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ABLOK 50MG C/30 COM.

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Descrição do Produto

Ablok

Atenolol

Uso adulto

Forma farmacêutica e apresentações - Comprimido 25 mg: Caixa com 30 comprimidos. Comprimido 50 mg: Caixa com 30 comprimidos. Comprimido 100 mg: Caixa com 30 comprimidos.

Composição ablokatenolol- Cada comprimido de 25 mg contém: Atenolol 25 mg. Excipientes: Amido, óxido de ferro vermelho, crospovidona, celulose microcristalina, laurilsulfato de sódio, estearato de magnésio e dióxido de silício coloidal. Cada comprimido de 50 mg contém: Atenolol 50 mg. Excipientes: Amido, óxido de ferro amarelo, crospovidona, celulose microcristalina, laurilsulfato de sódio, estearato de magnésio e dióxido de silício coloidal. Cada comprimido de 100 mg contém: Atenolol 100 mg. Excipientes: Amido, crospovidona, celulose microcristalina, laurilsulfato de sódio, estearato de magnésio e dióxido de silício coloidal.

Informações técnicas - ablokatenolol

Características do ablokatenolol- O ablokatenolol é um betabloqueador cardiosseletivo, isto é, age predominantemente sobre os receptores beta-1 adrenérgicos do tecido cardíaco. Em geral, a cardiosseletividade acontece com baixas doses de ablokatenolol. Com altas doses, o ablokatenolol perde essa característica, passando também a bloquear os receptores beta-2 adrenérgicos localizados na musculatura bronquial e vascular. O ablokatenolol não possui atividade simpaticomimética intrínseca e, tampouco, atividade estabilizadora de membrana.

Indicações do ablokatenolol- ablok está indicado para o controle da hipertensão arterial, da angina pectoris e de arritmias cardíacas, e também no tratamento do infarto recente do miocárdio. Na profilaxia da enxaqueca.

Contra-indicações doablokatenolol- Em pacientes com choque cardiogênico; pacientes com bloqueio cardíaco de 2o ou 3o grau; bradicardia; hipotensão; insuficiência cardíaca descompensada e hipersensibilidade aos componentes da fórmula.

Precauções e advertências sobre ablokatenolol- Gerais: Cuidados especiais devem ser tomados com pacientes cuja reserva cardíaca esteja diminuída. Os betabloqueadores não devem ser administrados a pacientes com insuficiência cardíaca descompensada. No entanto, podem ser utilizados cuidadosamente após compensação da insuficiência. Se durante o tratamento com ablok atenolol surgir insuficiência cardíaca congestiva, o produto deve ser temporariamente suspenso até que a insuficiência cardíaca tenha sido controlada. O ablok atenolol, isoladamente, não é utilizado para o tratamento da angina vasoespástica, pois ele pode exacerbar os sintomas. Entretanto, pode ser administrado em associação com nitratos e/ou antagonistas do cálcio com resultados favoráveis. O ablokatenolol diminui a freqüência cardíaca. Nos casos onde os desagradáveis sintomas podem ser atribuídos à baixa freqüência cardíaca, a dose de ablok pode ser reduzida. ablok deve ser administrado com cautela a pacientes diabéticos, caso seja necessário o uso de betabloqueadores. Os betabloqueadores podem mascarar a taquicardia que ocorre nas hipoglicemias, mas outras manifestações como tontura e sudorese podem não ser significativamente afetadas. Nas doses recomendadas, ablok não potencializa a hipoglicemia induzida por insulina e, ao contrário dos betabloqueadores não-seletivos, não retarda o restabelecimento aos níveis normais da glicose sangüínea. Os betabloqueadores podem mascarar certos sinais clínicos (por exemplo, taquicardia) do hipertireoidismo. Pacientes suspeitos de terem desenvolvido tireotoxicose através da terapia com ablok devem ter cuidadosamente monitorada a retirada dos betabloqueadores. Pacientes com anormalidades da condução cardíaca ou função ventricular comprometida são mais suscetíveis, recomendando-se maior cautela na administração de ablok. Doenças broncoespásticas: Como regra geral, estes pacientes não devem receber betabloqueadores. No entanto, por agir predominantemente sobre os receptores cardíacos beta-1, ablok pode ser usado com cautela em portadores de doenças crônicas obstrutivas das vias aéreas que não respondem ou não toleram outros tratamentos anti-hipertensivos. Pacientes asmáticos podem ter um aumento na resistência das vias respiratórias. Este quadro pode ser revertido com doses usuais de broncodilatadores, tais como salbutamol e isoproterenol. O ablokatenolol deve ser administrado com cautela em pacientes com bloqueio cardíaco de 1o grau, devido ao efeito negativo sobre o tempo de condução cardíaca. Em portadores de doença cardíaca isquêmica, o tratamento com qualquer betabloqueador não deve ser interrompido abruptamente. Pacientes com histórico de reação anafilática a variados alérgenos podem voltar a ter grave reação a estes alérgenos após administração do ablokatenolol. Estes pacientes podem não responder às doses usuais de adrenalina utilizadas no tratamento destas reações. Na maioria dos casos não é necessário, mas se o médico quiser suspender a administração de um betabloqueador antes de uma cirurgia, esta deve ser feita 48 horas antes do início da anestesia. No entanto, se for decidido continuar o tratamento, recomenda-se muito cuidado com o uso de agentes anestésicos voláteis, como éter, ciclopropano e tricloroetileno. No caso de haver dominância vagal, esta pode ser corrigida com injeção endovenosa de 1 a 2 mg de atropina. Bradicardia excessiva pode ser tratada com o uso endovenoso de 1 a 2 mg de atropina, seguida, se necessário, de um beta-estimulante como isoproterenol 25 mcg ou orciprenalina 0,5 mg administrado lentamente na veia. Deve-se ter cuidado para que a pressão sangüínea não caia muito se a dose de beta-estimulante tiver que ser aumentada. Gravidez: Os bloqueadores beta-adrenérgicos atravessam a barreira placentária. A segurança do uso desses medicamentos em gestantes ainda não foi completamente estabelecida. Têm sido reportadas bradicardia, hipotensão, hipoglicemia e depressão respiratória fetal ou neonatal com a administração de bloqueadores beta-adrenérgicos cardiosseletivos em mulheres grávidas. Além disso, o ablok atenolol tem sido associado a raros casos de retardo no crescimento intra-uterino. Entretanto, existem relatos de tratamentos bem sucedidos de hipertensão materna durante a gravidez com nenhum efeito aparente sobre o feto ou o neonato. Lactação: O ablok atenolol é encontrado no leite materno. São conhecidos raros relatos de reações adversas no lactente de mães sob tratamento com o ablokatenolol, porém o risco parece ser pequeno. Se for necessário administrar o ablok atenolol durante a amamentação, os lactentes devem ser monitorados por sinais de bloqueio beta-adrenérgicos, especialmente bradicardia, hipotensão, alterações respiratórias e hipoglicemia. Pediatria: Não são conhecidas informações que limitem o uso do ablok atenolol em pediatria, porém a posologia para essa faixa etária ainda não foi estabelecida. Geriatria (idosos): Os pacientes idosos são mais suscetíveis às reações adversas provocadas pelo ablok atenolol. Como a redução da função renal é uma conseqüência da idade, uma diminuição das dosagens pode ser necessária nos idosos. Insuficiência renal: O ablokatenolol deve ser administrado com cuidado em pacientes com insuficiência renal grave.

Reações adversas à ablokatenolol- As reações adversas associadas ao uso de ablok são infreqüentes e geralmente discretas. Incluem: Reações cardiovasculares: Bradicardia, frio nas extremidades, insuficiência cardíaca aumentada e hipotensão postural que pode estar associada com síncope. Reações no sistema nervoso central: Distúrbios do sono do tipo observado em outros betabloqueadores, confusão, tontura, alterações do humor, cefaléia, pesadelos e psicoses. Reações gastrointestinais: Boca seca e distúrbios gastrointestinais. Reações respiratórias: Pacientes com asma brônquica ou história de queixas asmáticas podem ter broncoespasmo. Reações hematológicas: Trombocitopenia, púrpura e elevação das enzimas hepáticas e/ou bilirrubina. Reações tegumentares: Reações cutâneas semelhantes à psoríase, exacerbação da psoríase, olhos secos, alopecia e rashes cutâneos. Reação neurológica: Parestesia. Outras reações: Fadiga muscular, distúrbios visuais.

Posologia ablokatenolol- Adultos: Hipertensão: A dose inicial de ablok é de 50 mg em dose única diária. O pleno efeito é obtido após uma ou duas semanas de uso. Se a resposta ótima não for alcançada, a dose pode ser aumentada para 100 mg em dose única/dia de ablok. Ablok pode ser utilizado sozinho ou administrado concomitantemente com outros agentes anti-hipertensivos como diuréticos tipo tiazida (clortalidona), hidralazina, prazosina e alfametildopa, obtendo-se uma adicional redução na pressão arterial, constituindo-se em uma terapia altamente eficaz e cômoda. Pacientes que são tratados com outros medicamentos anti-hipertensivos podem ser transferidos diretamente para ablok, com exceção da clonidina (ver Precauções). Angina: A doce inicial é de 50 mg de ablok em uma única tomada/dia. Se a resposta ótima não for obtida após uma semana, a dose pode ser aumentada para 100 mg de ablok em uma só tomada diária ou então dividida em duas administrações de 50 mg de ablok ao dia. É pouco provável que se obtenha benefício adicional com doses superiores a 100 mg/dia. Arritmias (fibrilação, taquicardia paroxística supraventricular, extra-sístoles supraventriculares e ventriculares): Podem ser controladas com doses de 50 a 100 mg de ablok em uma tomada única diária ou dividida. Infarto agudo do miocárdio: Para pacientes que apresentarem este quadro, recomenda-se dose oral de 100 mg deablok diários para a profilaxia a longo prazo do infarto do miocárdio. Insuficiência renal: Nestes casos a dose deve ser ajustada aos valores de depuração de creatinina. Assim, em uma velocidade de filtração glomerular superior a 35 ml/min/1,73 m2 (a faixa normal é de 100-150 ml/min/1,73 m2) não ocorre acumulação significativa do ablokatenolol. Em pacientes com depuração de creatinina de 15 a 35 ml/min/1,73 m2 (equivalente à creatinina sérica de 300 a 600 mol/l), a dose oral é de 50 mg de ablok/dia, ou 100 mg deablok em dias alternados. Para pacientes com depuração de creatinina menor que 15 ml/min/1,73 m2 (equivalente à creatinina sérica maior que 600 mol/l), a dose oral é de 25 mg diários ou 50 mg em dias alternados de ablok. Pacientes em hemodiálise devem receber de 25 a 50 mg de ablok após cada diálise, sob supervisão hospitalar, uma vez que podem ocorrer acentuadas quedas de pressão arterial. Idosos ou pacientes com insuficiência renal: As doses podem ser reduzidas, principalmente em pacientes com função renal comprometida. Crianças: A posologia para crianças ainda não foi estabelecida.

Registro no M.S. 1.0974.0100.

BIOLAB/SANUS Farmacêutica Ltda.

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