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ECATOR 2,5MG C/30

Fabricante: Torrent

Código do Produto: 8902220105652

De R$ 37,96 Por R$ 35,55

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DESCRIÇÃO DO PRODUTO

Ecat Laboratório de Ecat Torrent do Brasil Apresentação de Ecat Ecaté apresentado em 30 comprimidos de cápsulas de 2,5 ou 5 mg cada. Informações sobre Ecat O Ecat- Ecat- ramiprilato, metabólito ativo do pró-fármaco Ecat- ramipril, inibe a enzima dipeptidilcarboxipeptidase I (sinônimos: enzima conversora de angiotensina (ECA), cininase II). No plasma e tecidos, esta enzima catalisa a conversão de angiotensina I em angiotensina II, substância vasoconstritora ativa, assim como o esgotamento da bradicinina, substância vasodilatadora ativa. A redução da formação de angiotensina II e a inibição do esgotamento de bradicinina levam à vasodilatação. Como a angiotensina II também estimula a secreção de aldosterona, o Ecat- Ecat- ramiprilato promove redução da secreção de aldosterona. O aumento da atividade de bradicinina contribui, provavelmente, para os efeitos cardioprotete endotélio-protetobservados em estudos com animais. Ainda não está estabelecida também a relação destes efeitos com certas reações adversas (pexemplo: tosse irritativa). Os inibidores da ECA são eficazes mesmo em pacientes com hipertensão de baixa renina. A resposta média ao inibidda ECA em monoterapia é menem pacientes negros (afro-caribenhos) e hipertensos (geralmente população hipertensa de baixa renina) que em pacientes não-negros. Ecatreduz a necessidade de procedimentos de revularização em pacientes com alto risco cardiovular, como coronariopatia (com ou sem antecedentes de infarto do miocárdio), caso anteride acidente vular cerebral ou de doença vular periférica. Ecatreduz a taxa de complicações diabéticas (nefropatia manifesta, necessidade de intervenção a laser ou diálise) em pacientes que apresentam diabete associada a pelo menos um fatadicional de risco (microalbuminúria, hipertensão, alto nível de colesterol, baixo nível de colesterol HDL ou fumante). Indicações de Ecat Ecaté indicado nos casos de: Hipertensao arterial. Insuficiencia cardiaca congestiva. Reducao da mortalidade em pacientes pos-infarto do miocardio. Tratamento com Ecatde nefropatia glomerular manifesta e nefropatia incipiente, em pacientes diabeticos ou naodiabeticos. Prevencao de infarto do miocardio, acidente vular cerebral e reducao da necessidade de realizacao de procedimentos de revularizacao, em pacientes com alto risco cardiovular, como coronariopatia manifesta (com ou sem antecedentes de infarto do miocardio), caso anteride acidente vular cerebral ou de doenca vular periferica. Prevencao de infarto do miocardio e acidente vular cerebral em pacientes diabeticos. Prevencao da progressao de microalbuminuria e nefropatia manifesta. Contra Indicações de Ecat Ecatnao deve ser utilizado: Em pacientes com hipersensibilidade ao Ecat- ramipril, a qualquer outro inibidda ECA ou a qualquer um dos componentes da formulacao; em pacientes com historia de edema angioneurotico; em pacientes com estenose da arteria renal hemodinamicamente relevante, bilateral ou unilateral; em pacientes com quadro hipotensivo ou hemodinamicamente instaveis; durante a gravidez; durante a amamentacao. Deve-se evitar o uso concomitante de inibidores da ECA e tratamento com Ecators extracorporeos nos quais o sangue entra em contato com superficies carregadas negativamente, pois pode causar reacoes anafilactoides graves. Tais tratamento com Ecators extracorporeos incluem dialises ou hemofiltracao com certas membranas de alto fluxo (pexemplo: poliacrilonitrila) e aferese de lipoproteinas de baixa densidade com sulfato de dextrano. Reações Adversas de Ecat Como Ecaté anti-hipertensivo, muitas das reações adversas são efeitos secundários à ação de redução da pressão sangüínea, que resulta na contra-regulação adrenérgica ou hipoperfusão nos órgãos. Numerosos outros efeitos (pexemplo: efeitos sobre o balanço eletrolítico, certas reações anafilactóides ou reações inflamatórias das membranas mucosas) são causados pela inibição da ECA ou poutras ações farmacológicas comuns a esta classe de fármacos. Sistema cardiovular e sistema nervoso: Excepcionalmente, podem ocorrer sintomas e reações leves como: cefaléia, alterações do equilíbrio, taquicardia, fraqueza, sonolência, superficialização de consciência ou diminuição da capacidade de reação. Sintomas leves e reações como edema periférico, rubor, vertigem, zumbidos, fadiga, nervosismo, depressão, tremor, agitação, alterações visuais, alterações do sono, confusão, ansiedade, disfunção erétil transitória, palpitações, sudorese, alterações auditivas, sonolência, regulação ortostática alterada, assim como reações graves como angina pectoris, arritmias cardíacas e síncope são raras. Podem ocorrer raramente hipotensões graves, assim como, em casos isolados, isquemia cerebral ou miocárdica, infarto do miocárdio, ataque isquêmico transitório, acidente vular cerebral isquêmico, exacerbação das alterações de perfusão devido à estenose vular, precipitação ou intensificação do fenômeno de Raynaud ou parestesia. Rim e balanço eletrolítico: Excepcionalmente, podem ocorrer aumento da uréia e creatinina séricas (mais comum com a adição de diuréticos) e alteração da função renal, em casos isolados progressão até insuficiência renal aguda. Raramente pode ocorrer aumento do potássio sérico. Em casos isolados, pode-se desenvolver diminuição do sódio sérico, assim como deterioração de proteinúria pré-existente (embora inibidores da ECA geralmente reduzam a proteinúria) ou aumento da excreção urinária (em associação à melhora da performance cardíaca). Trato respiratório, reações anafiláticas/anafilactóides e cutâneas: Comumente ocorre tosse seca irritativa (não-produtiva). Esta tosse geralmente piora à noite e durante períodos de anso (pexemplo, quando a pessoa está deitada), sendo mais freqüente em mulheres e não-fumantes. Raramente podem ocorrer congestão nasal, sinusite, bronquite, broncoespasmo e dispnéia. Excepcionalmente, pode ocorrer edema angioneurótico leve farmacologicamente mediado (a incidência de angioedema relacionado a inibidores da ECA parece ser maiem negros, pexemplo, em afro-caribenhos, comparativamente a pacientes não-negros). Reações graves deste tipo ou de outros, reações anafiláticas/anafilactóides a Ecatou a qualquer um dos outros componentes (não mediadas farmacologicamente) são raras. Reações cutâneas e nas mucosas, tais como exantema, prurido ou urticária são pouco comuns. Em casos isolados, podem ocorrer o desenvolvimento de exantema maculopapular, pênfigo, exacerbação ou desenvolvimento de psoríase, exantema e enantema penfigóide ou liquenóide, eritema multiforme, síndrome de Stevens-Johnson, necrose epidérmica tóxica, alopecia, onicólise ou fotossensibilidade. A possibilidade e a gravidade das reações anafiláticas e anafilactóides causadas pveneno de insetos podem ser aumentadas com a inibição da ECA. Considera-se que este efeito também possa ocorrer com outros alérgenos. Trato digestivo e sistema hepático: Excepcionalmente, podem ocorrer náuseas, elevação do nível sérico das enzimas hepáticas e/ou da bilirrubina, assim como icterícia colestática. Raramente podem ocorrer secura da boca, glossite, reações inflamatórias da cavidade oral e do trato gastrintestinal, onforto abdominal, dgástrica (incluindo dsemelhante à dgástrica), alterações digestivas, constipação, diarréia, vômito e aumento dos níveis das enzimas pancreáticas. Em casos isolados podem ocorrer pancreatite e danos hepáticos (incluindo insuficiência hepática aguda). Reações hematológicas: Raramente pode ocorrer redução leve (em casos isolados, grave) da contagem de hemácias, conteúdo de hemoglobina, contagem de leucócitos e plaquetas. Em casos isolados, podem ocorrer agranulocitose, pancitopenia e depressão da medula óssea. Reações hematológicas relacionadas aos inibidores da ECA são mais prováveis de ocorrer em pacientes com alteração da função renal, com doenças concomitantes do colágeno (pexemplo: lúpus eritematoso ou escleroderma), ou naqueles tratados com outros medicamentos que podem causar alterações no perfil hematológico (vide Interações medicamentosas e Precauções e advertências). Em casos isolados, pode ocorrer desenvolvimento de anemia hemolítica. Outras reações adversas: Excepcionalmente, pode ocorrer conjuntivite, assim como, raramente, cãibra muscular, redução da libido, perda do apetite e alterações do paladar (pexemplo: gosto metálico) e do olfato ou perda parcial ou algumas vezes completa do paladar. Em casos isolados podem ocorrer vulites, mialgia, artralgia, febre e eosinofilia, assim como contagem elevada de anticorpos antinucleares. Posologia de Ecat A posologia é baseada no efeito desejado e na tolerabilidade dos pacientes ao medicamento. O tratamento com Ecaté geralmente de longo prazo. A duração do tratamento com Ecaté determinada pelo médico em cada caso. Hipertensão Arterial: Recomenda-se que Ecatseja administrado uma vez ao dia, iniciando-se com uma dose de 2,5 mg e, se necessário e dependendo da resposta do paciente, a dose pode ser aumentada para 5 mg em intervalos de 2 a 3 semanas. A dose usual de manutenção é de 2,5 a 5 mg de Ecatdiariamente e a dose máxima diária permitida é de 10 mg. Ao invés de se aumentar a dose de Ecatacima de 5 mg pdia, pode-se considerar a administração adicional de um diurético ou de um antagonista de cálcio. Em pacientes com alteração da função renal apresentando clearance de creatinina entre 50 e 20 ml/min/1,73 m2 de área de superfície corpórea, a dose inicial diária é geralmente de 1,25 mg de Ecator. A dose diária máxima permitida nesses pacientes é de 5 mg de Ecator. Quando a deficiência de sal ou íquidos não fcompletamente corrigida, em pacientes com hipertensão grave, assim como em pacientes nos quais um quadro de hipotensão constituiria um risco particular (p.ex.: estenose relevante de artérias coronarianas ou cerebrais) e em idosos, uma dose inicial diária reduzida de 1,25 mg de Ecatdeve ser considerada. Em pacientes tratados previamente com diuréticos, deve-se ontinuar o diurético, no mínimo, 2 a 3 dias ou mais (dependendo da duração da ação do diurético) antes de se iniciar o tratamento com Ecatou que seja, pelo menos, reduzida gradativamente a dose do diurético. Geralmente, a dose inicial em pacientes tratados previamente com um diurético é de 1,25 mg de Ecator. Em pacientes com insuficiência hepática, a resposta ao tratamento com Ecatpode estar tanto aumentada quanto diminuída. O tratamento com Ecatem tais pacientes deverá, portanto, ser iniciado somente sob rigorosa supervisão médica. A dose máxima diária permitida nestes casos é de 2,5 mg de Ecator. Tratamento com Ecatda insuficiência cardíaca congestiva: A dose inicial recomendada é de 1,25 mg de Ecator, uma vez ao dia. Dependendo da resposta do paciente, a dose pode ser aumentada. Recomenda-se que a dose, se aumentada, seja dobrada em intervalos de 1 a 2 semanas. Se a dose diária de 2,5 mg ou mais de Ecaté necessária, esta pode ser administrada em tomada única ou dividida em duas tomadas. A dose máxima diária permitida é de 10 mg Ecator. Em pacientes com alteração da função renal apresentando clearance de creatinina entre 50 e 20 ml/min/1,73 m2 de área de superfície corpórea, a dose inicial diária é geralmente de 1,25 mg de Ecator. A dose diária máxima permitida nesses pacientes é de 5 mg de Ecator. Em pacientes tratados previamente com diuréticos, deve-se ontinuar o diurético, no mínimo, 2 a 3 dias ou mais (dependendo da duração da ação do diurético) antes de se iniciar o tratamento com Ecatou que seja, pelo menos, reduzida a dose do diurético. Em pacientes com insuficiência hepática, a resposta ao tratamento com Ecatpode estar tanto aumentada quanto diminuída. O tratamento com Ecatem tais pacientes deverá, portanto, ser iniciado somente sob rigorosa supervisão médica. A dose máxima diária permitida nesses casos é de 2,5 mg de Ecator. Tratamento com Ecatapós infarto agudo do miocárdio: A dose inicial recomendada é de 5 mg de Ecatdiariamente, dividida em duas administrações de 2,5 mg: uma pela manhã e outra à noite. Se o paciente não tolerar esta dose inicial, recomenda-se que a dose de 1,25 mg seja administrada duas vezes ao dia, durante dois dias. Nosdois casos, dependendo da resposta do paciente, a dose poderá, então, ser aumentada. Recomenda-se que a dose, se aumentada, seja dobrada em intervalos de 1 a 3 dias. Em pacientes tratados previamente com diuréticos, em pacientes cuja deficiência de sal ou líquidos não foi completamente corrigida, em pacientes com hipertensão arterial grave, assim como em pacientes nos quais um quadro de hipotensão constituiria um risco particular (p.ex., estenose relevante de artérias coronarianas ou cerebrais) e em idosos, uma dose inicial diária de 1,25 mg de Ecatdeve ser considerada. Numa fase posterior, a dose diária total, inicialmente dividida, poderá ser administrada como tomada única diária. A dose máxima diária permitida é de 10 mg de Ecator. A experiência no tratamento com Ecatde pacientes com insuficiência cardíaca grave (NYHA IV) imediatamente após infarto do miocárdio ainda é insuficiente. Se mesmo assim a decisão tomada ftratar estes pacientes, recomenda-se que a terapia seja iniciada com a mendose diária possível, ou seja, 1,25 mg de Ecator, uma vez ao dia, e que a dose seja aumentada somente sob cuidados especiais. Em pacientes com alteração da função renal apresentando clearance de creatinina entre 50 e 20 ml/min/1,73 m2 de área de superfície corpórea, a dose inicial diária é geralmente de 1,25 mg de Ecator. A dose diária máxima permitida nesses pacientes é de 5 mg de Ecator. Em pacientes com insuficiência hepática, a resposta ao tratamento com Ecatpode estar tanto aumentada quanto diminuída. O tratamento com Ecatem tais pacientes deverá, portanto, ser iniciado somente sob rigorosa supervisão médica. A dose máxima diária permitida nesses casos é de 2,5 mg de Ecator. Tratamento com Ecatde nefropatia glomerular manifesta e nefropatia incipiente: A dose inicial recomendada é de 1,25 mg de Ecator, uma vez ao dia. Dependendo da resposta do paciente, a dose pode ser aumentada. Recomenda-se que a dose, se aumentada, seja dobrada em intervalos de 2 a 3 semanas. A dose máxima permitida é de 5 mg ao dia. Em pacientes tratados previamente com diuréticos, deve-se ontinuar o diurético, no mínimo, 2 a 3 dias ou mais (dependendo da duração da ação do diurético), antes de se iniciar o tratamento com Ecat, ou que seja, pelo menos, reduzida a dose do diurético. Em pacientes com insuficiência hepática, a resposta ao tratamento com Ecatpode estar tanto aumentada quanto diminuída. Portanto, o tratamento com Ecatnestes pacientes deve ser iniciado somente sob rigorosa supervisão médica. A dose máxima diária permitida nestes casos é de 2,5 mg. Prevenção do infarto do miocárdio, acidente vular cerebral e redução da necessidade de realização de procedimentos de revularização em pacientes com alto risco cardiovular; prevenção de infarto do miocárdio, acidente vular cerebral em pacientes diabéticos ou prevenção da progressão de microalbuminúria e nefropatia manifesta: Recomenda-se a administração de uma dose inicial de 2,5 mg de Ecator, uma vez ao dia. A dose deve ser gradualmente aumentada, dependendo da tolerabilidade do paciente. Recomenda-se duplicar a dose após uma semana de tratamento com Ecate, após outras três semanas, aumentar a dose para 10 mg de Ecator. Dose usual de manutenção: 10 mg/dia de Ecator. Quando a deficiência de sal ou líquidos não fcompletamente corrigida, em pacientes com hipertensão grave, assim como em pacientes nos quais um quadro de hipotensão constituiria um risco particular (p.ex.: estenose relevante de artérias coronarianas ou cerebrais) e em idosos, uma dose inicial diária reduzida de 1,25 mg de Ecatdeve ser considerada. Em pacientes tratados previamente com diuréticos, deve-se ontinuar o diurético, no mínimo, 2 a 3 dias ou mais (dependendo da duração da ação do diurético) antes de se iniciar o tratamento com Ecatou que seja, pelo menos, reduzida gradativamente a dose do diurético. Geralmente, a dose inicial em pacientes tratados previamente com um diurético é de 1,25 mg de Ecator. Em pacientes com alteração da função renal apresentando clearance de creatinina entre 50 e 20 ml/min/1,73 m2 de área de superfície corpórea, a dose inicial diária é geralmente de 1,25 mg de Ecator. A dose diária máxima permitida nesses pacientes é de 5 mg de Ecator. Em pacientes com insuficiência hepática, a resposta ao tratamento com Ecatpode estar tanto aumentada quanto diminuída. O tratamento com Ecatem tais pacientes deverá, portanto, ser iniciado somente sob rigorosa supervisão médica. A dose máxima diária permitida nestes casos é de 2,5 mg de Ecator.

COMENTÁRIOS DOS NOSSOS CLIENTES

7 Comentários

usuário

Parabéns, pelo excelente atendimento

10 de Dec

alcindo

(Águas de Lindóia )

usuário

Minha experiência foi muito agradável, estou muito satisfeito com todos os setores da Sare medicamentos. Indico à todos. E

09 de Dec

Rubens

(Bauru)

usuário

otimo atendimento e preço,sempre que preciso estou comprando,recomendo

09 de Dec

Jean

(Vargem Grande Paulista )

usuário

Rapidez, Agilidade e Confiabilidade !! O melhor processo de compra e entrega online que tive experiência

09 de Dec

RAPHAEL

(Jaboticabal )

usuário

Satisfação garantida.

09 de Dec

Andrea Mercante da Silva

(Itapecerica da Serra )

usuário

Ótimo. Empresa atual, moderna e dedicada ao cliente. Parabéns

09 de Dec

Ronaldo

(Embu)

usuário

Primeira vez que compro na sare e Gostei fiquei sastifeito pelo comprometimento deles indico

08 de Dec

Allan

(Groairas )