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Composição - LEVAQUIN
cada comprimido revestido de 250 mg e 500
mgcontém respectivamente: levofloxacina 250 mg e 500 mg; excipientes:
hidroxipropilmetilcelulose, crospovidona, celulose microcristalina,
estearato de magnésio, polietilenoglicol 8000, dióxido de titânio,
polissorbato 80, pigmento vermelho de óxido de ferro. Cada ml da solução
concentrada para infusão contém: levofloxacina 25 mg; veículo: ácido
clorídrico, hidróxido de sódio e água para injetáveis. Cada ml da
solução diluída para infusão contém: levofloxacina 5 mg; veículo:
glicose1, ácido clorídrico, hidróxido de sódio e água para injetáveis.
Posologia e Administração - LEVAQUIN
Levaquin comprimidos: a
dose usual para pacientes2 adultos, com função renal3 normal, é de 500
mg a cada 24 horas. Os comprimidos podem ser ingeridos independentemente
das refeições. Caso necessário, a administração de antiácidos4 contendo
cálcio, magnésio ou alumínio, bem como de sucralfato, cátions
divalentes ou trivalentes como ferro, ou preparações polivitamínicas
contendo zinco deve ser feita duas horas antes ou duas horas após a
administração de Levaquin. Levaquin injetável: só deve ser administrada
por infusão intravenosa; não deve ser administrada por via
intramuscular, intraperitoneal ou subcutânea. Atenção: deve- se evitar a
infusão intravenosa rápida ou em bolus5. A infusão de Levaquin deve ser
lenta, por um período de no mínimo 60 minutos. Os frascos de solução
concentrada devem ser diluídos antes da administração. A dose usual para
pacientes2 adultos é de 500 mg, administrada por infusão lenta, por um
período não inferior a 60 minutos, a cada 24 horas, exceto em infecções
do trato urinário e pielonefrite6 aguda cuja dose é de 250 mg, a cada 24
horas. - Duração do tratamento: exacerbação de bronquite crônica7: 5-7
dias; pneumonia8: 7 a 14 dias; sinusite9: 10-14 dias; infecção10 da pele
e tecido11 subcutâneo: 7 a 10 dias; infecções do trato urinário e
pielonefrite6 aguda: 10 dias; osteomilelite: 6-12 semanas. Superdosagem:
na eventualidade de ingestão de dose excessiva de Levaquin e se
ingestão for ainda recente, o estômago12 deverá ser esvaziado. O
paciente deverá ser mantido em observação e deverão ser tomadas as
medidas de hidratação adequadas. A levofloxacina não é removida através
de hemodiálise13 ou diálise peritoneal14 de maneira eficiente.
Precauções - LEVAQUIN
reações anafiláticas15 e/ou de
hipersensibilidade grave e ocasionalmente fatal foram relatadas em
pacientes que receberam tratamento com quinolonas. Essas reações
freqüentemente ocorrem após a primeira dose. Algumas reações foram
acompanhadas por colapso cardiovascular, hipotensão16/choque17,
convulsões, perda da consciência, formigamento, angioedema18, obstrução
das vias aéreas, dispnéia19, urticária20, coceira e outras reações
cutâneas sérias. O tratamento com a levofloxacina deve ser interrompido
imediatamente diante do aparecimento de exantema21 cutâneo ou qualquer
outro sinal22 de hipersensibilidade. Incidentes graves e algumas vezes
fatais devidos a um mecanismo imunológico desconhecido foram relatados
em pacientes que foram tratados com quinolonas, incluindo, raramente, a
levofloxacina. Esses eventos podem ser graves e geralmente ocorrem após a
administração de doses múltiplas. As manifestações clínicas, isoladas
ou associadas, podem incluir: febre23, exantema21 ou reações
dermatológicas graves; vasculite24; artralgia25; mialgia26; doença do
soro27; pneumonite28 alérgica; nefrite29 intersticial; falência ou
insuficiência renal30 aguda; hepatite31; icterícia32; falência ou
necrose33 hepática aguda; anemia34, inclusive hemolítica e aplástica;
trombocitopenia35, leucopenia36; agranulocitose37; pancitopenia38; e/ou
outras anormalidades hematológicas. A medicação deve ser interrompida
imediatamente diante do aparecimento de exantema21 cutâneo ou qualquer
outro sinal22 de hipersensibilidade e medidas de apoio devem ser
adotadas. Foram relatadas convulsões e psicoses tóxicas em pacientes sob
tratamento com derivados quinolônicos, incluindo a levofloxacina. As
quinolonas também podem provocar um aumento da pressão intracraniana e
estimulação do sistema nervoso39 central podendo desencadear tremores,
inquietação, ansiedade, tontura40, confusão, alucinações, paranóia,
depressão, pesadelos, insônia e, raramente, pensamentos ou atos
suicidas. Essas reações podem ocorrer após a primeira dose. Se essas
reações ocorrerem em pacientes sob tratamento com a levofloxacina, a
droga deve ser descontinuada e medidas adequadas devem ser adotadas.
Como todas as quinolonas, a levofloxacina deve ser usada com cautela em
pacientes com distúrbios do SNC suspeitos ou confirmados, os quais
possam predispor a convulsões ou diminuir o limiar de convulsão41 (por
exemplo, arteriosclerose cerebral grave, epilepsia42) ou na presença de
outros fatores de risco que possam predispor a convulsões ou diminuir o
limiar de convulsão41 (por exemplo, tratamento com outras drogas,
disfunção renal3). Colite43 pseudomembranosa foi relatada com quase
todos os agentes antibacterianos, incluindo a levofloxacina, e pode
variar, em gravidade, de intensidade leve até um potencial risco de
vida. Assim, é importante considerar esse diagnóstico44 em pacientes que
apresentarem diarréia45 após a administração de qualquer agente
antibacteriano. O tratamento com agentes antibacterianos altera a flora
normal do cólon e pode permitir o crescimento excessivo de clostridia.
Estudos indicam que a toxina produzida pelo Clostridium difficile é uma
das causas primárias de colite43 associada a antibióticos. Rupturas dos
tendões do ombro, da mão e do tendão de Aquiles, exigindo reparação
cirúrgica ou resultando em incapacidade prolongada foram relatadas em
pacientes que receberam quinolonas. O tratamento com levofloxacina deve
ser interrompido se o paciente apresentar dor, inflamação46 ou ruptura
de tendão. Os pacientes devem repousar e evitar exercícios até que o
diagnóstico44 de tendinite47 ou ruptura de tendão tenha sido seguramente
excluído. A ruptura de tendão pode ocorrer durante ou após a terapia
com quinolonas, incluindo a levofloxacina. Deve- se ter cuidado ao
administrar a levofloxacina em pacientes com insuficiência renal30, pois
a droga é excretada principalmente pelo rim48. Em pacientes com
insuficiência renal30 é necessário o ajuste das doses para evitar o
acúmulo de levofloxacina devido à diminuição da depuração. Reações de
fototoxicidade moderadas a graves foram observadas em pacientes expostos
à luz solar direta, enquanto recebiam tratamento com quinolonas. A
excessiva exposição à luz solar deve ser evitada. Entretanto, em testes
clínicos, a fototoxicidade foi observada em menos de 0,1% dos pacientes,
se ocorrer fototoxicidade, o tratamento deve ser interrompido. Como no
caso das outras quinolonas, foram relatados distúrbios na glicose
sangüínea49, geralmente em pacientes diabéticos sob tratamento
concomitante com um agente hipoglicemiante50 oral ou com insulina51.
Nestes pacientes, recomenda-se cuidadosa monitoração da glicose
sangüínea49. Se ocorrer uma reação hipoglicemiante50, o tratamento com
levofloxacina deve ser interrompido. Embora não tenha sido relatada
cristalúria nos testes clínicos realizados com a levofloxacina, adequada
hidratação deve ser mantida para prevenir a formação de urina52
altamente concentrada. Gravidez53 e lactação54: não foram realizados
estudos controlados com Levaquin em gestantes. Portanto, Levaquin deverá
ser utilizado durante a gravidez53 somente se o benefício esperado
superar o risco potencial para o feto. Devido ao potencial de ocorrência
de reações adversas graves nos lactentes55 de mães sob tratamento com a
levofloxacina, deve-se decidir entre interromper a amamentação56 e
iniciar, manter ou não o tratamento com a droga, levando-se em
consideração a importância do medicamento para a mãe. Uso pediátrico: a
segurança e a eficácia da utilização da levofloxacina em crianças e
adolescentes em fase de crescimento não foram estabelecidas. No entanto,
já foi demonstrado que as quinolonas produzem erosão nas articulações
que suportam peso, bem como outros sinais57 de artropatia58, em animais
jovens de várias espécies. Portanto, a utilização de levofloxacina
nessas faixas etárias não é recomendada. Efeitos sobre a capacidade de
dirigir e operar máquinas: Levaquin pode provocar efeitos neurológicos
adversos como vertigem59 e tontura40. Portanto, o paciente deve ser
aconselhado a não dirigir automóvel, operar máquinas ou dedicar-se a
outras atividades que exijam coordenação e alerta mental, até que se
saiba qual a reação individual do paciente frente à droga. Advertência
relativa à administração intravenosa: uma vez que a injeção60
intravenosa rápida, em bolus5, pode resultar em hipotensão16, as
injeções de levofloxacina só devem ser administradas através de infusão
intravenosa lenta, ao longo de um período não inferior a 60 minutos. -
Interações medicamentosas: quando Levaquin é administrado por via oral:
embora a quelação entre a levofloxacina e cátions divalentes seja menos
marcante que a observada com outros derivados quinolônicos, a
administração concomitante de comprimidos de Levaquin e antiácidos4
contendo cálcio, magnésio ou alumínio, bem como sucralfato, cátions
metálicos como ferro e preparações multivitamínicas contendo zinco podem
interferir na absorção gastrintestinal da levofloxacina, resultando em
níveis na urina52 e no soro27 consideravelmente inferiores ao desejável.
Esses agentes devem ser tomados pelo menos duas horas antes ou duas
horas depois da administração da levofloxacina. Quando Levaquin é
administrado por via intravenosa: não existem dados referentes à
interação entre quinolonas administradas por via intravenosa e
antiácidos4 orais, sucralfato, multivitamínicos ou cátions metálicos.
Entretanto, nenhum derivado quinolônico deve ser administrado, por via
intravenosa, concomitantemente a qualquer solução contendo cátions
divalentes, como o magnésio, através da mesma linha intravenosa. Como no
caso de outras quinolonas, a administração concomitante de
levofloxacina e teofilina pode prolongar a meia-vida desta última,
elevar os níveis de teofilina no soro27 e aumentar o risco de reações
adversas relacionadas à teofilina. Portanto, os níveis de teofilina
devem ser cuidadosamente monitorados e os necessários ajustes em suas
doses devem ser realizados, se necessário, quando a levofloxacina for
co-administrada. Reações adversas, incluindo convulsões, podem ocorrer
com ou sem a elevação do nível de teofilina no soro27. Nenhum efeito
significativo da levofloxacina sobre as concentrações plasmáticas, AUC e
outros parâmetros de biodisponibilidade da teofilina foram detectados
em um estudo clínico envolvendo 14 voluntários sadios, de modo
semelhante, nenhum efeito aparente da teofilina sobre biodisponibilidade
e absorção da levofloxacina foi observado. A administração concomitante
da levofloxacina com a warfarina, a digoxina ou a ciclosporina não
exige modificação das doses de nenhum dos compostos. Entretanto, o tempo
de protrombina e os níveis de digoxina devem ser cuidadosamente
monitorados em pacientes que estejam sob tratamento concomitante com
warfarina ou digoxina, respectivamente. A levofloxacina pode ser
administrada com segurança a pacientes sob tratamento concomitante com
probenecida ou cimetidina, desde que a dose da levofloxacina seja
adequadamente ajustada com base na função renal3 do paciente, uma vez
que a probenecida e a cimetidina diminuem a depuração renal3 e prolongam
a meia-vida da levofloxacina. A administração concomitante de drogas
antiinflamatórias não esteróides e de derivados quinolônicos, incluindo a
levofloxacina, pode aumentar o risco de estimulação do SNC e de
convulsões. Alterações dos níveis de glicose sangüínea49, incluindo
hiperglicemia61 e hipoglicemia62, foram relatadas em pacientes tratados
concomitantemente com quinolonas e agentes antidiabéticos. Portanto,
recomenda-se monitoração cuidadosa da glicose sangüínea49 quando esses
agentes forem co-administrados. A absorção e a biodisponibilidade da
levofloxacina em indivíduos infectados com o HIV63, com ou sem
tratamento concomitante com zidovudina, foram semelhantes. Portanto, não
parece necessário realizar ajustes de dose da levofloxacina quando
estiver sendo administrada concomitantemente com a zidovudina. Os
efeitos da levofloxacina sobre a farmacocinética da zidovudina não foram
avaliados.
Reações adversas - LEVAQUIN
Levaquin é, em geral, bem
tolerado. As reações adversas mais comumente observadas foram:
diarréia45, náusea64 e vaginite65, flatulência, dor abdominal,
prurido66, exantema21, dispepsia67, insônia e vertigens68. Menos
freqüentemente, foram relatadas outras reações adversas comuns aos
derivados quinolônicos que, independentemente da relação com a droga,
foram consideradas importantes do ponto de vista médico: alterações da
coordenação, da função hepática, da visão, insuficiência renal30 aguda,
reações de agressividade, artrite69, confusão, convulsões, depressão,
granulocitopenia, alucinação70, hipoglicemia62, mania, pancreatite71,
paranóia, fotossensibilidade, colite43 pseudomembranosa, rabdomiólise,
distúrbios do sono, tendinite47, trombocitopenia35, choque
anafilático72, eritema multiforme73 e falência de órgãos.
Contra-Indicações - LEVAQUIN
hipersensibilidade à
levofloxacina, a outros agentes antimicrobianos derivados das
quinolonas, ou a quaisquer outros componentes da fórmula do produto.
Indicações - LEVAQUIN
tratamento de infecções bacterianas
causadas por agentes sensíveis à levofloxacina, tais como, infecções do
trato respiratório superior e inferior, incluindo sinusite9,
exacerbações agudas de bronquite crônica7 e pneumonia8. Infecções da
pele e tecido11 subcutâneo, tais como impetigo74, abscessos,
furunculose, celulite75 e erisipela76. Infecções do trato urinário,
incluindo pielonefrite6. Osteomielite77.
LEVAQUIN - Laboratório
JANSSEN- CILAG
Rua Gerivatiba, 207 - 11º andar - Butantã
São Paulo/SP - CEP: 05501-900
Tel: +55 (11) 3030-4700
Email: sac@janbr.jnj.com
Site: http://www.janssen-cilag.com.br/
0800-7011851
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