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IMIPENEM + CILASTATINA C/10 FRASCOS + 10 BOLSAS 100ML

Fabricante: Abl-Antibióticos

De R$ 799,74
Por R$ 559,82


Composição - Imipenem Cilastatina
cada frasco de infusão para aplicaçãointravenosa contém 250 mg de imipenem e 250 mg de cilastatina sódica, MSD ou, 500 mg de imipenem e 500 mg de cilastatina sódica, MSD. Cada sistema monovial para aplicação intravenosa contem 250 mg de imipenem e 250 mg de cilastatina sódica, MSD ou, 500 mg de imipenem e 500 mg de cilastatina sódica, MSD. Cada frasco- ampola para aplicação intramuscular contém 500 mg de imipenem e 500 mg de cilastatina sódica, MSD ou, 750 mg de imipenem e 750 mg de cilastatina sódica, MSD.


Posologia e Administração - Imipenem Cilastatina
Tienam é apresentado em duas formulações diferentes, uma para infusão intravenosa apenas e outra para injeção intramuscular1 apenas. A formulação intramuscular não deve ser utilizada intravenosamente. Recomendações sobre posologia e administração para infusão intravenosa são apresentadas primeiro. Recomendações sobre posologia e administração para injeção intramuscular1 são apresentadas após aquelas referentes à apresentação intravenosa. As recomendações posológicas para Imipenem Cilastatina representam a quantidade de imipenem a ser administrada. Quantidade equivalente de cilastatina está também presente na solução. A posologia diária total e a via de administração de Imipenem Cilastatina devem ser baseadas no tipo e na gravidade da infecção2 e dadas em doses iguais divididas, baseadas na consideração do grau de sensibilidade do(s) patógeno(s), função renal3 e peso corpóreo. Infusão intravenosa: tratamento: esquema posológico para adultos com função renal3 normal. As doses citadas na Tabela I estão baseadas em pacientes com função renal3 normal (clearance de creatinina4 > 70 ml/min/1,73 m2 e peso corpóreo € 70 kg). Deverá ser feita redução da dosagem para pacientes5 com clearance de creatinina4 ú 70 ml/min/1,73 m2 (veja Tabela II) e/ou peso corpóreo < 70 kg. A redução relativa ao peso corpóreo é especialmente importante para os pacientes com peso muito baixo e/ou insuficiência renal6 moderada/severa. A maioria das infecções responde a uma dose diária de 1 a 2 g, dividida em 3 ou 4 tomadas. No tratamento de infecções moderadas, pode ser usada a posologia de 1 g, 2 vezes ao dia. Em infecções devidas a organismos menos suscetíveis, a posologia diária de Imipenem Cilastatina IV pode ser aumentada para até 4 g por dia, sem exceder 50 mg/kg/dia, devendo prevalecer a posologia que for menor. Cada dose 500 mg de Imipenem Cilastatina deve ser dada por infusão intravenosa durante 20 a 30 min. Cada dose > 500 mg deve ser infundida pelo período de 40 a 60 min. Em pacientes que desenvolvem náusea7 durante a infusão, o ritmo deve ser diminuído. Esquema posológico de Imipenem Cilastatina IV, para adultos com função renal3 normal e peso corpóreo € 70 kg (deve ser feita uma redução proporcional posterior, da dose administrada em pacientes com peso corpóreo inferior a 70 kg). Infecção2 leve: 250 mg de imipenem, em intervalos de 6 horas, totalizando 1 g diário. Infecção2 moderada: 500 mg de imipenem, em intervalos de 8 horas, totalizando 1,5 g diário ou 1.000 mg de imipenem, em cada 12 horas, totalizando 2 g diários. Infecção2 severa (sensibilidade completa): 500 mg de imipenem, em intervalos de 6 horas, totalizando 2 g diários. Infecção2 grave e/ou com risco de vida, devido a organismos menos sensíveis (primariamente algumas cepas de P. aeruginosa): 1.000 mg de imipenem, em intervalos de 8 ou 6 horas, totalizando 3 ou 4 g diários. Devido à grande atividade antimicrobiana de Imipenem Cilastatina, é recomendada a posologia máxima diária de 50 mg/kg/dia, não excedendo 4 g/dia, devendo prevalecer a posologia que for menor. Entretanto, pacientes com fibrose cística8 e com função renal3 normal têm sido tratados com Imipenem Cilastatina em doses de até 90 mg/kg/dia em tomadas divididas, não excedendo 4 g/dia. Imipenem Cilastatina foi utilizado com sucesso como monoterapia em pacientes imunodeprimidos com câncer9, no tratamento de infecções confirmadas ou suspeitas, tais como, septicemia. Tratamento: esquema posológico para adultos com insuficiência renal6. Para determinar a redução da dose em adultos com insuficiência renal6: a dose diária total é selecionada com base na Tabela I, considerando- se as características da infecção2. O regime de dose reduzida é estabelecido pela Tabela II, com base na dose diária da Tabela I e na categoria do clearance de creatinina4 do paciente. Dose reduzida de Imipenem Cilastatina IV para adultos com insuficiência renal6 e peso corpóreo € 70 kg (deve ser feita uma redução proporcional posterior na dose administrada em pacientes com peso corpóreo inferior a 70 kg). Clearance de creatinina4 de 41-70 ml/min/1,73 m2: 1,0 g/dia: 250 g cada 8 h; 1,5 g/dia: 250 g cada 6 h; 2,0 g/dia: 500 g cada 8 h; 3,0 g/dia: 500 g cada 6 h; 4,0 g/dia: 750 g cada 8 h. Clearance de creatinina4 de 21-40 ml/min/1,73 m2: 1,0 g/dia: 250 g cada 12 h; 1,5 g/dia: 250 g cada 8 h; 2,0 g/dia: 250 g cada 6 h; 3,0 g/dia: 500 g cada 8 h; 4,0 g/dia: 500 g cada 6 h. Clearance de creatinina4 de 6-20 ml/min/1,73 m2: 1 g/dia: 250 g cada 12 h; 1,5 g/dia: 250 g cada 12 h; 2,0 g/dia: 250 g cada 12 h; 3,0 g/dia: 500 g cada 12 h; 4,0 g/dia: 500 g cada 12 h. Quando for utilizada a dose de 500 mg em pacientes com clearance de creatinina4 de 6-20 ml/min/1,73 m2 pode haver aumento do risco de convulsões. Pacientes com clearance de creatinina4 ú 5 ml/min/1,73 m2 não devem receber Imipenem Cilastatina IV, a menos que seja instituída hemodiálise10 em 48 horas. Hemodiálise10: ao tratar pacientes com clearance de creatinina4 ú 5 ml/min/1,73 m2, que estão sendo submetidos à hemodiálise10, utilize as recomendações posológicas para pacientes5 com clearance de creatinina4 6-20 ml/min/1,73 m2. Ambos, cilastatina e imipenem, são removidos da circulação11 durante a hemodiálise10. O paciente deve receber Imipenem Cilastatina IV após a hemodiálise10 e a cada 12 horas a partir do final da seção de hemodiálise10. Pacientes dialisados, especialmente aqueles com história de doenças do sistema nervoso12 central, devem ser cuidadosamente monitorizados; para pacientes5 em hemodiálise10, Imipenem Cilastatina IV é recomendado apenas quando o benefício superar os riscos potenciais de convulsões. Atualmente os dados são inadequados para se recomendar a utilização de Imipenem Cilastatina IV para pacientes5 sob diálise peritoneal13. A função renal3 de pacientes idosos pode não ser precisamente determinada pela medida da uréia14 e creatinina4 isoladamente. Sugere-se a determinação do clearance de creatinina4 para uma melhor orientação do esquema de dosagem nestes pacientes. Profilaxia: esquema posológico para adultos. Para profilaxia de infecções pós-cirúrgicas em adultos, devem ser administradas endovenosamente durante a indução da anestesia15 1.000 mg de Imipenem Cilastatina IV e 1.000 mg após três horas. Para cirurgias de alto risco (por exemplo, colorretal), duas doses adicionais de 500 mg devem ser administradas 8 e 16 horas após a indução. Não há dados suficientes para se recomendar a dosagem profilática em pacientes com clearance de creatinina4 ú 70 ml/min/1,73 m2. Tratamento: esquema posológico pediátrico (crianças com idade € 3 meses). Para crianças e bebês16, recomenda-se o seguinte esquema posológico: a) crianças com peso corpóreo € 40 kg devem receber as mesmas doses previstas para adultos; b) crianças e bebês16 com peso corpóreo < 40 kg devem receber 15 mg/kg a intervalos de 6 horas. A dose total diária não deve exceder 2 g. Os dados clínicos não são suficientes para recomendar a utilização em crianças com idade inferior a três meses, ou em pacientes pediátricos com insuficiência renal6 (creatinina4 sérica > 2 mg/dl17). Imipenem Cilastatina não é recomendado para o tratamento de meningite18. Se houver suspeita de meningite18, deve ser utilizado um antibiótico apropriado. Imipenem Cilastatina pode ser utilizado em crianças com septicemia, desde que não haja suspeita de meningite18. Reconstituição da solução intravenosa: Imipenem Cilastatina IV para administração intravenosa é apresentado como pó estéril, em frasco de 120 ml contendo 500 mg de imipenem e 500 mg de cilastatina. Imipenem Cilastatina IV é tamponado com bicarbonato de sódio para fornecer soluções na faixa de pH entre 6,5 a 7,5. Não há alterações significativas de pH quando as soluções são preparadas e utilizadas de forma apropriada. Imipenem Cilastatina IV 500 mg contém 37,5 mg de sódio (1,6 mEq). O pó estéril de Imipenem Cilastatina IV deve ser reconstituído conforme instruções apresentadas na Tabela III. Agite a solução até que ela esteja límpida. Variações na coloração da solução, do incolor ao amarelo, não afetam a potência do produto. Reconstituição de Imipenem Cilastatina IV: Dose de Imipenem Cilastatina IV: para 500 mg de imipenem, 100 ml de diluente a ser adicionado, concentração média aproximada: 5 mg/ml de imipenem. Estabilidade de Imipenem Cilastatina IV.: conserve o pó seco em temperatura ambiente (15 a 25 C). A Tabela IV apresenta o período de estabilidade de Imipenem Cilastatina IV quando reconstituído com soluções de infusão apropriadas e armazenado à temperatura entre 15- 25ºC ou sob refrigeração. Cuidado: Imipenem Cilastatina IV é quimicamente incompatível com lactato, e não deve ser reconstituído em diluentes que contenham lactato. Contudo, Imipenem Cilastatina IV pode ser administrado em um sistema intravenoso no qual esteja sendo administrada uma solução de lactato. Imipenem Cilastatina IV não deve ser misturado e nem deve ser fisicamente adicionado a outros antibióticos. Estabilidade da solução de Imipenem Cilastatina IV reconstituída: 4 horas em temperatura ambiente (25ºC) ou 24 horas sob refrigeração (4ºC) para os seguintes diluentes: cloreto de sódio isotônico, soro19 glicosado 5%, soro19 glicosado 10%, soro19 glicosado 5% e NaCl 0,9%, soro19 glicosado 5% e NaCl 0,45%, soro19 Glicosado 5% e NaCl 0,225%, soro19 glicosado 5% e KCl 0,15% e manitol 5% e 10%. Injeção intramuscular1: a formulação intramuscular de Imipenem Cilastatina pode ser usada como alternativa para a formulação intravenosa no tratamento daquelas infecções para as quais a terapia IM é adequada. Dependendo da gravidade da infecção2, da suscetibilidade do(s) patógeno(s) e da condição do paciente, a dose de 500 mg pode ser dada a cada 12 horas. A via e a formulação intravenosa de Imipenem Cilastatina devem ser utilizadas no tratamento de septicemias, endocardites, ou de outras infecções graves, ou com risco de vida, incluindo infecções do trato respiratório inferior causadas por Pseudomonas aeruginosa e quando houver falências orgânicas importantes, como no choque20. Não são recomendadas posologias diárias, por via intramuscular, acima de 1,5 g. Se isto for necessário, a via e a formulação intravenosa devem ser utilizadas. Para tratamento de uretrite21 ou cervicite22 causadas por Neisseria gonorrhoeae não produtora de penicilinase, pode-se usar uma dose única de Imipenem Cilastatina IM 500 mg. Imipenem Cilastatina IM deve ser dado em injeção intramuscular1 profunda, em massa muscular grande (como glúteo ou parte lateral da coxa). Imipenem Cilastatina IM pode ser usado sem redução posológica em pacientes com depuração de creatinina4 € 20 ml/min/1,73 m2. Imipenem Cilastatina IM não foi estudado em pacientes com depuração de creatinina4 < 20 ml/min/1,73 m2. Imipenem Cilastatina IM não foi estudado no grupo etário pediátrico. Reconstituição da suspensão intramuscular: Imipenem Cilastatina IM é apresentado como um pó estéril em frascos contendo o equivalente a 500 mg de imipenem e o equivalente em cilastatina, quando reconstituído. Imipenem Cilastatina IM 500 contém 32 mg de sódio (1,4 mEq). O pó estéril de Imipenem Cilastatina IM deve ser reconstituído para formar uma suspensão com cloridrato de lidocaína a 1% (sem epinefrina) em solução aquosa ou salina, conforme apresentado na Tabela V. Suspensões preparadas de Imipenem Cilastatina IM variam do branco ao castanho claro. A formulação IM não se destina ao uso IV. Reconstituição de Imipenem Cilastatina IM: dose de Imipenem Cilastatina IM: 500 mg de imipenem em 2 ml volume de diluente a ser adicionado, resultando em 2,8 ml de volume final. Estabilidade de Imipenem Cilastatina IM: conserve o pó seco à temperatura entre15- 25C. A suspensão resultante deve ser utilizada em até 1 hora. Imipenem Cilastatina IM não deve ser misturado e nem deve ser fisicamente adicionado a outros antibióticos. Superdosagem: não há informação específica disponível para o tratamento da superdosagem com Imipenem Cilastatina. O imipenem e a cilastatina sódica são hemodialisáveis. Contudo, o uso deste procedimento na superdosagem é desconhecido.


Precauções - Imipenem Cilastatina
gerais: há algumas evidências clínicas e laboratoriais de alergenicidade cruzada parcial entre Imipenem Cilastatina e os demais antibióticos betalactâmicos - penicilinas e cefalosporinas. Foram relatadas reações graves (inclusive anafilaxia23) com a maioria dos betalactâmicos. Antes do uso de Imipenem Cilastatina, é preciso informar-se cuidadosamente a respeito de reações de hipersensibilidade prévia aos antibióticos betalactâmicos. Se ocorrer reação alérgica24 com Imipenem Cilastatina, o medicamento deve ser descontinuado e devem ser tomadas medidas adequadas. Tem sido relatada colite25 pseudomembranosa com virtualmente todos os antibióticos cuja gravidade pode variar de leve a letal. Os antibióticos, portanto devem ser prescritos com cautela em indivíduos com história de doença gastrintestinal, particularmente colite25. É importante considerar o diagnóstico26 de colite25 pseudomembranosa em pacientes que desenvolvem diarréia27 em associação com o uso de antibióticos. Ainda que estudos indiquem que uma toxina produzida pelo Clostridium difficile é uma causa primária de colite25 associada aos antibióticos, outras causas devem ser consideradas. - Uso na gravidez28: não há estudos adequados e bem controlados em mulheres grávidas. Imipenem Cilastatina somente deverá ser usado na gravidez28 se os benefícios potenciais justificarem os riscos potenciais para o feto. Nutrizes29: foi detectado imipenem no leite humano. Se o uso de Imipenem Cilastatina for considerado essencial, a paciente deve suspender a amamentação30. - Uso pediátrico: não existem dados clínicos suficientes para recomendar o uso de Imipenem Cilastatina em crianças com idade inferior a 3 meses, ou em crianças com função renal3 alterada (creatinina4 sérica > 2 mg/dl17). Sistema nervoso12 central: como ocorre com outros antibióticos betalactâmicos, têm sido relatados efeitos adversos no SNC, tais como, mioclonias, estados confusionais e convulsões com a formulação IV, especialmente quando a posologia recomendada para peso corpóreo e função renal3 for ultrapassada. Essas alterações têm sido mais comuns em pacientes com distúrbios nervosos (por exemplo, lesões cerebrais ou história de convulsões) e/ou comprometimento da função renal3 nos quais pode haver acúmulo do medicamento. Portanto, é recomendada estreita observação dos esquemas posológicos, especialmente nesses pacientes. Deve ser mantida terapêutica anticonvulsivante nos pacientes com distúrbios convulsivantes conhecidos. Se ocorrerem tremores focais, mioclonias ou convulsões, os pacientes devem ser avaliados neurologicamente e colocados sob terapia anticonvulsivante, se esta ainda não estiver sendo utilizada. Se os sinais31 neurológicos persistirem, a posologia de Imipenem Cilastatina deve ser diminuída ou interrompida. Pacientes com clearance de creatinina4 ú 5 ml/min/1,73 m2 não devem receber Imipenem Cilastatina, a menos que seja instituída hemodiálise10 dentro de 48 horas. Para pacientes5 em hemodiálise10, Imipenem Cilastatina é recomendado apenas se os benefícios superarem os riscos potenciais de convulsões. - Interações medicamentosas: foram relatadas convulsões generalizadas em pacientes que receberam ganciclovir e Imipenem Cilastatina IV. Estas drogas não devem ser utilizadas concomitantemente, a menos que os benefícios superem os riscos.


Reações adversas - Imipenem Cilastatina

Imipenem Cilastatina é geralmente bem tolerado. Em estudos clínicos controlados, Imipenem Cilastatina mostrou ser tão bem tolerado quanto à cefazolina, à cefalotina e à cefotaxima. Efeitos colaterais raramente requerem a interrupção da terapia e são geralmente leves e transitórios; efeitos colaterais graves são raros. As reações adversas mais comuns foram as reações locais. Reações locais: eritema32, dor e enduração local, tromboflebite33. Reações alérgicas/pele: exantema34, prurido35, urticária36, eritema multiforme37, síndrome38 de Stevens- Johnson; angiodema, necrólise epidérmica tóxica39 (raramente), dermatite40 esfoliativa (raramente), candidíase41, febre42, reações anafiláticas43. Reações gastrintestinais: náuseas44, vômitos45, diarréia27, manchas nos dentes. Em comum com virtualmente todos os antibióticos de amplo espectro, foi relatada colite25 pseudomembranosa. Sangue46: experiências adversas como eosinofilia, leucopenia47, neutropenia48 (incluindo agranulocitose49), trombocitopenia50, trombocitose51, queda de hemoglobina52 e aumento do tempo de protrombina têm sido relatadas. Teste de Coombs direto positivo pode se desenvolver em alguns indivíduos. Função hepática: aumento das transaminases séricas, bilirrubinas e/ou fosfatase alcalina, hepatite53 (raramente). Função renal3: oligúria54/anúria55, poliúria56, insuficiência renal6 aguda (raramente). É difícil determinar o papel de Imipenem Cilastatina nas alterações da função renal3, pois geralmente estão presentes outros fatores predisponentes de uremia57 pré-renal3 ou alteração da função renal3. Elevações na creatinina4 e na uréia14 sérica têm sido observadas, bem como descoloração da urina58. Esta alteração é inócua e não deve ser confundida com hematúria59. Sistema nervoso12/psiquiátrico: como ocorre com outros antibióticos betalactâmicos, experiências adversas no sistema nervoso12 central, tais como, atividade mioclônica, distúrbios psíquicos, incluindo alucinações; estados confusionais ou convulsões têm sido relatados com a formulação IV. Foi relatada parestesia60. Sentidos especiais: alteração do paladar, perda da audição. Pacientes granulocitopênicos: parece ocorrer náusea7 e vômitos45 relacionados com a droga, mais freqüentemente em pacientes granulocitopênicos do que em pacientes não granulocitopênicos, tratados com Imipenem Cilastatina IV.


Contra-Indicações - Imipenem Cilastatina
hipersensibilidade a qualquer componente do produto.


Indicações - Imipenem Cilastatina
tratamento de infecções polimicrobianas e mistas aeróbia- anaeróbia, assim como na terapêutica inicial anterior à identificação do organismo causador da infecção2; tratamento das seguintes infecções, quando causadas por organismos suscetíveis: infecções intra-abdominais; infecções do trato respiratório inferior; infecções ginecológicas; septicemias e endocardite62 (não é indicado para tratamento com a formulação intramuscular); infecções do trato geniturinário; infecções dos ossos e articulações; infecções da pele e tecidos moles; tratamento das infecções mistas causadas por cepas suscetíveis de bactérias aeróbias e anaeróbias. A maioria dessas infecções mistas está associada com a contaminação pela flora fecal ou pela flora originada da vagina, pele e boca. Nessas infecções mistas Bacteroides fragilis é o patógeno anaeróbio mais comumente encontrado e é usualmente resistente aos aminoglicosídios, cefalosporinas e penicilinas. Entretanto, o Bacteroides fragilis é usualmente suscetível a Imipenem Cilastatina. Imipenem Cilastatina tem se mostrado eficaz contra muitas infecções causadas por bactérias Gram-positivas e Gram-negativas, aeróbias e anaeróbias, resistentes às cefalosporinas, incluindo cefazolina, cefoperazona, cefalotina, cefoxitina, cefotaxima, moxalactam, cefamandola, ceftazidima e ceftriaxona. De forma semelhante, muitas infecções causadas por organismos resistentes aos aminoglicosídios (gentamicina, amicacina, tobramicina) e/ou penicilinas (ampicilina, carbenicilina, penicilina-G, ticarcilina e piperaciclina, azlocilina e mezlocilina) respondem ao tratamento com Imipenem Cilastatina. Imipenem Cilastatina também é indicado para a prevenção de certas infecções pós-operatórias, em pacientes submetidos a procedimentos cirúrgicos, contaminados ou potencialmente contaminados, ou nos casos em que a ocorrência de infecção2 pós-operatória possa ser particularmente grave.


Apresentação - Imipenem Cilastatina
caixa com um frasco de infusão para aplicação intravenosa. Caixa com um frasco- ampola e com frasco de diluente, para aplicação intramuscular. Caixa com um sistema monovial para aplicação intravenosa. .


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