primeiro trimestre: pode-se começar a tomar Minesse (Minesse - Gestodeno, Minesse - Etinilestradiol) imediatamente. Não são necessários outros métodos contraceptivos.

Após parto ou aborto no segundo trimestre: como o pós-parto imediato está associado a aumento do risco de tromboembolismo, o tratamento com contraceptivos orais combinados não deve começar antes do 28o dia após o parto ou aborto no segundo trimestre. Deve-se orientar a paciente a utilizar outro método não-hormonal de contracepção durante os 7 primeiros dias de administração dos comprimidos. Entretanto, se já tiver ocorrido relação sexual, a possibilidade de gravidez antes do início da utilização do contraceptivo oral combinado deve ser artada ou deve-se esperar pelo primeiro período menstrual espontâneo (ver Precauções - Gravidez e Advertência - Tromboembolismo e Trombose Arterial e Venosa).

Conduta para quando a paciente esquecer de tomar o medicamento
A eficácia contraceptiva pode ser reduzida se a paciente esquecer de tomar algum comprimido de Minesse (Minesse - Gestodeno, Minesse - Etinilestradiol), e particularmente, se o esquecimento aumentar o intervalo sem comprimidos. Se fesquecido algum comprimido, e tiver ocorrido relação sexual na semana anteriao esquecimento, deve-se considerar a possibilidade de gravidez. Recomenda-se consultar seu médico.

Se a paciente esquecer de tomar um comprimido de Minesse (Minesse - Gestodeno, Minesse - Etinilestradiol) mas o atraso fmenque 12 horas, deve-se ingeri-lo tão logo se lembre. Os comprimidos seguintes devem ser tomados no horário habitual.

Se a paciente esquecer de tomar um comprimido de Minesse (Minesse - Gestodeno, Minesse - Etinilestradiol) e o atraso fmaique 12 horas ou se tiverem sido esquecidos mais de um comprimido, a proteção contraceptiva pode ser menor. O último comprimido esquecido deve ser tomado tão logo se lembre, mesmo que isso signifique tomar 2 comprimidos num único dia. Os comprimidos seguintes devem ser ingeridos no horário habitual. Adicionalmente, um método contraceptivo não hormonal deve ser usado nos próximos 7 dias.

Se esses 7 dias ultrapassarem o último comprimido na embalagem em uso, a próxima embalagem deve ser iniciada tão logo a anteritenha acabado; não deve haver intervalo entreembalagens. Isto previne um intervalo prolongado entre os comprimidos ingeridos que pode aumentar o risco de ocorrer ovulação. É improvável que ocorra hemorragia psupressão até o final da segunda embalagem, mas a paciente pode apresentar "spotting" ou sangramento de escape nos dias em que estiver ingerindo os comprimidos. Se a paciente não tiver hemorragia psupressão no término da segunda embalagem, a possibilidade de gravidez deve ser artada antes de iniciar a próxima embalagem.

Orientação em caso de vômitos
No caso de vômito no período de 3-4 horas após a ingestão do comprimido, a absorção pode não ser completa. Neste caso, os comprimidos seguintes devem ser ingeridos no horário habitual. Adicionalmente, um método contraceptivo não hormonal deve ser usado até o final da embalagem. Se a paciente não quiser modificar seu esquema usual de administração dos comprimidos, deverá tomar o(s) comprimido(s) de Minesse (Minesse - Gestodeno, Minesse - Etinilestradiol) de uma embalagem reserva.

Não interromper o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

Informe seu médico o aparecimento de reações desagradáveis, tais como: dde cabeça; inchaço; náuseas; vômitos; dores abdominais; alterações de peso (aumento ou diminuição); depressão; nervosismo; tontura; alterações do interesse sexual; acne; vaginite; intolerância a lentes de contato; alterações do fluxo menstrual; sensibilidade, aumento e secreção das mamas.

Se persistirem ou tornarem-se muito incômodas, a paciente deve consultar seu médico.

TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.

Alguns medicamentos podem reduzir a eficácia dos contraceptivos orais quando tomados ao mesmo tempo.

Informe seu médico sobre qualquer medicamento que esteja usando, antes do início, ou durante o tratamento.

Minesse (Minesse - Gestodeno, Minesse - Etinilestradiol) não deve ser utilizado pmulheres que apresentemseguintes condições: trombose venosa profunda (história anteriou atual); tromboembolismo (história anteriou atual); doença vular cerebral ou coronariana arterial; valvulopatias trombogênicas; distúrbios trombogênicos; diabetes com envolvimento vular; hipertensão; carcinoma da mama conhecido ou suspeito ou outra neoplasia estrogênio-dependente conhecida ou suspeita; adenomas ou carcinomas hepáticos, ou doença hepática ativa, desde que a função hepática não tenha retornado ao normal; gravidez confirmada ou suspeita; hipersensibilidade a qualquer um dos componentes de Minesse (Minesse - Gestodeno, Minesse - Etinilestradiol).

Fumar cigarros aumenta o risco de efeitos colaterais cardiovulares sérios decorrente do uso de contraceptivos orais combinados. Este risco aumenta com a idade e com o consumo intenso (em estudos epidemiológicos, fumar 15 ou mais cigarros pdia foi associado a risco significantemente maior) e é bastante acentuado em mulheres com mais de 35 anos de idade. Mulheres que tomam contraceptivos orais combinados devem ser firmemente aconselhadas a não fumar.

NÃO TOME REMÉDIO SEM O CONHECIMENTO DO SEU MÉDICO. PODE SER PERIGOSO PARA A SAÚDE.

Interações Medicamentosas de Minesse

Interações entre Minesse - Etinilestradiol e outras substâncias pode diminuir ou aumentarconcentrações séricas de Minesse - Etinilestradiol, respectivamente.

Concentrações séricas mais baixas de Minesse - Etinilestradiol podem causar maiincidência de sangramento de escape e irregularidades menstruais e, possivelmente, podem reduzir a eficácia do contraceptivo oral combinado.

Durante o uso concomitante de produtos com Minesse - Etinilestradiol e substâncias que podem diminuirconcentrações séricas de Minesse - Etinilestradiol, recomenda-se que um método anticoncepcional não-hormonal (como preservativos e espemicida) sejam utilizados além da ingestão regular de Minesse (Minesse - Gestodeno, Minesse - Etinilestradiol). No caso de uso prolongado dessas substâncias, os contraceptivos orais combinados não devem ser considerados os contraceptivos primários.

Após a ontinuação das substâncias que podem diminuirconcentrações séricas de Minesse - Etinilestradiol, recomenda-se o uso de um método anticoncepcional não-hormonal por, no mínimo, 7 dias. Aconselha-se o uso prolongado do método alternativo após a ontinuação das substâncias que resultaram na indução das enzimas microssomais hepáticas, levando a uma diminuição das concentrações séricas de Minesse - Etinilestradiol. Às vezes, pode levar várias semanas até a indução enzimática desaparecer completamente, dependendo da dose, duração do uso e taxa de eliminação da substância indutora.

A seguir, alguns exemplos das substâncias que podem diminuirconcentrações séricas de Minesse - Etinilestradiol:
Qualquer fármaco que reduza o tempo do trânsito intestinal e, portanto, a absorção do Minesse - Etinilestradiol.

Fármacos indutores das enzimas microssomais hepáticas, como rifampicina, rifabutina, barbitúricos, primidona, fenilbutazona, fenitoína, griseofulvina, topiramato, alguns inibidores de protease, modafinil.

Hypericum perforatum, também conhecido como erva de São João, e ritonavir (possivelmente pindução das enzimas microssomais hepáticas).

Alguns antibióticos (pexemplo, ampicilina e outras penicilinas, tetraciclinas), pdiminuição da circulação êntero-hepática de estrogênios.

A seguir, alguns exemplos de substâncias que podem aumentarconcentrações séricas de Minesse - Etinilestradiol:
Inibidores competitivos de sulfatações na parede gastrintestinal, como o ácido órbico (vitamina C) e o paracetamol (acetaminofeno). A sulfatação do Minesse - Etinilestradiol ocorre na parede gastrintestinal.

Fármacos que inibemisoenzimas 3A4 do citocromo P450, como indinavir, fluconazol e troleandomicina.

A troleandomicina pode aumentar o risco de colestase intra-hepática durante a administração concomitante com contraceptivos orais combinados.

O Minesse - Etinilestradiol pode interferir no metabolismo de outros fármacos pinibição das enzimas microssomais hepáticas ou indução da conjugação hepática do fármaco, sobretudo a glicuronização. Consequentemente,concentrações plasmáticas e teciduais podem aumentar (p. ex., ciclosporina, teofilina, corticosteróides) ou diminuir.

Em pacientes tratados com a flunarizina, relatou-se que o uso de contraceptivos orais aumenta o risco de galactorréia.

As bulas dos medicamentos concomitantes devem ser consultadas para identificar possíveis interações.

Embora o ritonavir seja um inibiddo citocromo P450 3A4, demonstrou-se que esse tratamento diminuiconcentrações séricas de Minesse - Etinilestradiol (vide acima).

Superdosagem de Minesse

Não foram relatados efeitos sérios após ingestão aguda de altas doses de contraceptivos orais combinados pcrianças pequenas. em mulheres, a superdosagem pode causar náuseas e hemorragia psupressão.

Se necessário, a superdosagem é tratada sintomaticamente. pode-se considerar lavagem gástrica para retirada do medicamento não-absorvido em caso de ingestão de quantidades maiores de comprimidos.

Pacientes idosas
Minesse (Minesse - Gestodeno, Minesse - Etinilestradiol) não é indicado para pacientes idosas.

Atenção: "este produto é um novo medicamento e emborapesquisas realizadas tenham indicado eficácia e segurança quando corretamente indicado, podem ocorrer reações adversas imprevisíveis ainda não ritas ou conhecidas. em caso de suspeita de reação adversa o médico responsável deve ser notificado".

Laboratório de Minesse

Wyeth - Indústria Farmacêutica Ltda.

 

COMENTÁRIOS DOS NOSSOS CLIENTES

7 Comentários

usuário

Minhas expectativas foram atendidas Obrigada pelo atendimento estou satisfeita

02 de Dec

Sandra

(Castanhal )

usuário

Como sempre,muito bem atendido,pedido chegam rapido,estou muito satisfeito com vcs.um grande abraço e muito obrigado.

02 de Dec

Fernando

(Leme )

usuário

Otima

02 de Dec

Patricia Ribeiro Gaspar

(Cariacica )

usuário

Voltarei a comprar novamente .

02 de Dec

alcione

(POMPEU)

usuário

A entrega um pouco demorada, devido ser pelo correio.

01 de Dec

Fernando

(Ourinhos)

usuário

Sou Enilde Cirqueira e gostei de comprar na SARE, pois chegou dentro do prazo, tudo certinho. Eu recomendo, quem precisar pode comprar sem medo a entrega é garantida. Parabéns!!!

01 de Dec

ENILDE

(ESTREITO)

usuário

atendimento por parte da luciana excelente muito pontual e objetiva no seu atendimento para comigo em destaque

30 de Nov

José E de Oliveira

(Mairiporã )