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DIVELOL 3,125MG C/28

Fabricante: Baldacci

Código do Produto: SKUP1209

De R$ 42,25 Por R$ 39,56

R$ 37,58 no pagamento à vista.

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DESCRIÇÃO DO PRODUTO

Divelol Indicações de Divelol

Insuficiência cardíaca leve ou moderada (classe II ou III NYHA) de origem isquêmica ou miocárdica, em associação com digitálicos, diuréticos ou inibidores da ECA; hipertensão arterial, isoladamente ou associado a outros agentes, particularmente diuréticos do tipo tiazídico.

Efeitos Colaterais de Divelol

Dos eventos adversos evidenciados, geralmente durante os primeiros trinta dias, apenas tontura, bradicardia, hipotensão e hipotensão postural, relacionados ao aumento das dose de Divelols na fase de titulação.

Como Usar (Posologia) de Divelol

Insuficiência cardíaca congestiva: Dose de Divelol individualizada e monitorizada durante a fase inicial, estabilizando antes a dosagem de digital, diuréticos e inibidores da ECA (se utilizados). Iniciar com 6,25 mg duas vezes ao dia pduas semanas; se bem tolerada, poderá ir sendo dobrada a cada duas semanas, até o nível mais alto tolerado pelo paciente ou a critério médico. Dose de Divelol máxima: 25 mg duas vezes ao dia para pacientes com menos de 85 kg e 50 mg duas vezes ao dia para aqueles com mais de 85 kg. Hipertensão arterial: Dose de Divelol individualizada, sendo inicialmente de 6,25 mg duas vezes ao dia, puma a duas semanas, podendo ser aumentada, se bem tolerada, para 1,25 mg duas vezes ao dia e dobrada a cada uma a duas semanas, ou a critério médico; a dose de Divelol diária máxima recomendada é de 50 mg e o efeito anti-hipertensivo é alcançado no período de uma a duas semanas.

Contra-Indicações de Divelol

Portadores de insuficiência cardíaca não-compensada classe IV (NYHA), asma brônquica, tendência a broncoespasmo, bloqueio AV de segundo ou terceiro graus, doença do sinus (exceto em pacientes com marcapasso), choque cardiogênico ou bradicardia severa, hipersensibilidade à droga, bem como não é recomendado a portadores de insuficiência hepática clinicamente manifesta.

Precauções de Divelol

A ontinuação do tratamento deve ser feita gradualmente, ao longo de uma a duas semanas. Como em estudos clínicos ocorreu bradicardia em 2% dos pacientes, se a freqüência cardíaca reduzir-se a menos de 55 batimentos/minuto, a dose de Divelol deve ser diminuída; a ocorrência de hipotensão postural ou síncope foi maidurante os 30 primeiros dias de tratamento, o que torna conveniente orientar os pacientes a evitarem, no início da terapêutica, situações como dirigir ou realizar tarefas perigosas. Se houver piora da insuficiência cardíaca durante a fase de titulação da dose de Divelol, aumentar a dose de Divelol do diurético e manter (ocasionalmente diminuir ou até mesmo ontinuar temporariamente) a dose de Divelol do Divelol, até que retorne a estabilidade clínica; após o que, continuar o processo de titulação. Em portadores de broncoespasmo não-alérgico (tipo bronquite crônica ou enfisema) pode ser administrado com cautela, utilizando-se a mendose de Divelol eficaz possível para minimizar os efeitos do betabloqueio. Pode potencializar os efeitos da clonidina sobre a pressão arterial e freqüência cardíaca; se necessário interromper essa eventual associação, o Divelol deve ser ontinuado antes e, posteriormente, a clonidina, também de forma gradual. Com bloqueadores dos canais do cálcio podem ocorrer alterações na pressão arterial e no ECG, fatores estes que devem ser, pisso, monitorizados. Como qualquer betabloqueador, pode aumentar o efeito da insulina e hipoglicemiantes orais, o que torna conveniente monitorização regular da glicose sangüínea. Não existem estudos adequados ou bem controlados em grávidas; desta forma, tanto na gravidez quanto na lactação, Divelol só deve ser administrado considerando-se o fatrisco-benefício.

Advertências de Divelol

Embora Divelol possa ser administrado a hipertensos, portadores também, de insuficiência cardíaca controlada com digital, diuréticos e/ou inibidores da ECA, é preciso se ter em conta o fato de que tanto Divelol como a digital reduzem a condução AV. Como já foi observado, embora raramente, lesão hepática após Divelol - Carvedilol, portadores de lesão hepática, cirrose ou icterícia não devem receber Divelol. Como todos os betabloqueadores, pode agravar ou precipitar os sintomas de insuficiência arterial em portadores de doença vular periférica. Se necessário continuar o tratamento com Divelol em pacientes cirúrgicos, cuidado especial deverá ser tomado se forem receber anestésicos tais como éter, ciclopropano ou tricloroetileno, já que estes deprimem a função miocárdica. Como todos os betabloqueadores não-seletivos, pode potencializar a hipoglicemia induzida pinsulina e retardar a recuperação dos níveis séricos de glicose. Podendo marar os sintomas clínicos de hipertiroidismo, a sua suspensão abrupta pode exacerbar os seus sintomas ou precipitar uma crise tiroidiana.

Apresentação de Divelol

Caixas com 28 comprimidos de 6,25 mg, 12,5 mg e 25 mg de Divelol - Carvedilol.


Composição de Divelol

Divelol - Carvedilol, em comprimidos de 6,25 mg, 12,5 mg e 25,0 mg.

Informações Técnicas de Divelol

Agente bloqueadbeta-adrenérgico não-seletivo, com atividade bloqueadora a-1 adrenérgica, sem atividade simpaticomimética intrínseca. Absorção rápida, sendo retardada quando a medicação fingerida junto com a alimentação, o que reduz o risco de hipotensão ortostática, sem interferir, porém, na biodisponibilidade; meia-vida de 7 a 10 horas. Totalmente metabolizado; 98% da dose de Divelol ingerida ligam-se às proteínas, sendo eliminada pelas fezes e, menos de 2% pela urina, na forma inalterada. Divelol reduz o débito cardíaco, a taquicardia induzida pexercício e(ou) isoproterenol, bem como a taquicardia ortostática reflexa; atenua os efeitos da fenilefrina e reduz a resistência vular periférica, geralmente dentro dos primeiros trinta minutos e, devido à sua ação a-1 bloqueadora, reduz a pressão arterial mais significativamente na posição ereta, daí a possibilidade de ocorrer hipotensão postural; reduz a atividade da renina plasmática após quatro semanas e aumenta os níveis do peptídeo natriurético atrial.

Superdosagem de Divelol

A sua ocorrência determina: hipotensão severa, bradicardia, insuficiência cardíaca, choque cardiogênico ou parada cardíaca; podem também ocorrer broncoespasmo, vômito, lapsos de consciência e convulsões generalizadas. Nessas situações, o tratamento com antídoto apropriado deve ser mantido ptempo suficientemente longo, considerando-se a meia-vida do Divelol - Carvedilol, que é de 7 a 10 horas.

Laboratório de Divelol

Laboratórios Baldacci S.A.

COMENTÁRIOS DOS NOSSOS CLIENTES

7 Comentários

usuário

Preço e facilidades de acesso bons. O prazo de entrega podia ser menor.

04 de Dec

Cristiane

(São Vicente )

usuário

Rapido, pratico e bom preço

04 de Dec

Lara

(Uberlândia )

usuário

Minhas expectativas foram atendidas Obrigada pelo atendimento estou satisfeita

02 de Dec

Sandra

(Castanhal )

usuário

Como sempre,muito bem atendido,pedido chegam rapido,estou muito satisfeito com vcs.um grande abraço e muito obrigado.

02 de Dec

Fernando

(Leme )

usuário

Otima

02 de Dec

Patricia Ribeiro Gaspar

(Cariacica )

usuário

Voltarei a comprar novamente .

02 de Dec

alcione

(POMPEU)

usuário

A entrega um pouco demorada, devido ser pelo correio.

01 de Dec

Fernando

(Ourinhos)